Navegando por Assunto "Capacidade funcional"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Changes in muscle strength in elderly women after proprioceptive neuromuscular facilitation based training(Universidade Federal do Pará, 2015-06) SILVA, Edivã Bernardo da; PIN, Alessandro dos Santos; SILVA FILHO, Manoel daIntrodução: A facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP) pode ser utilizada na melhora da qualidade de vida de pessoas saudáveis ou não, incluindo os idosos, que sofrem redução da força muscular decorrente do envelhecimento, levando a um comprometimento de sua capacidade funcional. Objetivo: Verificar a eficácia da FNP como ferramenta de condicionamento. Materiais e métodos: Participaram dez mulheres idosas com idade entre 60 e 70 anos, voluntárias, fisicamente ativas e clinicamente saudáveis. Elas tiveram a força do movimento de flexão de quadril com extensão de joelho analisada por meio de dinamômetro analógico e, após isso, foram divididas aleatoriamente e igualmente em grupo experimental (GE) e grupo controle (GC). O GC foi orientado a continuar com suas atividades normais, enquanto o GE realizou 15 sessões de treinamento no membro inferior (MI) baseado nas diagonais D1 e D2. Ao final, nova coleta dinamométrica dos dois grupos foi realizada e os dados comparados. Resultados: Encontrou-se aumento significativo na média de força do GE, na ordem de 31% (p < 0,01). O GC também obteve aumento de força, porém não significativo (p > 0,05). Discussão: Os resultados confirmam que a FNP — por meio de trabalho inicial de readequação proprioceptiva e de ativação neuromuscular e, após isso, condicionamento das fibras musculares (em especial resistivas) — é capaz de ampliar a força desenvolvida pelo músculo. Conclusão: A FNP mostrou-se eficaz como treinamento muscular para ganho de força, devendo ser melhor analisada como ferramenta de condicionamento físico, por não causar riscos à saúde, ter baixo custo e ser de fácil aplicação.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Idosos em acolhimento institucional: perfil sociodemográfico e capacidade funcional(Universidade Federal do Pará, 2013-08-29) SILVA, Tatiane Bahia do Vale; Daniela Cristina Carvalho de Abreu; http://lattes.cnpq.br/1684331555309311; MAGALHÃES, Celina Maria Colino; http://lattes.cnpq.br/1695449937472051As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) são alternativas emergentes de cuidados não familiares. A presente pesquisa analisou o perfil sociodemográfico e a capacidade funcional de idosos em situação de acolhimento institucional em Belém/Pará. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, quantitativo. Participaram 73 idosos de duas instituições públicas, avaliados pelo Mini Exame do Estado Mental (MEEM), Índice de Katz e de Lawton e nos casos de presença de declínio cognitivo, pela escala de Avaliação da Incapacidade funcional para Demência (DAD). Observou-se o predomínio do sexo feminino (53%) e de idosos solteiros, com idade de 60 a 99 anos, a ausência de familiares como maior motivo para a institucionalização (42,5%) e a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) como a doença mais prevalente (45,3%). No grupo sem declínio cognitivo, em relação à capacidade funcional, constatou-se o predomínio de idosos independentes (85,7%) para as Atividades Básicas de Vida Diária (ABVD) e dependentes moderados para as Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD) e no grupo com comprometimento cognitivo, constatou-se menor predomínio de independentes para ABVD e alta prevalência de dependência severa para as AIVD. O estudo permitiu traçar um perfil recente do idoso residente em ILPI públicas em Belém, os dados indicam semelhança ao restante do país quanto ao maior número de mulheres e a maior prevalência de doenças crônico-degenerativas que cooperam para a incapacidade funcional. Salienta-se a necessidade de adoção de medidas preventivas para a manutenção da capacidade funcional, através da operacionalização de políticas públicas e da atuação multiprofissional.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência de dor neuropática e fatores associados em pacientes oncológicos atendidos em unidade de alta complexidade: análise baseada em escalas validadas de avaliação da dor e da funcionalidade(Universidade Federal do Pará, 2025-08-14) GRELLO, Flávia Adrianne de Castro; CARNEIRO, Saul Rassy; http://lattes.cnpq.br/9162153771863939; https://orcid.org/0000-0002-6825-0239; MAGALHÃES, Maurício Oliveira; COSTA JÚNIOR; http://lattes.cnpq.br/7766377002832983; https://orcid.org/0000-0002-7857-021XIntrodução: O câncer configura-se como uma condição crônico-degenerativa marcada pelo crescimento celular desordenado, podendo ocasionar metástases e provocar intensos desconfortos físicos e emocionais. Entre os efeitos adversos dos tratamentos oncológicos, como quimioterapia e radioterapia, destaca-se a dor neuropática, frequentemente subdiagnosticada e subtratada, e que interfere de forma significativa na qualidade de vida e na funcionalidade do paciente. Esta dissertação objetivou investigar a prevalência de dor neuropática, os fatores clínicos associados e as alterações funcionais em pacientes oncológicos em tratamento ambulatorial no Hospital Ophir Loyola, em Belém/PA. Método: Trata-se de um estudo transversal, quantitativo e observacional, desenvolvido entre junho e dezembro de 2024. Foram incluídos 80 participantes, adultos, com diagnóstico confirmado de câncer e submetidos à quimioterapia e/ou radioterapia. Para a coleta de dados, utilizaram-se instrumentos validados: painDETECT, DN-4, ESAS-r e FACT/GOG-Ntx, além de questionário sociodemográfico. A análise estatística baseou se em testes de associação e regressão logística, considerando nível de significância de p<0,05. Resultados: 80% dos participantes relataram dor, sendo que 32,8% apresentaram escores indicativos de dor neuropática pelo painDETECT, e 43,8% foram classificados com dor neuropática pelo DN-4. A escala ESAS-r foi o único instrumento que demonstrou associação estatisticamente significativa com a presença de dor neuropática (p<0,05), evidenciando seu potencial como ferramenta sensível para triagem dessa condição. Conclusão: a dor neuropática está presente em parcela expressiva dos pacientes oncológicos, sua identificação eficaz depende do uso de instrumentos padronizados. Além disso, destaca-se a necessidade de protocolos clínicos estruturados para avaliação da dor e da funcionalidade, a fim de orientar o cuidado oncológico integral e humanizado.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Responsividade de parâmetros neuromusculares e capacidade funcional a dose mínima de treinamento resistido em mulheres de meia-idade e idosas(Universidade Federal do Pará, 2023-04-24) NORONHA, Ádria Samara Negrão; COSWIG, Victor Silveira; http://lattes.cnpq.br/0097939661129545; https://orcid.org/0000-0001-5461-7119O treinamento resistido (TR) é uma estratégia eficaz para amenizar a perda de força muscular e riscos de limitações funcionais que ocorrem drasticamente a partir dos 55 anos. No entanto, há evidências de variações interindividuais na capacidade de resposta ao TR, visto que algumas pessoas podem ser responsivas e outras não-responsivas ao mesmo protocolo. Desse modo, o objetivo do presente estudo foi verificar a responsividade de mulheres de meia-idade e idosas submetidas ao TR com abordagem de dose mínima e verificar o efeito do protocolo sobre a força muscular e capacidade funcional das participantes. Participaram desta pesquisa 22 mulheres não treinadas, com média de idade de 64,3 ± 7,2 anos, massa corporal de 65,5 ± 9,2 kg e estatura de 152,3 ± 4,3 cm, aleatoriamente designadas para o Grupo Intervenção (INT), submetidas ao protocolo de dose mínima durante 4 semanas ou para o Grupo Controle (CON), que participaram de duas palestras e duas aulas de alongamento. As participantes realizaram as avaliações de força (1 repetição máxima no Leg press 180º, Remada sentada e Supino reto) e capacidade funcional (timed up and go, Physical Performance Battery) antes e ao final das 4 semanas. Para a análise estatística foi realizada a Análise de Variância de medidas repetidas e post-hoc de Bonferroni para dados com distribuição normal, teste Mann Whitney U para dados não normalmente distribuídos, Deltas de variação (Δ%) para apresentar percentuais de mudanças e teste t independente para comparar as médias de percentuais de mudanças entre grupos. O nível de significância adotado foi p< 0,05. O teste de Levene foi usado para verificar a variância entre grupos. Para classificação da responsividade, o desvio padrão da pontuação de alteração no CON foi multiplicado por 1.96. Indivíduos fora dessa faixa foram classificados como Altos respondedores ou Baixos respondedores. Os resultados sugerem 16,6% de Altos respondedores no 1RM do supino reto e 8,4% na estimativa de 1RM no mesmo exercício, com 25% de Altos respondedores para velocidade média e de pico do teste Sentar e Levantar. Com relação às diferenças médias, observou-se aumentos significativos de força muscular somente para INT, sem diferenças entre grupos. Desse modo, conclui-se que 4 semanas de TR realizado com abordagem de dose mínima apresenta uma pequena taxa de Altos respondedores para força de membros superiores e para velocidade de membros inferiores. Além disso, a dose de treinamento utilizada parece ser insuficiente para gerar adaptações de força muscular e capacidade funcional maiores que o controle em mulheres de meia-idade e idosas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Sintomas depressivos, declínio cognitivo e prejuízo funcional em idosos(Universidade Federal do Pará, 2017) UCHÔA, Verediana Sousa; OLIVEIRA, Marília de Fátima Vieira de; http://lattes.cnpq.br/7030765721580568; https://orcid.org/0000-0003-4303-9434INTRODUÇÃO: O envelhecimento populacional é considerado um fenômeno demográfico mundial. No Brasil especificamente observamos uma rápida e consistente expansão demográfica na população idosa, o país conta com cerca de 21 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, representando uma parcela significativa da população total, aproximadamente 11,3%. Como consequência dessa mudança na pirâmide etária, temos o aumento da prevalência de doenças crônicas não transmissíveis, que por sua vez podem levar à incapacidade funcional. Além das doenças crônicas, a saúde mental merece especial atenção, pois afetam frequentemente os idosos, destacando-se a demência e a depressão como sendo as mais prevalentes. Compreender os fatores associados à incidência de depressão, assim como os prejuízos funcionais e cognitivos decorrentes desta condição, nos permite auxiliar na prevenção e identificação precoce desses sintomas, promovendo estratégias específicas de intervenção a fim de evitar ou minimizar danos à qualidade de vida do idoso. OBJETIVOS: Identificar a presença de sintomas depressivos, declínio cognitivo e prejuízo funcional em idosos inscritos no programa de controle da hipertensão arterial e diabetes mellitus da Unidade Municipal de Saúde do Guamá, município de Belém, Pará. MÉTODO: Estudo transversal com uma amostra de 100 idosos. Os dados foram coletados por meio de entrevistas individuais utilizando-se: Mini Exame do Estado Mental (MEEM), Escala de Depressão Geriátrica (GDS-15), Escala de Katz (ABVD) e escala de Lawton e Brody (AIVD) para avaliação da capacidade cognitiva, presença de sintomas depressivos e capacidade funcional respectivamente. Nas análises foi utilizado o teste Qui-quadrado de Pearson para tendência/aderência e associação entre variáveis nominais e teste de Correlação Linear de Pearson para variáveis numéricas. RESULTADOS: O perfil da população estudada é predominantemente do sexo feminino, com baixo nível de escolaridade, baixa renda e faixa etária entre 60-69 anos. A prevalência de depressão foi estimada em 22% da amostra e esteve associada ao sexo feminino e idosos sedentários. Em relação ao estado mental, foi identificado déficit cognitivo em 27% dos idosos entrevistados e a idade do idoso apresentou correlação negativa moderada com o desempenho no MEEM. Quanto à funcionalidade dos idosos entrevistados a maior parte foi considerada independente para a realização de atividades básicas da vida diária e 46% da amostra apresentou dependência nas atividades instrumentais da vida diária. Foi verificado associação entre sintomas depressivos e dependência funcional. CONCLUSÃO: Verificou-se que as mulheres e idosos sedentários são mais suscetíveis à ocorrência de depressão e que a idade é um fator fortemente associado à diminuição do desempenho cognitivo. Constatou-se também que o nível de dependência dos idosos nas AIVD está fortemente associado à presença de sintomas depressivos.
