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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartilha educativa sobre saúde óssea para pessoas que vivem com Diabetes Mellitus
    (Universidade Federal do Pará, 2024-06-21) KHALED, Isabel Jane Campos Lobato; QUEIROZ, Natércia Neves Marques; http://lattes.cnpq.br/5359261920325026
    O Diabetes Mellitus tem sido relacionado a uma pior saúde dos ossos, o que leva a um maior risco de fraturas em pessoas que vivem com diabetes. O DM afeta a saúde óssea de diversas formas. Para prevenir e manejar problemas ósseos em portadores, algumas estratégias precisam ser adotadas, como controle glicêmico rigoroso, dieta com ingestão adequada de cálcio e vitamina D, além de exercícios físicos com ênfase em atividades de fortalecimento. A abordagem educativa valoriza as experiências populares, promove a autonomia do indivíduo no autocuidado. O objetivo deste estudo foi de elaborar uma cartilha educativa com o intuito de gerar conhecimento para o indivíduo, utilizando uma metodologia descritiva-exploratória para o desenvolvimento de uma tecnologia leve em saúde. O material foi produzido a partir de uma linguagem de fácil compreensão e imagens objetivas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Construção de um protocolo de exercícios físicos para o atendimento a pessoas com diabetes mellitus tipo 2: revisão rápida
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-30) RIBEIRO, Andressa Karoline Pinto de Lima; TORRES, Natáli Valim Oliver Bento; http://lattes.cnpq.br/1927198788019996; https://orcid.org/0000-0003-0978-211X
    O Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é responsável por 90-95% de todos os casos de diabetes. Essa forma abrange indivíduos com deficiência relativa de insulina e resistência periférica à insulina. O exercício físico é uma eficiente estratégia terapêutica para o tratamento de pessoas com DM2 por contribuir para o controle glicêmico, assim como por reduzir fatores de risco cardiovasculares, aumentar a aptidão física, contribuir para controle do peso corporal e melhora da qualidade de vida das pessoas. Objetivo:Formular um protocolo de exercícios físicos direcionado a profissionais da saúde para o tratamento e manutenção do controle glicêmico de adultos com Diabetes Mellitus tipo 2. Metodologia: O estudo consiste na elaboração do protocolo a partir de uma revisão rápida de literatura em busca de estudos que investigaram os efeitos de exercícios físicos sobre o controle glicêmico de adultos com Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) para analisar quais os parâmetros do exercício (modalidade, frequência, volume, intensidade, intervalo e progressão) são recomendados para alcançar melhor controle glicêmico na população de interesse. Adotou-se a estratégia PICOT para elaboração dos critérios de inclusão dos estudos e o protocolo PRISMA para a redação do manuscrito. Foram utilizadas as bases de dados PubMed e LILACS. O processo de seleção dos estudos ocorreu através de 4 etapas: identificação, seleção por título e resumo, avaliação de elegibilidade e inclusão. Duas autoras extraíram independentemente os dados sobre população, intervenção e resultado de cada estudo, e as informações extraídas foram organizadas em quadros. A qualidade metodológica de cada estudo foi analisada com base na escala PEDro (PROSPERO - CRD 42021262614). Resultados: De um total de 1152 artigos, 17 estudos preencheram os critérios de inclusão e foram analisados. O total de 1.141 (745 em grupos de exercícios e 396 em grupos de controle sedentário) pessoas com DM2 foram incluídas. Quanto ao tipo de estudo 15 (88,2%) eram ensaios clínicos randomizados e 2 (11,8%) eram ensaios clínicos não randomizados. A idade dos pacientes variou de 45,6 a 61,7 anos. O tempo médio de intervenção foi de 17 semanas, variando entre 9 e 48 semanas. Seis estudos 35,3% relataram não ter ocorrido nenhum evento adverso durante a intervenção, dois (11,8%) relataram algum evento e nove (52,9%) não apresentaram nenhuma informação. O embasamento teórico obtido a partir da revisão rápida e de outros estudos, embasaram a construção de um protocolo de orientação para profissionais acerca do exercício físico como tratamento da DM2 e manejo do controle glicêmico. Foram elaborados os seguintes elementos: quadros de conceitos, fluxogramas e textos explicativos construídos com linguagem objetiva e de fácil compreensão como ferramentas didáticas a fim de auxiliar na rotina ambulatorial de profissionais responsáveis pela prescrição de exercícios no manejo dos pacientes atendidos em todos os níveis de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS). Discussão: Os treinamentos aeróbio, resistido e combinado estão associados a diminuições da HbA1c, glicemia de jejum ou glicemia pós prandial. porém os treinamentos combinados devem ser priorizados, pois aparentam ter efeitos maiores sobre o controle glicêmico do que os de qualquer método sozinho. Conclusão: O protocolo criado a partir desta revisão visa ofertar aos profissionais atuantes nos diversos níveis de atenção em saúde do SUS, informações atualizadas, objetivas, apresentadas de forma didática sobre o exercício físico como forma de tratamento do DM2. Recomenda-se que os protocolos de exercícios físicos incluam exercícios resistidos e aeróbios, pois seus efeitos são maiores sobre o controle glicêmico do que os de qualquer método sozinho.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Controle glicêmico e automonitorização da glicemia capilar: uma cartilha regionalizada para o paciente diabético
    (Universidade Federal do Pará, 2022-02-04) CAVALCANTE, Regina do Socorro Oliveira Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; FELÍCIO, Karem Miléo; http://lattes.cnpq.br/5289063715182942
    O diabetes mellitus configura-se hoje como um problema de saúde em âmbito mundial, trazendo sérias complicações micro e macro vasculares quando não tratado adequadamente; é tido como doença de difícil controle pois seu tratamento demanda mudanças em diversos aspectos da vida do indivíduo. O tratamento consiste em tentar manter o controle glicêmico, ou seja, manter os níveis de glicemia no organismo em proporções aceitáveis; exige disciplina para que as medicações sejam usadas corretamente; mudanças de hábito alimentar, mantendo uma dieta saudável, seguindo plano alimentar individual prescrito por profissional competente, e abandono do sedentarismo com realização de atividades físicas regulares. O controle glicêmico pode ser realizado através de exames de sangue periódicos como glicemias de jejum, hemoglobina glicada, e também através da automonitorização da glicemia capilar, onde o próprio paciente atua avaliando seus níveis de glicemia diariamente e ajustando quantidades de insulina conforme orientação do seu médico. As técnicas e parâmetros da automonitorização são repassados ao paciente através de Educação em Saúde, pela equipe responsável pelo seu acompanhamento. Observando-se a importância de o paciente diabético manter o controle glicêmico, visando prevenir complicações da doença, buscou-se realizar este estudo, que tem como objetivo principal, a produção de uma cartilha regionalizada para o paciente diabético, contendo as principais orientações sobre controle glicêmico e automonitorização da glicemia capilar, com uma linguagem de fácil compreensão e ilustrações que auxiliem no entendimento por parte dos mesmos; as informações foram obtidas através de uma revisão de literatura. Pretende-se realizar a implantação da cartilha na atenção primária a saúde, em Belém-PA, primeiramente com instruções sobre o assunto para a equipe de saúde que esteja atuando, para que assim, a cartilha seja repassada ao usuário com as devidas informações e esclarecimentos, para promoção do autocuidado em diabetes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Educação permanente em saúde: mecanismo indutor do processo educativo no cotidiano do trabalho
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-29) DIAS, Geyse Aline Rodrigues; LOPES, Márcia Maria Bragança; http://lattes.cnpq.br/6740484061412959
    O estudo tem como objetivo desvelar o desenvolvimento da proposta de educação permanente em saúde (EPS) em um município paraense, identificando as dificuldades e a influência destas no processo educativo no cotidiano do trabalho em saúde, tendo em vista a necessidade de se discutir sobre a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), a fim de modificar as práticas, qualificar a assistência em saúde, avaliar suas influências e reflexos para consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). No referencial teórico, utilizam-se os pressupostos da concepção pedagógica libertadora de Paulo Freire. Participaram do estudo quarenta e três (43) sujeitos, entre coordenadores e demais profissionais da saúde envolvidos nas propostas de educação permanente do município de Benevides-PA. Trata-se de um Estudo de Caso único holístico, de abordagem qualitativa e, segundo seus objetivos, com uma estratégia explanatória e descritiva (YIN, 2005). O período de coleta de dados foi de fevereiro a junho de 2014, por meio de entrevista focada, orientada por Yin (2015), a partir da utilização de protocolo de entrevista. Utilizou-se para a análise uma estratégia analítica geral denominada “Contando com proposições teóricas”, orientada por Yin (2015), alicerçada nas proposições teóricas da Educação Permanente em Saúde e do Processo Educativo no Cotidiano do Trabalho em Saúde, seguida do procedimento analítico de Strauss; Corbin (2008), do qual emergiram no total três (03) categorias, quais sejam: “Compreensão sobre Educação Permanente em Saúde”, “Processo de Educação Permanente em Saúde vivenciado no Cotidiano do Trabalho”, “Importância da Educação Permanente no Cotidiano do Trabalho em Saúde”; e oito (08) subcategorias, quais sejam: “Conceito de Educação Permanente em Saúde”, “Objetivo da Educação Permanente em Saúde”, “Demandas das ações a serem desenvolvidas”, “Elaboração do Projeto de Educação Permanente em Saúde”; “Desenvolvimento das ações de Educação Permanente em Saúde”, “Avaliação das ações de Educação Permanente em Saúde”, “Dificuldades no desenvolvimento das ações de Educação Permanente em Saúde”, e “Influência da Educação Permanente em Saúde no cotidiano do trabalho”. Os resultados mostraram que o desenvolvimento da proposta de EPS implantada no município está em fase inicial, pois a partir do que orienta a PNEPS, é imprescindível a interação e articulação entre as esferas de gestão, equipes de saúde, o ensino e a comunidade, entretanto, evidenciou-se um processo de relação vertical, hierárquico e centralizador da gestão, com predomínio de processos educativos tradicionais, de repasse de informações com pouco ou nenhum processo de reflexão crítica da realidade. Compreende-se que o município vive uma fase desafiadora de implementação da EPS, nessa perspectiva, sugere-se priorizar e criar mais momentos e espaços coletivos, dialógicos de planejamento participativo com todos os envolvidos, para assim favorecer processos horizontais de produção de saúde, elaboração e desenvolvimento de atividades pedagógicas problematizadoras, crítico-reflexivas, que atendam as reais necessidades dos trabalhadores e usuários, bem como, contribuir à motivação e valorização profissional, desenvolvendo e ampliando os serviços e colaborando efetivamente com o processo de consolidação do SUS.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Elaboração e validação semântica de tecnologia educacional sobre sífilis para mulheres ribeirinhas da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2022-07-11) FERNANDES, Ticianne Alcântara de Oliveira; ABEN-ATHAR, Cintia Yolette Urbano Pauxis; http://lattes.cnpq.br/8844398079793605; https://orcid.org/0000-0002-6951-3547
    A população ribeirinha tende a apresentar alta prevalência de infecções sexualmente transmissíveis, relacionadas às vulnerabilidades comportamentais e sociais, com destaque à baixa escolaridade, o que dificulta a promoção de saúde sexual. Neste sentido, as tecnologias educacionais em saúde, quando validadas, são aliadas no processo de disseminação de informações de qualidade e seguras. Objetivo: Este estudo teve por objetivo elaborar e validar a semântica de uma cartilha sobre sífilis com base no conhecimento de mulheres ribeirinhas. Metodologia: Trata­-se de uma pesquisa metodológica realizada em três etapas, sendo elas respectivamente: elaboração da tecnologia educacional em saúde;aplicação do teste piloto na ilha do Maracujazinho, no município do Acará e validação da semântica pelo público-­alvo na ilha do Combu, em Belém do Pará. Resultado: A etapa de elaboração foi realizada com base no diagnóstico situacional, para seleção de tema gerador, e por uma revisão integrativa da literatura, que identificou a tecnologia educacional em saúde impressa do tipo cartilha como adequada para abordar a temática. No teste piloto, realizado com 22 mulheres ribeirinhas, ocorreu a avaliação da tecnologia onde foi obtido índice de validade semântica igual a 1, ou seja, com 100% de concordância das respostas em todos os blocos de perguntas do questionário de avaliação. Na terceira etapa efetivou­-se a validação semântica com 23 mulheres da ilha do Combu, onde se obteve índice de validade semântica igual a 1, ou seja, 100% de concordância utilizando o mesmo questionário de avaliação do teste piloto. Conclusão: A tecnologia educacional necessitou de adequação apenas na qualidade do papel de impressão, seus demais quesitos foram considerados apropriados e satisfatórios. A cartilha pode ser considerada válida semanticamente para abordar o tema sífilis com mulheres ribeirinhas. Futuramente a cartilha receberá validação de confiabilidade e estabilidade do conteúdo por juízes especialistas da área da saúde e de outras formações de nível superior.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estratégias educacionais em saúde para mitigar o estigma da tuberculose sofrido pelos pacientes e familiares: revisão integrativa de literatura
    (Universidade Federal do Pará, 2020-08-24) AZEVEDO, Leyvilane Libdy; GONÇALVES, Lucia Hisako Takase; http://lattes.cnpq.br/6191152585879205; https://orcid.org/0000-0001-5172-7814; POLARO, Sandra Helena Isse; http://lattes.cnpq.br/7875594038005793; https://orcid.org/0000-0001-5026-5080
    INTRODUÇÃO: A tuberculose é uma doença infectocontagiosa, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis. Trata-­se de uma das doenças mais antigas que recebeu vários significados diferentes, de acordo com o período histórico. As condições sociais precárias da maioria dos portadores exigem dos serviços de saúde compromisso, envolvimento e o reconhecimento do seu impacto nas várias dimensões da vida humana, sendo necessária a percepção dessas questões e o entendimento da sua possível influência na busca pelos serviços de saúde. OBJETIVO: O presente estudo tem como objetivo analisar as estratégias educacionais de saúde que visam a desestigmatização da tuberculose entre portadores e seus familiares. MARCO CONCEITUAL: Utilizou-­se como marco conceitual o conceito de Prática Baseada em Evidência e Estigma abordado por Goffmann. MÉTODO: Trata-­se de uma Revisão Integrativa de Literatura acerca de estudos sobre estratégias educacionais de saúde que visam a desestigmatização da tuberculose entre portadores e seus familiares. Esta foi conduzida em seis etapas, a saber: elaboração da questão de pesquisa; amostragem; categorização dos estudos; avaliação dos estudos; interpretação dos resultados; e apresentação da revisão. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Um total de 429 estudos foram identificados, excluíram­-se aqueles duplicados, resultando­-se 266 artigos. Após a leitura dos resumos e aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram pré­-selecionados 40 estudos. Destes, 12 foram excluídos por não se apresentarem no modo open acess. Em seguida, foi realizada uma leitura criteriosa dos demais artigos, dos quais se selecionaram 6 para compor a amostra desta revisão integrativa. Após a leitura minuciosa e a coleta dos dados dos artigos incluídos na RI, emergiram as seguintes categorias temáticas relacionadas ao objeto de estudo: Estigma, mitos e conceitos; e Estratégias educacionais em saúde. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Com base nos resultados encontrados, apontam-­se as estratégias educacionais direcionadas a pacientes e a familiares como o melhor caminho para a redução do estigma nesse núcleo. O estudo apontou fragilidades no que tange a achados que tratam de estratégias educacionais direcionadas a esse binômio, uma vez que foram identificados apenas 6 artigos, sendo a maioria com baixo nível de evidência. A baixa produção de estudos brasileiros permite uma reflexão acerca da necessidade do desenvolvimento de pesquisas e de discussões nacionais mais amplas sobre a implementação de estratégias com o objetivo de reduzir o estigma associado à doença
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Exercício físico e controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus tipo 1: uma revisão rápida e proposta de material informativo e didático
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-28) OLIVEIRA, Adriana Alves; TORRES, Natáli Valim Oliver Bento; http://lattes.cnpq.br/1927198788019996; https://orcid.org/0000-0003-0978-211X
    A Diabetes Mellitus (DM) se caracteriza por um distúrbio metabólico que causa a hiperglicemia nos pacientes acometidos, é atualmente um dos grandes problemas de saúde pública, por incidir cada vez mais pessoas ao redor do mundo e por gerar custos cada vez mais elevados. Dentre as suas classificações, tem-se a Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1), que constitui a patologia foco de nosso estudo. A DM1 pode ter origem desconhecida ou autoimune, agredindo as células Beta do pâncreas, produtoras de insulina, hormônio responsável por captar a glicose para as células. Como resultado, a glicose não é captada para gerar energia, causando hiperglicemia no organismo, além de não controlar a gliconeogênese hepática. Pessoas que têm DM1 podem apresentar diversos tipos de complicações, sejam elas micro (nefropatias, neuropatias, retinopatias) ou macrovasculares (doenças coronarianas e/ou acidente vascular cerebral), daí a importância de se promover um adequado controle glicêmico nestes pacientes, de modo a prevenir tais complicações. Para isso, vários estudos têm mostrado que além de uma dieta balanceada e tratamento medicamentoso, é importante inserir na rotina dos pacientes com esta síndrome metabólica, a prática de exercícios físicos regularmente. Portanto, o objetivo deste trabalho foi analisar os efeitos dos exercícios físicos sobre o controle glicêmico de pacientes com DM1, através de uma revisão rápida da literatura (PROSPERO nº CRD42021277762), para elaborar uma cartilha informativa aos profissionais que atuam com tais pacientes, além da criação de material didático para discussão sobre a introdução de exercícios físicos na rotina de pessoas com Diabetes Mellitus tipo 1 (CAAE 39536920.5.0000.0017). Nossa revisão da literatura aponta que, independentemente da modalidade praticada, realizar exercícios físicos apresenta vários benefícios à saúde, como redução da dosagem da medicação, melhora do bem estar físico, do condicionamento cardiovascular, melhora da resistência à insulina, do perfil lipídico, entre outros. A partir do embasamento teórico através da revisão rápida e da leitura de posicionamentos guias e documentos de sociedades, além da leitura de artigos recentes e relevantes para o cuidado a pessoa com diabetes, foi construída uma cartilha informativa direcionada aos profissionais da saúde e material didático para discussão sobre a introdução de exercícios físicos na rotina de pessoas com Diabetes Mellitus tipo 1. A cartilha possui duas partes principais: uma primeira parte teórica, construída de modo objetivo e sintético, composta por informações sobre o diabetes, sua fisiopatologia, principais complicações e os efeitos do exercícios físico na pessoa com DM1, além de fluxograma para nortear a decisão sobre a indicação e segurança para a prática de exercícios físicos em função da glicemia e fatores de risco. A segunda parte da cartilha foi construída de forma ilustrativa para configurar-se como um instrumento didático para a discussão com os profissionais da saúde sobre as informações e cuidados necessários, prévios ao início de um programa de exercícios, de modo a garantir a segurança do paciente. Esta segunda parte foi composta por diálogos entre a personagem Bete (pessoa com DM1) e a profissional (Dra. Cinesia).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Letramento funcional em saúde dos idosos acerca de acidentes por queda e sua prevenção
    (Universidade Federal do Pará, 2017-12) NEVES, Aline Bento; GONÇALVES, Lucia Hisako Takase; http://lattes.cnpq.br/6191152585879205; https://orcid.org/0000-0001-5172-7814; ARAÚJO, Eliete da Cunha; http://lattes.cnpq.br/5906453187927460; https://orcid.org/0000-0002-1312-4753
    Introdução: Os acidentes por quedas, principalmente entre idosos, são considerados eventos de causas externas de morte que são responsáveis por cinco milhões de mortes, representando aproximadamente 9% da mortalidade mundial. No Brasil, esse evento representa a terceira causa de morte. O letramento funcional em saúde relaciona-se com o conhecimento, a motivação, as competências das pessoas em buscar, compreender e avaliar as informações de saúde para então, poderem tomar decisões sobre promoção da saúde, prevenção de doenças e melhoria de sua qualidade de vida. Objetivo: Conhecer o estado de letramento funcional em saúde dos idosos acerca de acidentes por queda e sua prevenção. Metodologia: Estudo do tipo exploratório-descritivo de abordagem qualitativa. Foram entrevistados 80 idosos frequentadores de praças públicas em Belém/PA, sendo 40 idosos da Praça A (de bairro de classe média) e 40 idosos da Praça B (de bairro de classe baixa), aplicando-se o Instrumento “Alfabetização em saúde”, traduzido e adaptado por Lisiane Paskulin et al. para uso em contexto brasileiro. Os dados sociodemográficos iniciais foram analisados por estatística descritiva. A análise qualitativa dos conteúdos das respostas de questões abertas foram categorizados segundo suas diferentes dimensões, considerando a natureza e sua frequência. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFPA-Hospital Barros Barreto, parecer, n. 2.095.048. Resultados: Em ambos os grupos de idosos houve preponderância do sexo feminino. Maior escolaridade foi observada nos idosos da praça "A", com 5 a 9 anos de estudo (62,5%), quando comparados aos idosos da praça "B” com 1 a 4 anos de estudo (42,5%). A maioria dos residentes de ambas as praças morava em casa própria. A análise dos dados de letramento foram distribuídos em cinco dimensões: buscar informações sobre quedas, compreender as informações sobre quedas, partilhar informações sobre prevenção de quedas, repercussão da informação para o idoso sobre a prevenção de quedas e participar de grupos de educação em saúde. O estado de letramento funcional em saúde, tanto dos idosos com maior escolaridade ou não, prevaleceu um baixo índice de letramento. Conclusão: O baixo nível de letramento funcional em saúde, mais especificamente em acidentes por quedas e sua prevenção, constatou flagrante lacuna em educação para saúde. As baixas percentagens de respostas dos idosos nas diferentes dimensões do Letramento em Saúde revelaram aparente conformidade e passividade acerca de informações sobre saúde e seus cuidados.
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