Navegando por Assunto "Equivalence classes"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliando a Aquisição de Relações Intraverbais e de Ouvinte via Instrução Baseada em Equivalência(Universidade Federal do Pará, 2020-06-16) MÉLO JÚNIOR, Abraão Fernando Figueira de; MÉLO E SILVA, Álvaro Júnior; http://lattes.cnpq.br/8960291779730857; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X; MARTINS, Tatiana Evandro Monteiro; SOARES FILHO, Paulo Sergio Dillon; http://lattes.cnpq.br/7616890300950792; http://lattes.cnpq.br/8647259688931170; https://orcid.org/0000-0002-5270-1912Pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresentam déficits característicos em comportamento verbal. Neste sentido, investigações recentes avaliaram a instrução baseada em equivalência (EBI) para otimizar o ensino de relações verbais para esta população. O presente trabalho consiste em dois estudos que avaliaram a efetividade de EBI no ensino de comportamento verbal para três crianças com TEA (duas no Estudo 1 e uma no Estudo 2). Foi avaliado o efeito do arranjo de treino consistente com a formação de classes de equivalência na aquisição de relações consistentes com transitividade e simetria. No Estudo 1, foi avaliada a aquisição de intraverbais e comportamento de ouvinte consistentes com a formação de classes de três e quatro membros. Os resultados apontaram para uma maior eficiência no ensino de parte das relações derivadas. No Estudo 2, avaliou-se o efeito de um arranjo de treino compatível com equivalência na curva de aquisição de intraverbais consistentes e inconsistentes com transitividade. Os intraverbais consistentes não foram estabelecidos, enquanto os inconsistentes foram. Erros coerentes com nomeação bidirecional sugerem a influência de tal repertório no resultado. A partir disto, discute-se o papel do controle contextual de repertórios pré-existentes na eficiência de EBI no ensino de comportamento verbal à população-alvo.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Emergência de relações auditivo-visuais via formação de classes de equivalência com crianças diagnosticadas com autismo(Universidade Federal do Pará, 2015-03-25) MONTEIRO, Patricia Caroline Madeira; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X; GOMES, Camila Graciella Santos; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; SILVA JÚNIOR, Mauro Dias; http://lattes.cnpq.br/2060252495001734; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201; http://lattes.cnpq.br/2665950726942083; https://orcid.org/0000-0002-4268-328X; https://orcid.org/0000-0002-4523-6186; https://orcid.org/0000-0001-8544-4468Crianças diagnosticadas com autismo podem apresentar dificuldade de aquisição de discriminações auditivo-visuais. A inclusão de consequências específicas auditivas em classes de equivalência pode ser uma alternativa para o estabelecimento desse tipo de discriminações. O objetivo do seguinte estudo foi avaliar os efeitos de um procedimento que parte do ensino de relações de identidade com consequências específicas na emergência de relações visuais-visuais e auditivo-visuais com crianças diagnosticadas com autismo. Participaram do estudo, quatro crianças diagnosticadas com autismo, Marlon e Hector (nível 6 no teste ABLA) e Janaína e Valentin (nível 4). Foram utilizadas como estímulos as figuras das bandeiras do Chile (A1) e Peru (A2) e dos mapas do Chile (B2) e do Peru (B1) desenhados em um fundo branco, além das palavras faladas “Chile” (S1) e “Peru” (S2). Quando estímulos da Classe Potencial 1 ou da Classe Potencial 2 funcionaram como S+, respostas corretas foram consequenciadas com reforçadores específicos acompanhados das palavras faladas (respectivamente S1+R1 ou S2+R2). O procedimento incluiu as seguintes fases: Fase 1 - treino de identidade (AA e BB); Fase 2 - testes de discriminações condicionais AB e BA (A1B1 e A2B2; B1A1 e B2A2); se necessário, Fase 3 - treino das relações não emergentes AB e BA; Fase 4 - teste de discriminações auditivo-visuais SA (S1A1 e S2A2); se necessário, Fase 5 - treino de discriminações auditivo-visuais SA; Fase 6 - teste das discriminações auditivo-visuais SB (S1B1 e S2B2). Dois dos 4 participantes (os de nível ABLA 6) mostraram a emergência de relações de equivalência envolvendo os estímulos visuais (AB e BA) e auditivo-visuais SA e SB. Foi, portanto, constatada a inclusão dos estímulos auditivos nas classes após terem sido apresentados como consequências específicas no treino. Esses dados encorajam a continuidade da exploração do estabelecimento de discriminações auditivo-visuais via formação de classes de equivalência com consequências específicas em crianças diagnosticadas com autismo. Outros dois participantes (nível ABLA 4) não alcançaram o critério de aprendizagem no treino de discriminações condicionais arbitrárias. Esses dados confirmam achados da literatura sobre dificuldades de estabelecer esse tipo de discriminação com crianças diagnosticadas com autismo e com baixo nível de funcionamento. É possível que outros repertórios precisem ser previamente ensinados de forma a suprir pré-requisitos.Tese Acesso aberto (Open Access) Estudos sobre discriminações envolvendo estímulos auditivos vocais em crianças diagnosticadas com TEA(Universidade Federal do Pará, 2020-10-02) MONTEIRO, Patricia Caroline Madeira; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X; BARBOZA, Adriano Alves; MARTINS, Tatiana Evandro Monteiro; DIAS, Katarina Kataoka; SILVA, Álvaro Júnior Melo e; http://lattes.cnpq.br/8437625699565416; http://lattes.cnpq.br/7616890300950792; http://lattes.cnpq.br/8403942546562149; http://lattes.cnpq.br/8960291779730857; http://orcid.org/0000-0003-3042-1677; https://orcid.org/0000-0002-5270-1912O estabelecimento de vozes como reforçadores pode favorecer o ensino de discriminações auditivo-visuais com palavras faladas como estímulos auditivos. Considerando a importância do estabelecimento de discriminações auditivo- visuais com estímulos vocais para o desenvolvimento de habilidades sociais e de comunicação, especialmente em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), três estudos foram conduzidos com os respectivos objetivos de: 1. Identificar relações entre desempenhos na Assessment of Basic Learning Abilities-Revised (ABLA-R) e exposição a vozes humanas; 2. Verificar a eficácia de um procedimento de pareamento estímulo-estímulo via aplicativo para aumentar a preferência por exposição a vozes nos participantes com menor preferência por vozes no Estudo 1; e 3. Verificar através do paradigma de formação de classes de equivalência se há diferenças na emergência de relações visuais versus auditivo-visuais após treino de relações totalmente visuais versus auditivo-visuais em crianças com Nível 4 no teste ABLA-R. Participaram dos três estudos, respectivamente, seis, três e seis crianças com TEA. Os resultados do primeiro estudo mostram que não houve relação entre exposição a vozes e Nível ABLA-R, sugerindo que estudos futuros investiguem essa hipótese com um número maior de participantes. No Estudo 2, o procedimento de pareamento estímulo-estímulo não produziu aumento significativo na porcentagem de exposição a vozes. No terceiro estudo, cinco participantes demonstraram aprendizagem de relações arbitrárias visuais visuais testadas, mas não as auditivo-visuais sugerindo que, embora o procedimento utilizado seja uma alternativa para o ensino de relações arbitrárias visuais, ainda é necessário o desenvolvimento de procedimentos adequados para superar o desafio de ensinar relações auditivo-visuais em crianças com desenvolvimento severamente atrasado.
