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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise do impacto das mudanças climáticas nas unidades de conservação dos manguezais amazônicos na Costa Atlântica Brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2023-06-28) SOUSA, Marina Costa de; ANJOS, Luciano Jorge Serejo dos; http://lattes.cnpq.br/0244738999001686; https://orcid.org/0000-0002-3270-6679; SOUSA, Adriano Marlisom Leão de; http://lattes.cnpq.br/4371199443425884; https://orcid.org/0000-0002-2809-5318
    Os manguezais amazônicos estão sujeitos a diversos impactos climáticos, demandando ações de conservação e adaptação. Os objetivos deste trabalho é avaliar a vulnerabilidade das Unidades de Conservação (UCs) dos manguezais amazônicos as mudanças climáticas, fornecer dados de previsão climática para a região e analisar se as UCs estão desempenhando efetivamente seu papel de proteção desses ecossistemas. Para alcançálos, foi utilizado dados do MapBiomas para delimitar a área de mangue, dados do World Database on Protected Areas (WDPA) para identificar as UCs dentro dos manguezais, dados do WorldClim para obter informações sobre a temperatura média anual (BIO1) e a precipitação acumulada (BIO12), e dados de Biomassa Acima do Solo (ESA). O processamento foi realizado no software ArcGIS, Qgis e Rstudio. Os resultados revelaram uma tendência de aumento da temperatura ao longo do tempo, enquanto a precipitação acumulada apresentou uma tendência de redução entre diferentes cenários e períodos. Esses padrões indicam que os manguezais sob proteção podem enfrentar até o final do século um contínuo aumento da temperatura e uma redução na precipitação. A temperatura mais elevada contribui para o aumento da disponibilidade de energia, desempenhando um papel fundamental na regulação da evapotranspiração nas florestas de mangue. Por outro lado, a redução na precipitação tem um impacto na salinidade, produtividade, crescimento e diversidade das espécies de mangue. O estudo também avaliou as UCs que protegem as florestas de mangue na região amazônica, juntamente com a biomassa acima do solo (AGB) que representa a quantidade de carbono armazenada nas árvores. Os resultados mostraram que 80,2% dos manguezais estão inclusos em UCs, com maior proteção no estado do Maranhão, seguido pelo Amapá e Pará. No entanto, observou-se uma variação na AGB entre os estados avaliados, com aumento para o Amapá e Pará e diminuição para o Maranhão. É fundamental implementar medidas de gestão e conservação mais eficazes para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas nesses ecossistemas costeiros.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Desenvolvimento de termocélulas nanoestruturadas do tipo em camadas e coplanar
    (Universidade Federal do Pará, 2021-08-10) PINHEIRO, Paula Fabíola Pantoja; REIS, Marcos Allan Leite dos; http://lattes.cnpq.br/8252507933374637; https://orcid.org/0000-0003-2226-2653
    Problemas ambientais acentuados por queimadas e combustíveis fósseis refletem na necessidade de desenvolver sistemas de monitoramento ambiental mais precisos, bem como, a reutilização do calor residual na conversão termoelétrica em processos industriais. Assim, nesta pesquisa foram desenvolvidas termocélulas baseadas em Buckypaper (BP) em dois arranjos: em camadas e coplanar. O BP foi produzido pela filtração a vácuo de Nanotubos de Carbono funcionalizados (NTCs-f) por meio de um papel filtro com poros de 14 μm. A Microscopia Eletrônica de Varredura mostrou um BP constituído por fibras de celulose impregnadas com TCs-f aglomerados. Por medição de duas pontas, uma fita BP (1,0 cm2) apresentou resistência elétrica de 0,92 kΩ a 300 K. Ao ser aquecido na faixa de 300-337 K, o BP reduziu em média 22,39% da sua resistência elétrica, caracterizando-se como termorresistor. Na termocélula em camadas, manter o eletrodo de cobre a temperatura ambiente enquanto o eletrodo de BP (área ativa: 5,5 cm2) foi excitado termicamente gerou uma potência termoelétrica (α) de 26,33 mV/K para ΔT = 3,0 K. Esse resultado é superior ao relatado em células termoeletroquímicas nanoestruturadas e encontra-se próximo ao obtido por silício comercial. Na termocélula coplanar, o BP foi conectado entre dois eletrodos de cobre que atuaram como lado quente e frio (resfriado por um dissipador) e alcançou α = -0,06 mV/K para ΔT = 19 K. Esse resultado foi inferior ao obtido para Bi2Te e superior ao alcançado por um BP autossustentado baseado em NTCs dopados com nitrogênio.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Estabilidade aeróbia, pH e dinâmica de desenvolvimento de microrganismos da cana-de-açúcar in natura hidrolisada com cal virgem
    (Universidade Federal do Pará, 2011-04) DOMINGUES, Felipe Nogueira; OLIVEIRA, Mauro Dal Secco de; SIQUEIRA, Gustavo Rezende; ROTH, Anna Paula de Toledo Piza; SANTOS, Juliana dos; MOTA, Diego Azevedo
    Objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito da adição de cal virgem e dos tempos após a aplicação sobre a estabilidade aeróbia e o crescimento de microrganismos (leveduras e fungos) na cana-de-açúcar in natura. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições. Avaliaram-se a estabilidade aeróbia (temperatura), a dinâmica de desenvolvimento de leveduras e fungos e o pH, em um esquema de parcelas subdivididas, com cinco doses de cal (0; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0%) e cinco tempos após aplicação (0, 24, 48, 72, 96 horas). Houve efeito significativo das doses de cal para todos os parâmetros avaliados. A cana que não foi tratada com cal (0%) apresentou quebra da estabilidade no menor intervalo de tempo. Os valores de pH aumentaram gradativamente de acordo com a dose de cal aplicada e diminuíram com o tempo após aplicação. Houve aumento numérico na contagem de leveduras até as 72 horas após a aplicação da cal, independentemente da dose, e os valores tenderam a estabilizar no tempo de 96 horas pós-tratamento. Não houve efeito significativo das doses de cal sobre o desenvolvimento dos fungos. A aplicação de cal virgem é eficaz no controle do crescimento de leveduras e aumenta a estabilidade aeróbia da cana-de-açúcar in natura.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Identificação e caracterização das massas d´água da Plataforma Continental do Maranhão, durante os períodos seco (Novembro, 1997) e chuvoso (Junho 1999)
    (Universidade Federal do Pará, 2007-10-26) PONTES, Paulo Henrique Parente; KAMPEL, Milton; http://lattes.cnpq.br/0063119667740811; EL-ROBRINI, Maâmar; http://lattes.cnpq.br/5707365981163429; https://orcid.org/0000-0001-7850-1217
    A Plataforma Continental do Maranhão (PCM), entre a foz dos rios Gurupi e Parnaíba, possui 203 km de largura em frente ao litoral ocidental e 72 km a partir da baía do Tubarão em direção sudeste. A costa do Maranhão é diversificada: a NW, as Reentrâncias Maranhenses, a leste, o litoral de dunas, sendo separados pelo Golfão Maranhense, onde o rio Mearim descarrega suas águas com uma vazão de 770 m3/s. Outros rios com menor descarga hídrica deságuam no litoral: Gurupi, Maracaçumé, Turiaçú, Itapecuru e Parnaíba. Os parâmetros de temperatura, salinidade e densidade serviram para identificar e caracterizar as massas de água, durante os períodos: seco (novembro de 1997), e chuvoso (junho de 1999), com o intuito de observar a variabilidade sazonal das massas d’água. As imagens AVHRR (Advanced Very High Resolution Radiometer) de alta resolução (1,1 km) de temperatura da superfície do mar (TSM) dos satélites NOAA 14 e 15 serviram para verificar a variação deste parâmetro durante o período em estudo e identificação de feições oceanográficas. A série temporal de médias mensais de imagens AVHRR Pathfinder de TSM com resolução de 4 km (1985 até 2001), fornecida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), permitiu a observação da variabilidade temporal e espacial da TSM através do cálculo de médias climatológicas e respectivas anomalias mensais de TSM em 3 pontos na PCM para verificar se há mudanças significativas das características físicas das águas da PCM em anos de El-Niño/La-Niña, pois estes fenômenos podem ou não ocasionar grandes mudanças no comportamento das massas d’água superficiais e na circulação local. Observou-se que no período seco (1997), ocorreu apenas a Água Tropical, que é uma massa d´água oceânica, provando que durante este período as águas continentais não atuam sobre a PCM e no período chuvoso (1999), foi observado a Água Costeira, Água de Mistura, Água Tropical e a Água Central do Atlântico Sul. A Água Costeira é uma massa d’água proveniente dos rios que deságuam na PCM e a Água de Mistura é uma massa d’água que apresenta características oceânica e costeira. Logo, a presença destas duas massas de água na PCM prova que neste período ocorrem águas continentais na área de estudo. As massas de água da PCM possuem as seguintes características físicas: (i) Água Tropical: salinidade maior que 36, temperatura entre 26,6º e 28,7º C e densidade entre 23 kg/m3 e 23,8 kg/m3, que durante o período seco ocorre desde a superfície até mais de 60 m de profundidade, enquanto no período chuvoso só foi observada a 40 km da costa, da superfície até mais de 60 m; (ii) Água Costeira: salinidade inferior a 33, temperatura entre 28º e 29,4º C e densidade entre 19 kg/m3 e 21,4 kg/m3, que se estendeu até 10 km da costa, sendo encontrada da superfície até 28 m; (iii) Água de Mistura: salinidade entre 33 e 36, temperatura entre 25,8º e 28,75º C e densidade entre 21,8 kg/m3 e 23,8 kg/m3, podendo ser observada até 60 km da costa, se estendendo da superfície até 60 m; (iv) Água Central do Atlântico Sul: salinidade oscilando entre 35,6 e 36, temperatura inferior a 18º C e densidade entre 23,9 kg/m3 e 25,8 kg/m3, encontrada somente a partir de 31 km da costa e em profundidade superior a 50 m. As imagens AVHRR/NOAA revelam pouca variação do campo de TSM sobre a PCM. Nas imagens de novembro de 1997, a variação máxima da TSM foi de 2,5º C (mínimo de 27º C e máximo de 29,5º C), praticamente os mesmos valores obtidos in situ, em que o máximo de TSM foi de 28,6º C e o mínimo de 27,1º C. Nas imagens de junho de 1999, a oscilação deste parâmetro ficou entre 27º e 29º C, assemelhando-se com os valores adquiridos durante o cruzeiro oceanográfico do mesmo ano, que foram de 27,4º C (mínimo) e 29,2º C (máximo). Os gráficos de anomalia de TSM em 3 pontos geográficos da PCM mostram ínfima oscilação de anomalia de TSM na área de estudo durante o evento El-Niño de 97/98. A anomalia de TSM é maior na PCM no ano de 1998, isto é, entre os cruzeiros oceanográficos deste trabalho, logo não houve influência significante deste fenômeno sobre as características de temperatura das massas de água superficiais da PCM durante os períodos de coleta. A ocorrência de diferentes massas de água na PCM está relacionada principalmente à sazonalidade da região de estudo, que apresenta maior influência estuarina durante o período chuvoso e pouca ou nenhuma influência no período seco, como pode ser comprovado pela predominância da água oceânica (Água Tropical) no período seco e presença da Água Costeira e Água de Mistura no período chuvoso, determinando maior estratificação das águas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Influence of temperature, concentration and shear rate on the rheological behavior of malay apple (Syzygium malaccense) juice
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06) SANTOS, Pedro Henrique; SILVA, Luiza Helena Meller da; RODRIGUES, Antonio Manoel da Cruz; SOUZA, José Antonio Ribeiro de
    O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento reológico do suco de jambo-vermelho, uma tradicional fruta da região amazônica com elevadas propriedades bioativas, a diferentes temperaturas e concentrações de sólidos solúveis. Os experimentos foram realizados em um reômetro Brookfield R/S Plus, operando em geometria de cilindros concêntricos. Os modelos reológicos da Lei da Potência, Herschel-Bulkley, Mizrahi-Berk e Sisko foram utilizados para modelagem dos dados experimentais. O suco de jambo-vermelho (polpa e casca) apresentou comportamento pseudoplástico para todas as temperaturas e concentrações, com índice de comportamento de fluxo menor que 1. O efeito da temperatura na viscosidade aparente das amostras foi analisado pela equação de Arrhenius. A energia de ativação aumentou com a diminuição na concentração dos sólidos solúveis, atestando que, quanto menor a concentração, maior a influência da temperatura na viscosidade aparente. O efeito da concentração de sólidos solúveis foi descrito pela equação exponencial. O fator exponencial aumentou sob aumento da temperatura, atestando que, quanto maior for a temperatura, maior será o efeito dos sólidos solúveis na viscosidade aparente das amostras. Por fim, um modelo matemático triparamétrico, relacionando temperatura, concentração de sólidos solúveis e taxa de deformação foi proposto, visando avaliar a influência destes parâmetros na viscosidade aparente das amostras e, de forma satisfatória, ajustou-se aos dados experimentais, com elevado índice de correlação R2.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Otimização da desidratação osmótica de filés de mapará (Hypophthalmus edentatus) através da metodologia de superfície de resposta
    (2008-06) RIBEIRO, Suezilde da Conceição Amaral; PARK, Kil Jin; HUBINGER, Miriam Dupas; RIBEIRO, Carmelita de Fátima Amaral; ARAUJO, Eder Augusto Furtado; TOBINAGA, Satoshi
    A desidratação osmótica de filés de mapará tem sido utilizada como pré-tratamento antes da secagem e refrigeração de alimentos como um meio de reduzir a umidade dos produtos. O objetivo do trabalho foi otimizar a transferência de massa ocorrida durante a desidratação osmótica de mapará através da metodologia de superfície de resposta. A desidratação osmótica foi realizada de acordo com um planejamento fatorial completo 23, com oito pontos fatoriais, três centrais e seis axiais, totalizando 17 ensaios, em que o valor das variáveis dependentes, a perda de peso (PP), a perda de água (PA), o ganho de sólidos (GS), GS/PA e ácido tiobarbitúrico (TBA), são funções das variáveis independentes, temperatura, concentração de NaCl e tempo de imersão. A análise estatística aplicada aos dados experimentais foi realizada através do erro puro e pelo SS residual. Aplicando a metodologia de superfície de resposta, a condição ótima de convergência de menor perda de peso, maior perda de água e menor ganho de sal correspondeu a uma concentração de cloreto de sódio de 22%, temperatura de 46 °C e tempo de 7 horas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Regimes térmico e hídrico em solos sob ecossistemas naturais e área agrícola no Leste da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2007-12-14) CARVALHO, Saulo Prado; SOUZA, José Ricardo Santos de; http://lattes.cnpq.br/2797414407717271
    A temperatura e umidade do solo são variáveis cujo conhecimento é fundamental para determinar os balanços de energia e água na biosfera. Os regimes térmico e hídrico dos solos sob cada ecossistema apresentam variações consideráveis, de acordo com sua mineralogia, o clima local e a vegetação. Nesse contexto, as temperaturas e umidades do solo foram medidas sob três ecossistemas existentes na região leste da Amazônia, a saber: floresta nativa (FLONA Caxiuanã, 01° 42' 30" S e 51° 31' 45" W), pastagem nativa (Soure, 00° 43' 25" S e 48° 30' 29" W) e área agrícola (!garapé-Açu, 01° 07' 59" S e 47° 36' 55" W). Os dados de campo na floresta e na pastagem foram coletados entre dezembro de 2001 e fevereiro de 2005; enquanto que na área agrícola, o monitoramento foi limitado de agosto de 2003 a fevereiro de 2005. Estas observações das variáveis físicas do solo foram analisadas levando em consideração as variáveis meteorológicas medidas simultaneamente tais como o fluxo de radiação solar incidente e a precipitação pluviométrica, que interferem diretamente nas variáveis do solo em cada sitio escolhido para estudo. As temperaturas do solo foram monitoradas por meio de sondas térmicas em profundidades de 0,05; 0,20 e 0,50 m. Fluxímetros de calor mediram esta variável em níveis de profundidade em 0,05 e 0,20 m. A umidade volumétrica do solo na camada superior de 0,30 m foi medida por sensor de sonda dupla por Reflectometria no Domínio do Tempo (TDR) em cada sitio. Foram feitas analises considerando as respostas do solo durante o período seco e chuvoso local, nestes três ecossistemas representativos do leste da Amazônia. Estimativas de difusividade térmica aparente do solo foram feitas pelos métodos da amplitude e da fase usando os dados de propagação do pulso diário de calor nesses solos. Os resultados mostraram valores bem diferentes, porém,no primeiro método pareceu mais confiável e adequado para o modelamento numérico. Como esperado, considerando a sua pouca cobertura vegetal, as temperaturas dos solos nos níveis superficiais, apresentaram grandes variações na pastagem e na área agrícola. Inesperadamente, as temperaturas na profundidade de 0,5 m abaixo da floresta mostraram maiores variações de amplitude que as profundidades de 0,20 e 0,05 m. O modelamento numérico das variações temporais da temperatura, em função da profundidade, para cada solo foi feito através do método harmônico Os resultados mostraram que o primeiro harmônico representou mais de 90% da variação total observada do pulso diário da temperatura da pastagem e área agrícola em 0,2 e 0,05 m de profundidade. Performance similar do modelamento foi observada na floresta nos níveis de 0,05 e 0,20 m. A magnitude dos fluxos de calor abaixo da pastagem e área agrícola atingiram valores seis vezes maiores que aqueles observados sob a floresta. Os resultados mostraram que, para a camada do solo superior de 0,30 m, a umidade volumétrica do solo sob a floresta é maior que sob os outros ecossistemas estudados neste trabalho. Este resultado é devido aparentemente; à proteção da floresta contra a evaporação da superfície do solo. Uma análise do comportamento sazonal e diário das temperaturas e umidade solos em resposta à radiação solar e precipitação é apresentada. Estudos de caso da taxa de perda da umidade do solo depois de significativa recarga de água por eventos de precipitação, também foram analisados. Algumas estimativas diárias de diminuição de água e recarga durante a noite e madrugada por subida de água de camadas subjacentes para a camada de 0.30 m foram feitas. Este trabalho analisou a maior serie temporal dos dados de temperatura e umidade dos solos coletados com alta freqüência de amostragem disponível até o momento, para o leste da Amazônia. Foi possível caracterizar as diferenças dos regimes destas variáveis físicas, abaixo de três ecossistemas importantes desta região. Estudos futuros dos minerais e materiais orgânicos nestes solos, bem como dos índices de área foliar e da biomassa das coberturas vegetais desses ecossistemas, melhoraria a compreensão dos regimes descritos neste trabalho.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Relações econômica e climática na produção agrícola no leste do Pará.
    (Universidade Federal do Pará, 2019-06-28) BAUTISTA LÉVANO, Diego Alonso; ROCHA, Edson José Paulino da; http://lattes.cnpq.br/2313369423727020
    A presente pesquisa relaciona os rendimentos médios ou produtividade das oito principiais lavouras localizadas em municípios no leste do Pará. Na relação econômica foi trabalhada com a variável dependente Valor agregado bruto agropecuário (VAB.AGR) e a relação climática foi realizada com as variáveis precipitação e temperatura, durante o período 2002-2016. A seleção das oito lavouras foi de acordo a sua representação percentual nas quantidades produzidas durante o período do estudo. Por tal motivo, as lavouras foram divididas em permanentes (LP: banana, coco-da-baía, dendê e laranja) e temporárias (LT: cana-de-açúcar, mandioca, milho e soja). Foram recopilados os dados secundários do VAB.AGR, quantidades produzidas (QP), rendimentos médios (Rm) ou produtividade e valores de produções dos municípios no portal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Produção Agrícola Mensal (PAM). Respeito à complexidade das variáveis climáticas, foram pesquisadas e coletadas as informações do Climate Prediction Center MORPHing technique (CMORPH) para as precipitações e o European Centre for Medium-Range Weather Forecast (ECMWF) para os dados da temperatura. As metodologias utilizadas foram os Mínimos Quadrados Ordinários (MQO) para conhecer o nível de associação entre as variáveis tendo como variável dependente o VAB.AGR, assim com o Coeficiente de Pearson para conhecer o grau de relação entre variáveis climáticas e as QP e Rm. Finalmente, dos resultados obtidos podemos acreditar que as oito lavouras selecionadas, pelo menos um tipo de lavoura apresenta significância com o desenvolvimento econômico e climático.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Rheological behavior of concentrated tucupi
    (Universidade Federal do Pará, 2018-11) COSTA, Telma dos Santos; RODRIGUES, Antonio Manoel da Cruz; PENA, Rosinelson da Silva
    O Tucupi, que é muito apreciado na região Norte do Brasil, é um líquido fermentado derivado da mandioca ( Manihot esculenta Crantz) e foi levado para o exterior por suas características exóticas. Este estudo teve como objetivo avaliar o comportamento reológico do tucupi com 30, 35 e 40% de sólidos e concentrar a 50, 70 e 90 ° C. Os dados reológicos foram obtidos a 25, 40, 60 e 80 ° C com taxas de cisalhamento crescentes e decrescentes. A reologia a 25 ° C indicou que a gelificação parcial do amido durante a concentração provoca uma diminuição na viscosidade do produto e, se a concentração for realizada a uma temperatura que favoreça a gelificação total do amido, a viscosidade do produto aumenta. O tucupi concentrado comportou-se como um líquido pseudoplástico, mas a 60 e 80 ° C com taxas crescentes de cisalhamento, o produto se comportou como um fluido dilatante. A histerese foi observada em curvas de fluxo a partir de 40 ° C, que caracterizam o concentrado de tucupi como fluido reopético. O modelo de Ostwald-de Waele previu as curvas de fluxo do produto e uma equação semelhante a de Arrhenius descreveu a dependência da temperatura na viscosidade aparente para os dados reológicos obtidos com taxas crescentes de cisalhamento. Os valores de energia de ativação do produto (E a ) variaram de 16,86 a 25,23 kJ / mol em função da concentração.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uso e cobertura da terra e parâmetros biofísicos: análise do projeto de assentamento Assurini, Altamira-Pará, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-17) CRUZ, Cassiele Fonseca da; VELOSO, Gabriel Alves; http://lattes.cnpq.br/9757471213923099; https://orcid.org/0000-0002-3655-4166; HERRERA, Raírys Cravo; http://lattes.cnpq.br/2153779197306503; https://orcid.org/0000-0002-9699-8359; ALVAREZ, Welligton de Pinho; SILVA, Eder Mileno; CALVI, Miquéias Freitas
    As mudanças ocorridas no uso e cobertura da terra e seus impactos vêm sendo discutidos por diversas agências governamentais e científicas no mundo. Neste contexto, o objetivo deste estudo foi avaliar o impacto da implantação do projeto de assentamento Assurini e de sua dinâmica de uso da terra sobre parâmetros biofísicos, como o Índice de Vegetação da Diferença Normalizada (NDVI), Temperatura de Superfície (Ts) e Saldo de Radiação (Rn). Esses parâmetros foram analisados em áreas de vegetação nativa e secundária, bem como em áreas de pastagem e vegetação degradada com presença de solo desnudo. Para a realização da pesquisa, foram utilizados produtos orbitais dos satélites Landsat 5 (TM) e Landsat 8 (OLI/TIRS), ponto 62 órbita 225, bem como dados meteorológicos da plataforma ERAS 5, durante anos de 1996, 2006, 2011, 2017 e 2023, no qual os dados foram processados na plataforma do Google Earth Engine - GEE. Para coletar os dados de uso e cobertura da terra, foram utilizados dados de sensoriamento remoto manejados em ambiente de Sistemas de Informações Geográficas para o processamento e geração dos dados. Observou-se que o NDVI apresentou redução ao longo dos anos devido à diminuição das áreas de floresta nativa, enquanto a Ts apresentou aumento, sobretudo no ano de 2017 e 2023, devido à substituição da vegetação nativa por áreas de pastagem. Observou-se também que os dados de Rn foram impactados pela dinâmica de uso e ocupação da terra no assentamento, e sofreu influências da disponibilidade de radiação solar incidente nos dias dos anos de 2017 e 2023. As áreas de vegetação nativa apresentaram os maiores valores de NDVI com 0,91 em 4 de julho de 2011 e Rn em 6 de setembro de 2017 com 754,85 Wm-² e 25 de outubro de 2023 com 797,33 Wm-², além dos menores valores de Ts, enquanto as áreas de pastagem e solo desnudo mostraram menores valores de NDVI e Rn, e maiores valores de Ts nos anos de 2017 e 2023 com 28 e 37ºC. Em relação ao uso e cobertura da terra no PA a classe pastagem 1996 tinha 6.639,527 hectares e em 2023 aumentou para 20.024,18 ha, equivalente a um aumento de 332% de área. Os parâmetros biofísicos estudados apresentaram alteração na área do assentamento Assurini, observou-se que houve uma diminuição de sua extensão em 13.725,76 ha em 27 anos após a criação do PA e em 2023 houve uma perda total de floresta nativa de 52,20% em relação ao ano 1996 e essa redução nas áreas de floresta ocorreu devido à conversão dessas áreas em espaços que desenvolvem atividades relacionadas à expansão agropecuária no assentamento.Portanto, as diferentes coberturas do solo influenciaram diretamente nos parâmetros biofísicos, e uso da terra o que demonstra padrões de comportamento diferenciados de absorção de energia. Assim, é de extrema importância a consolidação de políticas públicas compatíveis com a realidade de cada assentamento, bem como a criação, disseminação e acesso a meios para a inserção de sistemas agrícolas com produções mais sustentáveis.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Variação interanual e sazonal das massas d’água sobre a Plataforma Continental Norte do Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-20) MEDEIROS, Paula Renata Lobato de; ROSÁRIO, Renan Peixoto; http://lattes.cnpq.br/8003860457518342; https://orcid.org/0000-0003-2913-0514
    O presente trabalho teve como objetivo analisar a variabilidade espaço-temporal das massas d’água sobre a Plataforma Continental Norte do Brasil (PCNB), relacionando-a a dinâmica local e aos aportes de água doce. A PCNB estende-se desde o Cabo Orange até a Baía de São Marcos e caracteriza-se como altamente energética, por conta da ação combinada da corrente norte do Brasil (CNB), ventos alísios, ondas, marés e a descarga hídrica dos rios Amazonas e Pará. Os dados de temperatura, salinidade e densidade para a análise interanual foram obtidos através do banco nacional de dados da Marinha do Brasil (BNDO), durante seis cruzeiros oceanográficos: Amasseds I, II e III, Oceano Norte I, MCT VII e CBO em anos distintos: 1989, 1990, 2001, 2016 e para a análise sazonal utilizou-se cinco meses do Projeto Costa Norte: março, julho, novembro, dezembro 2018 e janeiro de 2019. Os parâmetros de TS tiveram o intuito de caracterizar e identificar as massas d’água que ocorreram sobre a plataforma ao longo dos anos, bem como observar as variabilidades interanuais e sazonais existentes. A PCNB apresentou grandes variações de TS ao longo dos anos e períodos analisados, sendo possível observar interanualmente a ocorrência de quatro tipos de massas d’água: Pluma Estuarina (PE), Água Costeira (AC), Água Central do Atlântico Sul (ACAS) e Água Tropical (AT) e sazonalmente foram identificadas cinco massas d’água ocorrendo: AF (água de frente), AC, AT, ACAS e Pluma etuarina (PE). A partir da análise dos diagramas TS foi possível identificar um índice termoalino para a pluma estuarina e suas métricas ao longo do tempo, onde a mesma ocorreu nos meses de março - 2018 e janeiro - 2019, e seus respectivos índices termohalinos foram de 27,5 °C a 28 °C e 0 g/kg a 33 g/kg.
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