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  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Distanciamento social, atividade física e COVID-19: implicações no Diabetes Mellitus tipo 1 no Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2021-05-04) VASCONCELOS, Paulo Henrique Carmona de; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; COSTA E SILVA, Anselmo de Athayde; http://lattes.cnpq.br/4794918582092514; https://orcid.org/0000-0001-5265-619X; FARIAS, Letícia Miquilini de Arruda; CAMPOS, Italo Sergio Lopes; ROCHA, Fernando Allan de Farias; http://lattes.cnpq.br/1667910071509974; http://lattes.cnpq.br/5549357037582788; http://lattes.cnpq.br/3882851981484245; https://orcid.org/0000-0002-3975-4091; https://orcid.org/0000-0002-0761-6575; https://orcid.org/0000-0002-6148-1050
    Há evidências de que o descontrole glicêmico e o diabetes sejam fatores de risco para complicações relacionadas ao COVID-19. Para minimizar os riscos de contágio, medidas de distanciamento social foram adotadas no Brasil em março de 2020. No entanto, o isolamento social pode dificultar a adesão a um estilo de vida saudável, principalmente relacionado à prática de atividade física e controle do estresse. O objetivo do presente estudo foi avaliar os possíveis impactos das medidas de distanciamento social nos hábitos e prática de atividade física de indivíduos com diabetes tipo I. Tratou-se de um estudo transversal realizado em julho de 2020 por meio de um formulário online para coleta de dados sociodemográficos, situação financeira, prática de atividade física e distanciamento social. Quanto aos resultados 472 pessoas (406 mulheres e 66 homens) responderam ao formulário e 404(85.6%) relataram estarem respeitando as medidas de distanciamento social. A condição de distanciamento social afetou negativamente a prática de atividade física na adesão ao hábito de praticar, na frequência, duração e percepção de mudança na intensidade durante o distanciamento. Apesar de a maioria relatar pouco estresse no ambiente doméstico em situação de distanciamento, foram relatados grandes impactos financeiros e de convívio social. Quanto às associações entre as principais variáveis, foi encontrada associação direta entre perceber muito estresse no ambiente doméstico e parar de fazer atividade física. Também percepções de piores graus de tolerância ao distanciamento social estavam associadas a menor prática de atividade física. Apesar de não ter sido encontrada associação entre adesão às medidas de distanciamento social e mudança no hábito de praticar atividade física nos indivíduos que seguiram se movimentando durante a pandemia, verificou-se que manter o hábito de praticar atividade física estava associado a diminuir a intensidade desta prática. Portanto o distanciamento social e algumas de suas consequências prejudicaram a prática de atividade física como parte do tratamento de indivíduos com diabetes tipo I, tanto no hábito de praticar quanto nas características destas práticas de atividade física como frequência, duração e intensidade.
  • TeseAcesso aberto (Open Access)
    Estudo Longitudinal das Medidas Preventivas de Distanciamento Social e seu Impacto no Comportamento e Autorregulação Alimentar, Estresse, Ansiedade e Índice de Massa Corporal Comparação entre Brasil e Chile Durante e Após Pandemia da COVID-19
    (Universidade Federal do Pará, 2024-01-29) ESPEJO, Cristian Ariel Neira; PEDROSO, Janari da Silva; http://lattes.cnpq.br/4096274367867186; http://orcid.org/0000-0001-7602-834X; GOUVEIA JUNIOR , Amauri; FARIAS, Letícia Miquilini de Arruda; PATIÑO, Diana Milena Cortés; MACIEL, Marinalva Cardoso; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274; http://lattes.cnpq.br/1667910071509974; http://lattes.cnpq.br/6818778734031623; http://lattes.cnpq.br/7097094334421162; https://orcid.org/0000-0003-1710-9662; https://orcid.org/0000-0002-3975-4091
    A pandemia da Covid-19 resultou em medidas sanitárias como distanciamento e isolamento social em escala global. No entanto, essas ações suscitaram incerteza e resistência, afetando a saúde mental. Além disso, surgiram preocupações sobre possíveis impactos negativos na alimentação das pessoas. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar o impacto das medidas preventivas de distanciamento social adotadas durante a pandemia de COVID-19, ao longo do tempo e em dois países diferentes (Brasil e Chile), nas alterações da conduta e autorregulação alimentar, nos níveis de estresse, ansiedade e IMC. Para atender a esse objetivo, foram conduzidos três estudos complementares. O primeiro estudo consistiu em uma revisão sistemática da literatura, que explorou as pesquisas iniciais sobre as principais consequências da pandemia na saúde nutricional. O segundo estudo teve como objetivo realizar uma análise confirmatória da estrutura de fatores do questionário revisado de três fatores de alimentação (TFEQ-18). Os resultados obtidos forneceram evidências da adequada validade e confiabilidade do TFEQ-18 em uma população não clínica de adultos, além de revelarem que os níveis de ansiedade, estresse e autorregulação alimentar estavam relacionados aos padrões alimentares que um indivíduo poderia desenvolver O terceiro estudo avaliou os efeitos das medidas de distanciamento social adotadas durante a pandemia da Covid-19, ao longo do tempo e em dois países diferentes (Brasil e Chile), sobre as mudanças no comportamento e na autorregulação alimentar, nos níveis de estresse, ansiedade e Índice de Massa Corporal (IMC). Descobriu-se que, embora tenham havido diferenças no comportamento alimentar entre indivíduos do Brasil e do Chile, essas discrepâncias não estavam relacionadas às medidas preventivas de distanciamento social. Em contrapartida, observou-se um impacto significativo dessas medidas nos níveis de estresse, ansiedade e IMC. Além disso, o estudo destacou que tanto o isolamento social quanto o distanciamento físico afetaram de forma semelhante o comportamento e a autorregulação alimentar, mas com efeitos divergentes nos níveis de estresse e ansiedade. Os resultados dos três estudos mostraram que as consequências catastróficas antecipadas no início da pandemia foram cumpridas parcialmente. Além disso, foi demonstrado que as medidas de distanciamento social adotadas durante a pandemia impactaram de forma diferenciada nos países do Brasil e do Chile.
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