Navegando por Assunto "Child eating behavior"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Relação entre temperamento infantil, estilo parental e seletividade alimentar em crianças de quatro a sete anos(Universidade Federal do Pará, 2025-03-25) SOUZA, Eliane Mesquita de; TEIXEIRA, Rachel Coêlho Ripardo; http://lattes.cnpq.br/7663300976857946; https://orcid.org/0000-0003-0515-7560; DUTRA, Natália Bezerra; http://lattes.cnpq.br/9477887434121232; https://orcid.org/0000-0002-0766-0795; LOPES, Fivia de Araujo; GOULART, Paulo Roney Kilpp; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/7800966999068746; http://lattes.cnpq.br/2583445528542625; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; https://orcid.org/0000-0002-8388-9786As interações entre temperamento infantil, estilos parentais na alimentação e dificuldades alimentares desempenham um papel central no desenvolvimento do comportamento alimentar infantil. Este estudo transversal examinou como o temperamento infantil e os estilos parentais estão relacionados às dificuldades de alimentação em crianças de quatro a sete anos. Participaram 122 mães/cuidadores principais, que responderam a questionários virtuais sobre dados sociodemográficos, dificuldades alimentares (EBAI), seletividade alimentar (CEBQ), temperamento infantil (CCTI) e estilos parentais na alimentação (QEPA). A pesquisa resultou na produção de dois artigos. No primeiro, identificou-se que práticas parentais mais exigentes estavam associadas a maiores dificuldades alimentares e menor peso infantil, enquanto práticas mais responsivas demonstraram relação inversa. No segundo, observou-se que crianças com maior emocionalidade e menor capacidade de autorregulação apresentaram maior seletividade alimentar, especialmente quando submetidas a estilos parentais mais exigentes e menos responsivos. Além disso, tanto o temperamento infantil quanto os estilos parentais demonstraram ter um papel preditivo na seletividade alimentar. Esses achados reforçam a importância das interações entre pais e filhos na alimentação, evidenciando o impacto do temperamento e das práticas parentais no desenvolvimento de dificuldades alimentares. A compreensão dessas relações pode subsidiar estratégias de intervenção para orientar pais e profissionais da saúde na promoção de hábitos alimentares mais saudáveis e na prevenção de dificuldades alimentares na infância.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Respostas assertivas, autorregras e estilos parentais de mulheres em relação ao comportamento alimentar dos filhos(Universidade Federal do Pará, 2024-06-28) CORRÊA, Gabrielle Fátima Marques; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/001425531015569; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; CARVALHAL, Manuela Maria de Lima; CORRÊA, Hellen Vvianni Veloso; http://lattes.cnpq.br/0708921042608519; http://lattes.cnpq.br/1492707116121325; https://orcid.org/0000-0003-1397-0471O estudo objetivou identificar em que situações, mulheres apresentavam dificuldades de emitir os comportamentos de fazer e recusar pedidos, expressar descontentamento e pedir mudança de comportamentos de seus filhos em relação a alimentação, e as prováveis autorregras associadas a essas dificuldades. Adicionalmente, objetivou verificar se há correlações entre autorrelatos indicativos de assertividade, variáveis sociodemográficas e estilos parentais de alimentação. Para isso, foi realizado um estudo transversal descritivo analítico com 135 mulheres, com idades entre 30 e 50 anos, que possuíam filhos com idade entre 6 e 12 anos, nível superior completo ou incompleto, residentes na região metropolitana Belém-PA. Estas preencheram um Questionário Sociodemográfico, um Questionário de Assertividade em Relacionamentos Afetivos Parentais, um Inventário de Habilidades Assertivas (IHA) e um Questionário de Estilos Parentais na Alimentação (QEPA). Os resultados mostraram que a maioria das participantes apresentaram um escore mediano de habilidades assertivas (50,4%), e que as variáveis, vínculo empregatício, escolaridade e renda apresentaram correlação significativa com a assertividade. Além disso, a maioria das participantes (65,2%) apresentaram escore indicativo de estilo parental permissivo na alimentação dos filhos. As participantes relataram ter dificuldade de emitir os 4 comportamentos alvos, indicando diferentes situações dificultadoras para a emissão destes. Situações que requeriam fazer pedidos relativos à alimentação dos filhos, apresentaram maior ocorrência (74,8%), e as situações que envolviam expressar descontentamento ocorreram em menor frequência (59,2%). As categorias situacionais indicadas com maior frequência foram relativas à ingestão de “ultraprocessados” (26,25%) e “legumes, verduras e frutas” (25,33%). A autorregra mais descrita como motivo para a não emissão dos comportamentos, foi “não irá atender/obedecer” (29,44%), sugerindo que estes comportamentos no passado não foram reforçados. Os resultados contribuem para a ampliação do conhecimento acerca da assertividade de mulheres no relacionamento parental e da influência do estilo parental na alimentação.
