Navegando por Assunto "School"
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Tese Acesso aberto (Open Access) (Cons)ciência e (trans)formação ambiental na gestão escolar: um olhar sobre escolas municipais de Aracaju(Universidade Federal do Pará, 2024-09-05) SANTOS, Felipe Alan Souza; ARAÚJO, Alan Nunes; http://lattes.cnpq.br/5369542452826838; COELHO, Andressa Sales; RODRIGUES, Bruno Durão; HERRERA, José Antonio; MAGALHÃES, Benedita Alcidema Coelho dos Santos; http://lattes.cnpq.br/3082143845730215; http://lattes.cnpq.br/1794080614720234; http://lattes.cnpq.br/3490178082968263; http://lattes.cnpq.br/7484794171047694; https://orcid.org/; https://orcid.org/; https://orcid.org/0000-0001-8249-5024; https://orcid.org/0000-0001-7536-5184A problemática ambiental contemporânea apresenta desafios interligados, que exigem ações urgentes e abordagens sustentáveis para garantir a proteção e a conservação/preservação do meio ambiente, além de promover uma coexistência harmoniosa entre os seres humanos e a natureza. No entanto, até o século XX, a questão ambiental não era considerada uma prioridade global ou regional. Foi apenas a partir da década de 1960 que o movimento ambiental ganhou força, impulsionado pelo relatório "Os Limites do Crescimento Econômico", fruto do debate do Clube de Roma (1972). Esse documento pioneiro alertou sobre os impactos catastróficos caso não houvesse uma mudança nos paradigmas econômicos e políticos, provocando uma reflexão profunda sobre as práticas socioeconômicas adotadas na época. A Educação Ambiental (EA) emergiu como uma resposta educacional para conscientizar globalmente sobre os desafios ambientais, estabelecendo-se como um campo de ação pedagógica essencial desde então. Apesar dos esforços, a EA ainda não alcançou seu potencial máximo como uma ferramenta eficaz na mitigação dos problemas ambientais e sociais. No Brasil, especificamente, a implementação da EA nas escolas ainda é incipiente e fragmentada, necessitando de uma avaliação crítica de sua aplicação prática e sua conexão com a realidade social. No contexto brasileiro, a EA precisa enfrentar desafios significativos, especialmente em regiões como o Nordeste, incluindo a cidade de Aracaju, onde fatores socioeconômicos e ambientais complexos interagem e se espraiam continuamente. A inserção efetiva da EA nas escolas de Aracaju é importante para enfrentar esses desafios locais, promovendo a conscientização sobre a fragilidade socioambiental e incentivando práticas sustentáveis. Por isso, esta tese investiga práticas de gestores escolares na rede municipal de ensino de Aracaju, em relação à Educação Ambiental. Além disso, busca-se subsidiar, por meio de metodologias ativas, abordagens que fortaleçam a integração dessas práticas e promovam a formação de cidadãos conscientes e engajados com a sustentabilidade ambiental. Essa pesquisa visa não apenas identificar lacunas na implementação da EA, mas também sugerir estratégias para fortalecer seu papel transformador na educação para um desenvolvimento humano sustentável e na promoção de uma convivência mais equilibrada entre sociedade e natureza. A pesquisa realizada em Aracaju revela desafios na implementação da Educação Ambiental nas 45 escolas municipais. Apesar da alta taxa de escolarização (97,4%), disparidades estruturais afetam a qualidade educacional, especialmente em áreas periféricas, como Lamarão e Soledade, que carecem de infraestrutura adequada e áreas verdes. A gestão educacional enfrenta obstáculos, como a falta de capacitação de professores e a fragmentação das iniciativas educativas. A integração de metodologias ativas no currículo é recomendada para engajar os alunos de forma colaborativa e prepará-los para desafios socioambientais. A pesquisa enfatiza a necessidade urgente de investimentos em infraestrutura, formação de professores e engajamento comunitário para uma educação mais inclusiva e contextualizada. Essas medidas são essenciais não apenas para atender metas normativas, mas também para formar cidadãos conscientes e responsáveis, promovendo um futuro sustentável e equitativo em Aracaju.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O currículo pós-crítico: uma experiência na escola de ensino fundamental em Vitória/ES(Universidade Federal do Pará, 2020-09) SANTOS, Raquel Amorim dos; SILVA, Rosângela Maria de Nazaré BarbosaEste estudo objetiva analisar a compreensão do currículo numa perspectiva pós-crítica por estudantes do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Vitória-ES, dando ênfase no desafio da escola, em seu processo de constituição em relação a construção social e valorização da cultura, capaz de nortear práticas pedagógicas para o reconhecimento das diferenças presentes no contexto escolar. Pretendeuse por meio de um estudo exploratório de abordagem qualitativa, discutir temáticas de conteúdo do currículo pós-crítico, tendo como instrumento de coleta de dados grupos-focais e análise de documentos oficiais escolares. Concluímos que a reprodução das diferenças acontece de forma implícita distanciando o que é proposto nos documentos escolares e o que é desempenhado dentro das salas de aula pelos docentes.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Fabricações de gênero na Amazônia-Brasil: estudo de caso em uma escola pública de Manaus-AM(Universidade Federal do Pará, 2020-12) SILVA, Dielly de Castro; SOUSA, Jheime Matos de; SILVA FILHO, Mílton Ribeiro daEste artigo tem como objetivo compreender quais as representações de gêneros, o que significa ser menino ou ser menina, apresentadas por alunos do primeiro ano do ensino médio da Escola Pública Estadual Márcio Nery, em Manaus, buscando fundamentalmente compreender como se opera as relações sociais baseadas no gênero, bem como observar como estes alunos vivenciam os papéis de gênero. A pesquisa foi realizada por meio de entrevista semiestruturada, partindo da exibição de um filme curta-metragem intitulado “Gênero na escola”, em uma aula de sociologia. A partir da análise das entrevistas observou-se que as questões de gênero norteiam os espaços de sociabilidade dos alunos, família e escola. Estas, enquanto instituições sociais, desempenham funções de reproduzir e reiterar as normas de gênero. Os alunos também reproduzem o que se entende, culturalmente, por ser menino ou menina, resultando em um sistema de desigualdades o qual enaltece aos que obedecem aos padrões sociais e seguem as construções sobre o que é ser menino ou menina e rechaçam os que se desvirtuam do sistema binário homem/mulher ou praticam ações definidas como não condizentes com o gênero a que pertence.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O que é literatura? Leituras dentro e fora da escola(Universidade Federal do Pará, 2014-12) ARAUJO, Mayara Regina Pereira DauO presente artigo discute algumas concepções em relação ao tema do que pode ou não ser considerado como uma obra literária. O objetivo é o de ilustrar como o tema é polêmico e controverso, percebendo que essa dificuldade de definição também chega às escolas e faz com que os professores cometam equívocos considerando somente algumas obras como literatura e excluindo outras, dentre elas, as que fazem parte do repertório de leitura dos alunos, dificultando assim, o processo de formação de leitores e não oportunizando o contato dos jovens com uma diversidade maior de obras, negligenciando as preferências particulares de leitura desses educandos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Saberes de infâncias e a formação de professores indígenas(Programa de Pós Graduação em Educação da UFMT, 2017-08) ALENCAR, Joelma C. P. M.; PARENTE, Francilene de AguiarO presente texto tem como objetivo abordar alguns dos problemas que envolvem a oferta da Educação Infantil para as escolas indígenas no Es-tado do Pará. Como procedimentos metodológi-cos, contou com um levantamento bibliográfico e dados empíricos da realidade escolar indígena. Conclui-se apontando para a necessidade de se considerar os processos próprios de aprendiza-gem indígena nas práticas escolares, assim como de se tratar da Educação Infantil na formação dos professores indígenas, de modo a atentar para as especificidades da infância indígena e o projeto societário de cada povo indígena, conforme defi-nido como um direito na Constituição de 1988.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Subsídios teóricos e reflexivos sobre a relação família-escola no contexto educacional brasileiro(Universidade Federal do Pará, 2014-08) LOBATO, Vívian da Silva; SANTOS, Graciete Costa dosO presente artigo, intitulado “Subsídios Teóricos e Reflexivos sobre a Relação Família-Escola no Contexto Educacional Brasileiro”, foi elaborado a partir dos resultados de um trabalho de conclusão do curso de Pedagogia, os quais desencadearam a busca de reflexões pertinentes à temática do trabalho. Para fundamentar as discussões objetivou-se por meio desse trabalho o seguinte: analisar a partir de estudos teóricos o contexto que envolve a relação famíliaescola nos dias atuais no contexto educacional brasileiro. Optou-se por realizar uma pesquisa bibliográfica, cuja dimensão permitiu que as leituras pudessem servir de bases para a construção de conhecimentos voltados ao foco do trabalho. Por fim, os resultados apontaram que a relação família-escola deve fazer parte de uma das diretrizes que desencadeiam a proposta pedagógica da escola, visando assim oportunizar à criança, ao jovem e ao adulto participarem ativamente do processo ensino aprendizagem resultado da participação familiar junto à escola durante a vida escolar.
