Artigos Científicos - ICS
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Navegando Artigos Científicos - ICS por Assunto "Amazônia brasileira"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Clinical, epidemiological, and therapeutic profile of dermatophytosis(2014-04) PIRES, Carla Andréa Avelar; CRUZ, Natasha Ferreira Santos da; LOBATO, Amanda Monteiro; SOUSA, Priscila Oliveira de; CARNEIRO, Francisca Regina Oliveira; MENDES, Alena Margareth DarwichArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Detection of Helicobacter pylori in gastric cancer(2001-10) PEREIRA, Luana Paredes Leite de Barros; WAISBERG, Jaques; ANDRÉ, Eduardo Antonio; ZANOTO, Arnaldo; MENDES JÚNIOR, João Paulo; SOARES, Heloísa PradoArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Evaluation of cases of pemphigus vulgaris and pemphigus foliaceus from a reference service in Pará state, Brazil(2014-08) PIRES, Carla Andréa Avelar; VIANA, Viviane Brito; ARAÚJO, Fernando Costa; MÜLLER, Silvia Ferreira Rodrigues; OLIVEIRA, Miguel Saraty de; CARNEIRO, Francisca Regina OliveiraArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Hepatite C: prevalência e fatores de risco entre portadores do VIH/SIDA em Belém, Pará, na Amazônia brasileira(Universidade Federal do Pará, 2004) MONTEIRO, Maria Rita de Cássia Costa; NASCIMENTO, Margarida Maria Passeri do; PASSOS, Afonso Dinis Costa; FIGUEIREDO, José Fernando de CastroEste trabalho objetivou investigar a prevalência de infecção pelo vírus da hepatite C e identificar possíveis fatores de risco para sua transmissão, em 406 indivíduos portadores do vírus da imunodeficiência humana, maiores de dezoito anos de idade, atendidos na rede pública de saúde da cidade de Belém, Pará, situada na Amazônia brasileira. Os exames referentes ao anti-VHC foram realizados pelo método de Elisa e a pesquisa do VHC RNA através da reação de polimerase em cadeia. A prevalência de infecção, atual ou pregressa, pelo vírus da hepatite C foi de 16% (IC: 12,4 - 19,6). A análise multivariada mostrou associação do vírus C com as variáveis idade, cujo risco significante recaiu no grupo com cinqüenta ou mais anos (OR=9,75), antecedente de transfusão de sangue (OR=4,74) e uso de droga ilícita injetável (OR=149,28). A prevalência do vírus da hepatite C entre os usuários de drogas injetáveis foi de 83,7% e de 22,1% na população de transfundidos. Estes resultados indicam a efetiva transmissão do vírus C através da exposição percutânea e reafirmam o grande potencial de risco para hepatite C contido no uso injetável de drogas ilícitas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Práticas sociais coletivas para a saúde no assentamento Mártires de Abril na Ilha de Mosqueiro - Belém, Pará(2008-09) CAVALCANTE, Inara Mariela da Silva; NOGUEIRA, Laura Maria VidalEsta pesquisa tem como propósito geral compreender as práticas sociais coletivas à saúde no "Assentamento Mártires de Abril" (AMA). É um estudo do tipo qualitativo, com a compreensão dos dados à luz da hermenêutica-dialética, que teve como cenário a ilha de Mosqueiro, área metropolitana de Belém, Pará; os sujeitos sociais foram em número de cinco, que aderiram espontaneamente à pesquisa. As práticas sociais coletivas à saúde no AMA são construídas e dependentes de aspectos históricos de vida, da luta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), da concepção de saúde-doença e da sua relação com a terra. Concluiu-se que suas ações expressam uma forma de cuidar essencialmente orientada pelas vias naturais, propondo à enfermagem um novo modelo de atenção à saúde. Com base nos estudos efetuados, sugere-se como prática pedagógica do Curso de Enfermagem da Universidade do Estado do Pará (UEPA) um estágio de vivência com e nos movimentos sociais.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O que os pediatras conhecem sobre avaliação e tratamento da dor no recém-nascido?(2003-06) CHERMONT, Aurimery Gomes; GUINSBURG, Ruth; BALDA, Rita de Cássia Xavier; KOPELMAN, Benjamin IsraelOBJETIVO: analisar os conhecimentos dos pediatras que atuam com pacientes neonatais em relação à avaliação e o tratamento da dor do recém-nascido. MÉTODOS: estudo transversal com 104 pediatras (de um total de 110) que trabalhavam em 1999 a 2001, nas sete unidades de terapia intensiva e nos 14 berçários da cidade de Belém, e responderam a um questionário escrito com perguntas a respeito do seu perfil demográfico e do conhecimento de métodos de avaliação e de tratamento da dor no recém-nascido. RESULTADOS: cem por cento dos médicos referiram acreditar que o recém-nascido sente dor, mas apenas um terço deles conhecia alguma escala para avaliar a dor nessa faixa etária. A maioria dos entrevistados referia perceber a presença de dor no recém-nascido por meio de parâmetros comportamentais. O choro foi o preferido para avaliar a dor do bebê a termo; a mímica facial para o prematuro, e a freqüência cardíaca para o neonato em ventilação mecânica. Menos de 10% dos entrevistados diziam usar analgesia para punções venosas e capilares; 30 a 40% referiam empregar analgesia para punções lombares, dissecações venosas, drenagens de tórax e ventilação mecânica. Menos da metade dos entrevistados referiu aplicar medidas para o alívio da dor no pós-operatório de cirurgia abdominal em neonatos. O opióide foi o medicamento mais citado para a analgesia (60%), seguido pelo midazolam (30%). CONCLUSÃO: os pediatras demonstraram pouco conhecimento a respeito dos métodos de avaliação e tratamento da dor no período neonatal. Há necessidade de reciclagens e de atualização no tema para os profissionais de saúde que atuam com recém-nascidos doentes.
