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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Atividade antibacteriana, antioxidante e citotóxica in vitro do extrato etanólico da entrecasca da planta Ouratea hexasperma (EEEOH) (A. St-Hil.) Baill var. Planchonii Engl
    (Universidade Federal do Pará, 2015-09-17) COSTA, Glauber Vilhena da; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390
    Ouratea hexasperma (Ochnacea), popularmente conhecida como “barbatimão do cerrado”, é uma planta muito comum na região do cerrado brasileiro e, vem sendo utilizada para o tratamento de infecções microbianas e inflamações. Por isso, este estudo teve como objetivo avaliar as atividades antioxidante, quantificar teores flavonoides totais (TFT), antibacteriana e citotoxicidade do extrato etanólico da entrecasca da Ouratea hexasperma (EEEOH), bem como realizar sua caracterização fitoquímica. A planta foi coletada no estado do Amapá e em seguida foi realizada extração da entrecasca seca através de maceração à frio com solução etanólica 96% na proporção 2:8 (p/v) durante 1 dia, formando o EEEOH. A caracterização fitoquímica foi realizada através de ensaios cromáticos/precipitação em tubo e o teor de flavonoides foi mensurado através do ensaio com complexação com alumínio utilizando como padrão uma curva de quercetina (40–0,62μg/mL), e a capacidade antioxidante total através do método espectrofotométrico de descoloração do radical ABTS•+ (2,2´azino-bis-3-etilbenzotiazolin 6-ácido sulfônico) - TEAC. A atividade antimicrobiana do EEEOH foi testada frente às bactérias gram-positivas e gram-negativas, através das técnicas de microdiluição em caldo com coloração por resazurina, para a determinação da Concentração Inibitória Mínima (CIM), e de cultivo em placa de petri com posterior contagem das unidades formadoras de colônias (UFC) para a obtenção da Concentração Bactericida Mínima (CBM). A citotoxicidade do EEEOH, foram testadas utilizando leucócitos humanos do sangue periférico, células mononucleares, com diferentes concentrações do extrato e sem nenhum estímulo (controle negativo), e incubação e mantidos a 37ºC, 98% de umidade e 5% de CO2, durante 24h, NO e MDA foram lidas de ELISA e espectrofotômetro em diferentes leituras óticas. A análise fitoquímica preliminar do EEEOH mostrou a presença de taninos, saponinas e flavonóides. O TFT no extrato foi de 1467 ± 264μg equivalentes em quercetina/g de EEEOH. A capacidade antioxidante pelo método de TEAC apresentaram elevada atividade antioxidante, não havendo diferença na capacidade antioxidante (TEAC) entre as concentrações do extrato testadas. O EEEOH apresentou boa ação antibacteriana, principalmente contra as bactérias gram-positivas. Na citotoxicidade por regressão linear se obteve a concentração capaz de matar 50% das células (CC50%), cujo valor foi de 2231,5mg/mL, confirmando que o extrato bruto tem baixa citotoxicidade frente a leucócitos humanos, nas condições testadas. Na produção de NO e MDA verificou-se que o EEEOH não foi capaz de induzir a produção de NO das concentrações testadas. Como também, nenhuma concentração induziu aumento de MDA quando comparado ao controle negativo (RPMI), confirmando a baixa citotoxicidade do extrato in vitro. As análises estatísticas foram realizadas pelo teste Anova uma via e Turkey. Conclui-se que EEEOH possui atividade antibacteriana, antioxidante e baixa citotoxicidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da atividade citotóxica e anti-invasiva da biflorina em linhagens de câncer gástrico do tipo intestinal
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12-03) MOTA, Elizangela Rodrigues da Silva; CALCAGNO, Danielle Queiroz; http://lattes.cnpq.br/1326603355062154; https://orcid.org/0000-0002-4429-2573
    Os produtos naturais são fontes de metabólitos secundários com ampla aplicabilidade farmacológica, incluindo anticâncer. A biflorina, uma orto-naftoquinona prenilada que foi isolada das raízes da planta Capraria biflora L., tem se destacado como potente protótipo a fármaco antitumoral. Entretanto, apesar do potencial promissor, sua capacidade antineoplásica é incipientemente aplicada para o câncer gástrico, um dos tipos de câncer mais incidentes, agressivos e letais, nos âmbitos nacional e global. Neste contexto, este trabalho objetivou analisar a relação estrutura-toxicidade da biflorina pelo mecanismo redox in silico, bem como o potencial citotóxico e antiinvasivo in vitro, utilizando como modelo linhagens de adenocarcinoma gástrico do tipo intestinal, metastática (AGP01) e isolada do tumor primário (ACP03). As análises in silico demonstraram que a biflorina possui característica diferenciada de reatividade, podendo atuar como doadora ou aceptora de elétrons em reações nucleofílicas e eletrofílicas, respectivamente. Além disso, quando comparada a outras naftoquinonas naturais como a β-lapachona e ao lapachol, apresentou melhores propriedades redox e condições de reatividade, porém, com menor efeito tóxico devido a sua capacidade de formar intermediários mais estáveis. A simplificação molecular da biflorina também permitiu inferir que o grupo funcional orto-naftoquinona provavelmente é o mais relacionado à toxicidade das naftoquinonas. Adicionalmente, a biflorina apresentou atividade citotóxica em concentrações consideravelmente baixas para ambas as linhagens, contudo, a citotoxicidade foi mais pronunciada para a AGP01 (CI50 3,1 μM) quando comparada a ACP03 (CI50 4,5 μM) em 48h de tratamento. Em relação à atividade antimetastática, a biflorina reduziu a capacidade de invasão celular somente da linhagem AGP01 (p<0,0001). Os resultados obtidos indicam que a biflorina possui atividade citotóxica para ambas as linhagens de câncer gástrico AGP01 e ACP03, bem como anti-invasiva especificamente para as células metastáticas AGP01. Além disso, foi possível esclarecer a provável citotoxicidade seletiva da biflorina baseada em sua reatividade estrutural.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da citotoxicidade e seletividade do extrato, frações e alcaloide de Geissospermum sericeum (Apocynaceae) em linhagens celulares ACP02, HepG2 e VERO
    (Universidade Federal do Pará, 2017-08-07) BASTOS, Mírian Letícia Carmo; BAHIA, Marcelo de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3219037174956649; DOLABELA, Maria Fâni; http://lattes.cnpq.br/0458080121943649
    O presente estudo avaliou a atividade antitumoral de G. sericeum em linhagens de células tumorais de adenocarcinoma gástrico primário paraense (ACP02), a seletividade e o mecanismo de morte celular. O pó obtido das cascas de G. sericeum foi submetido a maceração exaustiva com etanol e a solução concentrada em evaporador rotativo até resíduo. Para o fracionamento do extrato de G. sericeum utilizou-se extração sob refluxo e partição ácido: base. A fração alcaloídica (FAGS), obtida da partição ácido:base, foi submetida ao fracionamento em coluna cromatográfica aberta, utilizando como fase estacionária Sephadex LH-20 e fase móvel o metanol, dando origem a subfração F6FAGS. Esta subfração foi submetida ao fracionamento através da Cromatografia Líquida de Alta Eficiência Semipreparativa, isolando o alcaloide indólico F3F6FAGs. A atividade antitumoral e a citotoxicidade do extrato etanólico, frações, subfrações e F3F6FAGS foram avaliadas através do ensaio de viabilidade celular com o MTT (brometo de [3-(4,5-dimetiltiazol-2-il) -2,5-difeniltetrazólio]) em células ACP02, células de hepatoma humano (HepG2) e em linhagem de células normais de rim de macaco verde africano (VERO). Foram consideradas ativas como antitumoral as amostras com concentração inibitória (CI50) menor que 100 μg/mL em células ACP02. Foram consideradas citotóxicas as amostras com concentração citotóxica (CC50) menor que 100 μg/mL em células HepG2 e VERO. O índice de seletividade (IS) foi obtido a partir da razão entre os valores da CC50 e CI50 e foram consideradas seletivas as amostras com IS maior que 2, demonstrando que essa atividade é duas vezes mais seletiva para células tumorais. As amostras mais seletivas foram submetidas à quantificação de morte celular com corantes fluorescentes Hoechst 33342 (HO), Iodeto de Propídeo (PI) e Fluoresceína Diacetato (DAF) em 24 e 72 horas de exposição. Todas as amostras foram ativas ou moderadamente ativas para atividade antitumoral e apresentaram moderada atividade citotóxica ou não foram citotóxicas. A FAGS e F3F6FAGS tiveram menor CI50 (FAGS = 18,29 μg/mL e F3F6FAGS = 12,06 μg/mL), maior CC50 (FAGS-CC50 = 173,3 μg/mL para VERO e 299,45 μg/mL para HepG2 e F3F6FAGS CC50 476 μg/mL para células renais e CC50 503,5 μg/mL para células hepáticas) e foram mais seletivas (F3F6FAGS- IS = 39,4 para VERO e IS = 41,74 para HepG2 e FAGS- IS = 9,5 para VERO e IS = 16,37 para HepG2). A FAGS apresentou maior efeito apoptótico e necrótico em 24 e 48h, com o aumento da taxa de necrose nas maiores concentrações e no maior do tempo de exposição. Para o alcalóide, a apoptose e necrose mostraram-se concentração e tempo- dependentes, com menor índice de necrose. Esses resultados sugerem seletividade de F3F6FAGS para câncer gástrico. Porém, a maior citotoxicidade e a menor seletividade da FAGS, provavelmente, estão relacionadas ao sinergismo de seus alcaloides para apoptose e necrose.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do potencial citotóxico e genotóxico do piroxicam em linhagem VERO
    (Universidade Federal do Pará, 2016-08-08) MOYSÉS, Daniele de Araújo; BAHIA, Marcelo de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3219037174956649
    O Piroxicam é um AINE que pertence farmacologicamente a classe oxicam e é indicado para tratar diversos males como artrite reumatoide, dismenorreia primária, endometriose, entre outros. Suas propriedades anti-inflamatórias são bem conhecidas e está relacionada a sua capacidade não seletiva de inibição reversível das COXs, mas sabese pouco a respeito de sua atividade citotóxica e de sua ação no DNA. São escassos dados a respeito dos possíveis efeitos genotóxicos do Piroxicam em células de mamíferos. Esses efeitos podem ser monitorados para a prevenção e controle de algumas reações adversas e efeitos colaterais importantes. O presente estudo foi delineado para investigar os possíveis efeitos genotóxicos e citotóxicos induzidos in vitro pelo fármaco Piroxicam em linhagem de rim de macaco verde africano (VERO). A viabilidade das células expostas ao Piroxicam foi avaliada pelo ensaio MTT, a citotoxicidade do Piroxicam foi verificada pela quantificação de apoptose e necrose utilizando corantes fluorescentes (Hoechst, iodeto de propídeo e diacetato de fluoresceína) e a genotoxicidade do Piroxicam foi avaliada pelo teste do cometa. Os resultados do ensaio de viabilidade celular mostraram que o Piroxicam reduz significativamente (p<0,05) a viabilidade das células nas concentrações de 1,0 mM, 2,0 mM, 4,0 mM e 8,0 mM. Observou-se também que o Piroxicam induz morte significativa (p<0,01) por apoptose em todas concentrações testadas, tanto para tratamento de 24h quanto para 48h. No caso do ensaio cometa, não houve danos ao DNA em nenhuma concentração testada. Os dados defendem a ideia de que o Piroxicam possui atividade citotóxica, mas não apresenta potencial genotóxico nas condições testadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação in vitro do potencial genotóxico e citotóxico do extrato do açaí (Euterpe oleracea) clarificado sobre a linhagem celular AGP01 (câncer gástrico)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-01) SANTOS, Thiago Souza; BAHIA, Marcelo de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3219037174956649; BURBANO, Rommel Mario Rodríguez; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099; https://orcid.org/0000-0002-4872-234X
    O açaí (Euterpe oleracea MART) é uma fruta de grande importância para a região Amazônica em termos nutricionais, culturais e socioeconômicos. Nos últimos anos, o açaí tem sido alvo de diversos estudos devido às suas propriedades benéficas à saúde, incluindo efeitos contra células tumorais. Portanto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar in vitro os efeitos genotóxicos e citotóxicos do extrato do açaí clarificado em uma linhagem celular de câncer gástrico humano metastático (células AGP01). Para fins de comparação, utilizou-se uma linhagem celular não transformada de células epiteliais renais de macaco verde africano (células VERO). Foram realizados o ensaio de viabilidade por redução de resazurina, o ensaio cometa, a determinação da morte celular por corantes fluorescentes diferenciais e o ensaio de migração Wound Healing o de feridas. Foi observada redução na viabilidade apenas na linhagem AGP01 em 72h. Não houve dano genotóxico ou morte celular (através de apoptose ou necrose) em nenhuma das linhagens celulares. Entretanto, o extrato de açaí induziu redução da motilidade em ambas as linhagens celulares. A redução da viabilidade celular e a indução do efeito anti-migratório na linhagem celular AGP01 abrem perspectivas para explorar o potencial da Euterpe oleracea como adjuvante no tratamento do câncer gástrico.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Choice of toothpaste for the elderly: an in vitro study
    (Universidade Federal do Pará, 2015-07) RODRIGUES, Renata Duarte Souza; FERREIRA, Stella da Silva; COUTO, Roberta Souza D'Almeida; LACHOWSKI, Karina Monteleone; SOBRAL, Maria Ângela Pita; MARQUES, Márcia Martins
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos citoprotetor e citotóxico de Annona glabra (Annonaceae)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-10-03) SARMENTO, Rosana Moura; SILVA, Jaqueline Rodrigues da; http://lattes.cnpq.br/8336745480297714; DOLABELA, Maria Fâni; http://lattes.cnpq.br/0458080121943649
    O presente estudo avaliou a o potencial citotóxico e citoprotetor de extrato etanólico obtido de cascas de Annona glabra, suas frações e substâncias isoladas. O pó obtido das cascas de A. glabra foi submetido a maceração com etanol por 7 dias, sendo a solução concentrada em rotaevaporador até resíduo. Com o extrato etanólico de A.glabra foi realizado a partição entre hexano:metanol aquoso (9:1). A Fração metanólica foi fracionada em coluna cromatográfica utilizando como fase estacionária Sephadex e fase móvel o metanol. A citotoxicidade do extrato etanólico e frações foi avaliada através do ensaio de viabilidade celular com o MTT (brometo de [3-(4,5-dimetiltiazol-2-il)-2,5-difeniltetrazólio]). A concentração citotóxica 50% (CI50) foi determinada por regressão linear. O extrato, frações e subfrações foram submetidas a análise em cromatografia em camada delgada (CCD), e reunidas de acordo com características semelhantes. Frações do extrato com CI50 ≤ 30 μg/mL e substância isolada com CI50 ≤ 4 μg/mL são considerados citotóxicos. As frações que apresentaram citotoxicidade moderada a baixa foram submetidas aos ensaios de indução de apoptose e fragmentação de DNA por citometria de fluxo. Também, estas amostras foram submetidas a avaliação de estresse oxidativo pelo método TEAC e DPPH. O extrato de A. glabra (rendimento de 8,39%) foi particionado obtendo-se a fração metanólica (rendimento de 88,14%) e fração hexânica (rendimento de 8,08%). O extrato etanólico, sua fração metanólica e rutina apresentaram baixa citotoxicidade (CI50=137,7; 139,4; > 200 μg/mL, respectivamente). Fração hexânica e subfrações 17 e 19 apresentaram citotoxicidade moderada não significativa (CI50= 45,07; 53,45; 80,65 μg/mL, respectivamente). Todas as amostras avaliadas não induziram células a apoptose, entretanto, extrato etanólico, fração hexânica e rutina promoveram alterações na morfologia das células. Entretanto, fração hexânica, subfrações 6 e 7 apresentaram capacidade de fragmentar DNA das células. O fracionamento do extrato etanólico favoreceu o potencial citotóxico, tendo a fração hexânica como a mais promissora, e a capacidade antioxidantes também foi favorecida tendo o grupo 5 como o mais promissor. Estes resultados sugerem que as amostras de A. glabra apresentam baixo potencial citotóxico, e o mecanismo envolvido não está relacionado a indução de apoptose, e o extrato etanólico contém substâncias com capacidade antioxidante.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudos de citotoxicidade e genotoxicidade de Eleutherine plicata Herb
    (Universidade Federal do Pará, 2014-09-30) GALUCIO, Natasha Costa da Rocha; BAHIA, Marcelo de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3219037174956649; DOLABELA, Maria Fâni; http://lattes.cnpq.br/0458080121943649
    O objetivo do presente trabalho foi realizar estudos fitoquímicos de E. plicata, bem como avaliar a citotoxicidade, o papel do estresse oxidativo e a genotoxicidade. O pó dos bulbos de E. plicata foi submetido à maceração com etanol, a solução concentrada até resíduo em rotaevaporador. O extrato etanólico foi submetido ao fracionamento em coluna cromatográfica aberta de sílica gel, sendo utilizado como fase móvel solventes de polaridade crescente. A fração diclorometano foi submetida ao refracionamento em cromatografia em camada preparativa, utilizando como fase móvel o diclorometano, sendo obtidas 3 subfrações. O extrato etanólico, suas frações e subfrações foram submetidos a análises cromatográficas e espectrofotométricas. Todas as amostras foram submetidas aos ensaios: viabilidade celular (MTT), da capacidade antioxidante (DPPH), cometa e micronúcleo. A partir do extrato etanólico obteve-se uma fração rica em naftoquinona (Fração diclorometano). O fracionamento desta levou ao isolamento da isoeleuterina (fração S2 e majoritária), sendo a fração S3 minoritária (não identificada e não testadas). Estudos cromatográficos e espectrofotométricos permitiram a identificação de S2 (isoeleuterina). O fracionamento contribuiu positivamente para citotoxicidade em células VERO, sendo a amostra mais citotóxica a S1. Para células HepG2, a citotoxicidade foi concentração dependente, sendo que o fracionamento não contribuiu positivamente para esta. Também, em relação ao tempo, quanto maior o tempo de exposição, menor foi a citotoxicidade para as células HepG2. A capacidade antioxidante máxima foi observada para subfração S1, sendo que esta possuiu baixa genotoxicidade em ambos os métodos e foi a mais citotóxica. A fração diclorometano possui uma capacidade antioxidante intermediaria, porém apresentou uma elevada genotoxicidade no ensaio do micronúcleo. A isoeleuterina (S2) mostrou-se menor capacidade antioxidante, menor citotoxicidade e resultados conflitantes na genotoxicidade. O extrato etanólico possuiu a menor capacidade antioxidante, genotoxicidade moderada e menor citotoxicidade. Ao se analisar os resultados verifica-se que: a subfração S1 é a mais promissora como candidato a 9 fármaco antimalárico, visto possuir taxas de citotoxicidade e genotoxicidade em níveis aceitáveis. A isoeleuterina necessita de investigações complementares sobre a genotoxicidade. Em relação à fração diclorometano desaconselha-se seu uso para o desenvolvimento do medicamento antimalárico, visto ser a mais genotóxica.
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