Navegando por Assunto "Minerais"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Considerações lito-estruturais sobre o duplex transpessivo Serra Pelada(Universidade Federal do Pará, 1992-07-18) OULD LAB, Khalifa; COSTA, João Batista Sena; http://lattes.cnpq.br/0141806217745286Dissertação Acesso aberto (Open Access) Dispersão geoquímica dos elementos Si, Al, Fe, Mn, Na, K, Cu e Zn nos solos e sua aplicação na caracterização de áreas geoquimicamente homogêneas(Universidade Federal do Pará, 1980-05-13) SILVA, Waldise Rossycléa Lima da; RONCAL, Juan Rolando ZuletaVariações na composição química dos solos são usadas na caracterização de subáreas geoquímicamente homogêneas. A aplicação dessa metodologia, numa região de clima tropical úmido e de relevo ondulado, constitui o objetivo principal do presente trabalho. Amostras de lato- solos vermelhos (Horizonte B) desenvolvidos sobre granitos, arenitos e basaltos ocorrentes na região do granito central da serra dos Carajás, estado do Pará, foram analisados para os elementos Si, Al, Fe, Mn, Na, K, Cu e Zn por espectrofotometria de absorção atômica. Com base nos critérios de similaridade na composição química os solos foram separados em grupos diferentes. A distribuição geográfica dos diversos grupos permitiu estabelecer uma estreita relação entre as diferentes litologias subjacentes e os solos correspondentes.Tese Acesso aberto (Open Access) Estudo da paratuberculose em búfalos (Bubalus bubalis) no estado do Maranhão(Universidade Federal do Pará, 2016-03-11) REIS, Alessandra dos Santos Belo; BARBOSA NETO, José Diomedes; http://lattes.cnpq.br/1516707357889557Este trabalho objetivou estudar a paratuberculose (PTB) em bubalinos no estado do Maranhão (MA). Para isso foram realizadas a utilização da biópsia retal como ferramenta auxiliar na coleta de amostras para o diagnóstico ante mortem da PTB; dosagem de teores de cobre (Cu), zinco (Zn) e ferro (Fe) em animais positivos para PTB, assim como, o relato da detecção de Mycobacterium avium subesp. paratuberculosis (Map) em útero e feto bubalino. No primeiro estudo foram realizadas 140 biopsias retais em bubalinos das raças Murrah, Mediterrâneo e seus mestiços, com idade acima de três anos, no município de São Mateus, MA. Essas biópsias foram processadas por meio das técnicas de Ziehl-Neelsen (ZN) e reação em cadeia da polimerase quantitativa (qPCR). Adicionalmente foi realizada necropsia de 11 búfalos com sinais clínicos sugestivos de PTB, coletadas amostras de íleo e linfonodo mesentério (LM) para a realização de ZN e qPCR. Pela colaboração de ZN das biopsias retais, 4,3% (6/140) apresentaram bacilos álcool-ácidos resistentes (BAAR) e na qPCR, 5% (7/140) tiveram amplificação do material genético. As lesões anatomopatológicas de quatro animais foram compatíveis com lesões sugestivas de PTB, apresentaram BAAR e amplificação de material genético. A concordância entre a biopsia retal e a analise dos tecidos de íleo e LM, segundo o teste Kappa foi alta (k=0,792). No segundo estudo, foram realizadas 13 necropsias em búfalos de raças Murrah, mediterrâneo e seus mestiços, com idade acima de três anos, nos municípios de São Mateus e São Luís, MA. Foram coletadas amostras de íleo e LM para pesquisa de Map e de fígado para dosagem de minerais (Cu, Zn e Fe). Sete búfalos foram positivos PTB e alocados no Grupo 1; e seis búfalos foram negativos e alocados no Grupo 2. Na dosagem dos microminerais, os búfalos do Grupo 1 apresentaram níveis abaixo dos valores de referência para Cu e Zn. observou-se que as medias dos teores de Cu foi 18,0ppm. Os teores de Fe em ambos os grupos foram elevados (>669ppm). O terceiro estudo foi conduzido em uma propriedade em São Luís, MA. Uma búfala prenha, com acentuada debilidade física e com suspeita clinica de PTB foi eutanasiada e necropsiada. Foram coletadas fragmentos de íleo, LM, útero e placenta da fêmea; fragmentos de rim, fígado, vaso umbilical e sistema digestivo (SD) do feto e analisadas através de ZN e qPCR. A fêmea foi positiva em amostras de íleo, LM e útero na qPCR e o feto foi positivo no SD. No íleo, LM e nas fezes foram observados BAAR. Conclui-se que a analise de biopsia retal pode ser empregada para auxiliar no diagnostico ante mortem. A PTB pode induzir quadros de deficiência mineral com consequente piora do quadro clínico da doença. E a presença de Map em búfalos pode ocorrer em vários órgãos, inclusive no sistema reprodutivo e a transmissão intrauterina pode ocorrer nesta espécie.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Implantação do método Sm-Nd em minerais metamórficos e sua aplicação em rochas da região central do Amapá, sudeste do Escudo das Guianas(Universidade Federal do Pará, 2002-08-05) OLIVEIRA, Elma Costa; LAFON, Jean Michel; http://lattes.cnpq.br/4507815620234645Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Mineralogy and chemistry of the green stone artifacts (muiraquitãs) of the museums of the Brazilian State of Pará(2012-03) MEIRELLES, Anna Cristina Resque; COSTA, Marcondes Lima daOs muiraquitãs foram considerados de proveniência asiática ou, também, como peças esculpidas pelas lendárias mulheres guerreiras, as Amazonas. São peças, hoje, muito raras, encontradas em alguns acervos de Museus. Estudos mineralógicos e químicos de 23 peças do acervo dos Museus de Gemas e do Encontro em Belém, Brasil, mostraram que os muiraquitãs podem ser constituídos, tanto de quartzo, como de albita, ou microclínio, pirofilita, variscita, anortita e tremolita (equivalente ao jade nefrítico), minerais frequentes em formações geológicas do Brasil. No entanto quatro peças são constituídas de jadeíta, ou seja, em jade jadeítico, raro e desconhecido na Amazônia e Brasil. A constatação da presença desse mineral reacende a discussão em torno da origem mineralógica dos muiraquitãs encontrados na Amazônia. Essa origem, antes da atual descoberta, era defendida como amazônica, devido à ausência de jade jadeítico nas peças pesquisadas e pelo fato de jadeíta não ter sido encontrada no Brasil, mas na América Central e na Ásia.Tese Acesso aberto (Open Access) Petrologia de granitos alcalinos com alto flúor mineralizados em metais raros: o exemplo do Albita-granito da mina Pitinga, Amazonas, Brasil(Universidade Federal do Pará, 2000-11-23) COSTI, Hilton Túlio; DALL'AGNOL, Roberto; http://lattes.cnpq.br/2158196443144675Os depósitos minerais ocorrentes na mina Pitinga relacionam-se aos granitos Proterozóicos Água Boa e Madeira, os quais são intrusivos em rochas vulcânicas ácidas do Grupo Iricoumé, de idade 207Pb/206Pb de 1888 ± 3 Ma. O granito Madeira é composto por quatro fácies. As facies precoces são um anfibólio-biotita-sienogranito porfirítico metaluminoso, localmente com textura rapakivi, que mostra idade 207Pb/206Pb de 1824 ± 2 Ma, e biotita-feldspato alcalino-granito equigranular peraluminoso, com idade 207Pb/206Pb de 1822 ± 1 Ma. As fácies tardias são um feldspato alcalino-granito hipersolvus porfirítico (FAGHP) com afinidades peralcalinas e idade 207Pb/206Pb de 1818 ± 2 Ma, e um albita-granito subsolvus. As relações de campo indicam que essas duas unidades interagiram e foram colocadas simultaneamente, admitindo-se para o albita-granito uma idade similar à do granito hipersolvus. O albita-granito (ABG) é composto por duas fácies. A fácies predominante é de cor acinzentada, peralcalina, denominada albita-granito de núcleo (ABGn). O ABGn é composto essencialmente por albita, quartzo, feldspato potássico e, subordinadamente, por criolita, zircão, polilitionita, riebeckita, pirocloro, mica escura rica em Fe, cassiterita e magnetita. As proporções modais das fases essenciais são aproximadamente equivalentes, sugerindo a cristalização do ABGn a partir de um líquido de composição cotética ou mínima. A origem magmática também é indicada por texturas microscópicas do tipo snowball, pela presença local de texturas de fluxo e pela sua expressiva homogeneidade geoquímica. O ABGn transiciona para uma rocha avermelhada, geoquimicamente peraluminosa, definida como albita-granito de borda (ABGb), que ocorre ao longo dos contatos do ABG com as rochas encaixantes. O ABGb é formado essencialmente por quartzo, feldspato potássico e albita, com fluorita, zircão, clorita, cassiterita, hematita e columbita. As proporções modais das fases essenciais são dispersas, com crescimento, em relação ao ABGn, no conteúdo de quartzo e redução no de albita. O ABGb é interpretado como originado por autometassomatismo do ABGn, que teve a sua mineralogia peralcalina modificada por ação de fluidos residuais. Evidências texturais indicativas de dissolução de fases primárias, formando cavidades preenchidas por fases tardias, bem como a substituição de criolita, micas e pirocloro apoiam essa interpretação. As análises por microssonda eletrônica indicam que as composições dos feldspatos do ABGn aproximam-se das dos termos finais albita e ortoclásio. Os feldspatos potássicos (Or —98%) não são pertíticos e apresentam altos teores de Rb2O (-2%) e Fe2O3 (-0,6%). As albitas (Ab —99%) mostram teores anomalamente altos de Fe2O3 (-1%) e relativamente baixos de Al2O3. Essas características composicionais indicam: (1) baixas temperaturas de cristalização para o ABGn, provavelmente inferiores a 500°C; (2) deficiência em Al2O3 no líquido a partir do qual o ABGn cristalizou. São reconhecidos dois tipos de micas no ABGb. As mais abundantes são Zn-Rb-polilitionitas, enquanto o segundo tipo é definido por micas com altos Fe, Zn, F, Rb e Li. Estas últimas apresentam Fe3+ como componente tetraédrico e baixos teores de Al2O3, sendo provisoriamente classificadas como micas tetraferríferas litiníferas (MTL). A ocorrência de mineralizações de Sn e metais raros e as composições químicas mostradas pelas micas e feldspatos, indicam que o líquido gerador do ABGn era geoquimicamente similar aos dos formadores de sistemas pegmatíticos portadores de metais raros. Os elevados teores de Fe2O3 dos feldspatos e MTLs, além da presença de magnetita, indicam que o ABG cristalizou sob condições de Fo2- relativamente elevada (~NNO). O ABGn apresenta teores muito elevados de F, Na2O, Sn, Nb, Zr, U, Th, Zn, Li e Rb, além de teores muito baixos ou nulos de CaO, MgO, TiO2, P2O5, Ba e Sr. Os valores extremos das razões K/Rb e Rb/Sr refletem o grau de fracionamento muito avançado do líquido a partir do qual o ABG cristalizou. Os padrões em "asa de gaivota" dos ETR, além das baixas razões LaN/YbN, indicam a forte influência do F durante a evolução magmática do ABGn. Os ETR mostram, internamente, se arranjam em "tetrads", indicando que seus mecanismos de fracionamento e distribuição foram controlados por processos similares aos ocorrentes em sistemas graníticos muito evoluídos. Os isótopos de Nd indicam protólitos paleoproterozóicos crustais para as fácies precoces do granito Madeira, que apresentam valores de εNd ligeiramente negativos. As amostras do ABGn e uma amostra do FAGHP apresentam valores baixos, porém positivos de εNd. Estes dados podem ser interpretados como: (1) indicando que o ABG e o FAGHP têm fontes distintas daquelas das fácies precedentes; (2) que o sistema isotópico Sm-Nd do ABG e do FAGHP foi perturbado. Finalmente, um desvio no sentido de valores de εNd extremamente negativos é mostrado pelas amostras do ABGb e por uma amostra hidrotermalizada do FAGHP . Isso demostra que os processos hidrotermais que afetaram o ABGb e, localmente, o FAGHP , causaram profundas perturbações no sistema isotópico Sm-Nd dessas rochas. O modelo petrogenético adotado, baseado em experimentos realizados no sistema albita-granito – H2O - HF a 1 Kbar, sugere que o ABG foi originado a partir de líquidos residuais derivados de magmas inicialmente ricos em F e empobrecidos em MgO, TiO2 e principalmente CaO. A concentração de F nos líquidos finais rebaixa fortemente a viscosidade, densidade e o solidus do sistema, causando uma também extrema diferenciação desses líquidos, que passam a ter uma composição similar a de pegmatitos enriquecidos em metais raros. O aumento do teor de H2O com o avanço da cristalização leva a separação de fluídos aquosos, responsáveis pela formação das rochas dos níveis pegmatíticos no interior do ABG, enquanto a fase residual rica em F geraria os bolsões e veios de criolita maciça associados a eles.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Textural patterns, mineralogy, and chemistry of sandstone-related Calçadinha chalcedony (Piauí, Brazil)(Universidade Federal do Pará, 2016-09) COSTA, Marcondes Lima da; ALENCAR, Quézia da Silva; GOMES, Érico Rodrigues; ALMEIDA, Henrique Diniz Farias de; OLIVEIRA, Sarise Kamanda deArenitos paleozóicos da Bacia do Parnaíba hospedam, além de excelentes depósitos de opala, ocorrências de calcedônias, ainda não investigadas, com potencial para o artesanato mineral e ornamental, e que poderão auxiliar o entendimento da evolução geológica da bacia. Trabalhos de campo, análises microtexturais, difração de raios-X e microscopia eletrônica de varredura com espectrometria de energia dispersiva, análises químicas e apreciações gemológicas foram desenvolvidas. Destacaram-se quatro modos distintos de calcedônias, que são realçados pela riqueza em dendritos de Fe e Mn , envolvendo núcleos opalinos, com microcavidades formadas por quartzo microcristalino, nontronita e paligorsquita. As características mesoscópicas dessas calcedônias, como textura, cor e inclusões de dendritos, e a lapidação em cabochão e formas livres mostram potencialidade para uso no artesanato mineral e semi-joias. Como esperado, são dominadas por SiO2, com teores de Al2O3, Fe2O3, MgO e TiO2 baixos e muito variáveis. Entre os elementos-traço destacam-se os teores de Ba, que em geral ocorre como barita, que parece constituir uma assinatura geoquímica dos sedimentos portadores de calcedônia e opalas na bacia do Parnaíba. Essas calcedônias se formaram durante a solubilização parcial da SiO2 dos arenitos promovida por ocasião das deformações dos arenitos em zonas de falhas e fraturas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A turquesa de Itacupim, Pará(2004-12) COSTA, Marcondes Lima da; CHOQUE FERNANDEZ, Oscar Jesus; TOLEDO, Maria Cristina Mota de; PASSOS, Camila Maria; PEREIRA, Patrícia FreitasNa ilha de Itacupim, localizada na região costeira do nordeste do Pará, foram encontrados veios de fosfatos de alumínio contendo turquesa, além de quartzo e argilominerais. A ilha é sustentada por espesso perfil laterítico maturo desenvolvido sobre complexo alcalino-ultramáfico mineralizado em apatita. Os veios e vênulas são de espessura centimétrica, normalmente constituídos de wavellita fibro-radial, onde pode ser observada turquesa verde-azulada, em massas subesferolíticas, microcristalinas, intercrescidas com caulinita e oxi-hidróxidos de Mn, além de quartzo. A identificação mineral foi realizada por DRX, microscopia óptica, análises químicas de rocha total, MEV/SED. Os teores de CuO são inferiores aos das turquesas em geral, compensados por Fe2O3 e ZnO. Os subesferolitos de turquesa contêm inúmeras inclusões micrométricas de goyazita ou svanbergita. A ocorrência da turquesa, na forma de veios e vênulas, seu aspecto porcelanado e a conhecida relação desse mineral com ambiente hidrotermal sugerem que a turquesa de Itacupim também seja de origem hidrotermal, reforçada pela sua associação com wavellita, goyazita ou svanbergita, quartzo e argilominerais. Ela não foi encontrada no perfil laterítico. Seu aspecto compacto e sua cor esverdeada abrem perspectivas para seu uso como mineral de gema.
