Faculdade de Ciências Econômicas - FACECON/ICSA
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Navegando Faculdade de Ciências Econômicas - FACECON/ICSA por Assunto "Amazônia paraense"
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Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Dinâmica urbano-territorial e crescimento econômico na fronteira da Amazônia paraense: uma perspectiva histórica(Universidade Regional do Cariri, 2014-11) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; LOPES, Luis Otávio do Canto; CASTRO, Auristela CorreaO presente artigo procura traçar uma análise histórica dos efeitos de inserção da Amazônia paraense no contexto internacional e nacional por intermédio das ações das políticas de articulação internacional e de integração nacional sobre a formação sócio-espacial da Amazônia Paraense, principalmente, dando destaque para a dinâmica urbano-territorial da mesma. A periodização adotada para descrever e analisar o processo de ocupação do espaço-território da economia paraense não segue o critério dos tradicionais ciclos de produtos, tais como o ciclo das drogas dos sertões, borracha, pecuária mineração, mas sim o critério da identificação das principais características dos padrões de ocupação e desenvolvimento econômico no espaço sócio-econômico que envolve determinações à formação do mercado nacional e do mercado internacional com a mediação do Estado. A principal conclusão é que o recente processo de urbanização da Amazônia Brasileira reflete, em parte, uma continuação do crescimento das cidades de Belém e Manaus, cada uma tornando-se um centro de uma ampla região metropolitana que irradia seus efeitos econômicos e culturais às cidades mais próximas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Economia extrativa mineral da Amazônia paraense: indústria-motriz ou economia de enclave (ainda)?(Universidade Salvador, 2017-08) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; FARIAS, André Luís Assunção de; AIRES, Alana Paula de AraújoO presente artigo procura estudar a dinâmica econômica do extrativismo mineral na Amazônia brasileira, sobretudo na Amazônia paraense, como principal indutor do desenvolvimento econômico regional. Na década de setenta, o Governo Federal havia criado uma grande expectativa no que tange a formação de complexos industriais minerais que possibilitasse o surgimento de cadeias produtivas primárias com alto grau de importância para a etapa de conclusão do processo de industrialização pesada da economia brasileira. Contudo, percebe-se que os efeitos não foram tão imediatos para a economia da Amazônia, de modo geral. Nos últimos anos, entretanto, é crescente o debate acerca da relação entre a atividade mineral e o desenvolvimento regional. Nesse contexto, o extrativismo mineral da economia paraense serve de base para a formação das cadeias produtivas dos diversos ramos da indústria manufatureira, que transformam as matérias primas em produtos industriais, porque são estes últimos que agregam mais valor aos diversos produtos acabados que usam matérias-primas minerais. Ademais, as indústrias de transformação geram mais empregos e renda às famílias proprietárias dos fatores de produção. A principal conclusão é que o extrativismo mineral, ainda, é fortemente dependente das importações de insumos considerados estratégicos, bem como bens de capital oriundos de outras regiões. Há, na verdade, um grande potencial no sentido da promoção do desenvolvimento econômico regional através da verticalização industrial, contudo, é nítido que a sua natureza como Economia de Enclave e, também, o uso intenso de capital acaba por limitar a propagação de efeitos sinérgicos para o restante da economia do Estado do Pará. Portanto, para romper o status quo, há que se definir uma política nacional de desenvolvimento regional que privilegie a formação de cadeias produtivas integradas verticalmente e uma política comércio exterior que estimule a exportação de produtos de maior de valor agregado para que os benefícios daí advindos possam ser internalizados na região na forma de renda e emprego.Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Fatores determinantes da sustentabilidade agrícola na Amazônia paraense sob a ótica da análise fatorial mutivariada(Universidade Regional do Cariri, 2015-10) FILGUEIRAS, Gisalda Carvalho; CARVALHO, André Cutrim; CASTRO, Auristela CorreaEste trabalho visa identificar e analisar os fatores da sustentabilidade agrícola na Amazônia paraense a fim de contribuir para a definição de políticas orientadas para um melhor desempenho da atividade. Foram utilizados os dados do Censo Agropecuário 2006 para as 22 microrregiões. Para isso, empregou-se a técnica estatística de análise fatorial multivariada, combinada com a análise de aglomerados. Foram extraídos dois fatores representativos do conjunto de variáveis selecionadas para o estudo da análise fatorial e, pela análise de aglomerados três grupos. A principal conclusão da pesquisa é que o nível de aplicação de técnicas sustentáveis no setor agrícola ainda é baixo na região, embora já se denote em curso certas práticas de exploração agrícolas menos impactantes ao meio ambiente. Além disso, a microrregião Bragantina foi a única que registrou um alto Índice de Sustentabilidade Ambiental (ISA), com resultado igual a 0,843, o que confirma que os gestores dos órgãos de fomento ao setor têm um considerável desafio para fazer com que, cada vez mais, os produtores sejam orientados de que o aumento da produtividade depende da adoção e desenvolvimento de inovação tecnológica limpa, sendo algumas práticas simples e com custos moderados, viáveis à implantação de práticas sustentáveis.
