Faculdade de Medicina - FAMED/ICS
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Achados incidentais de aneurismas torácicos e abdominais(Universidade Federal do Pará, 2016-06) GÓES JUNIOR, Adenauer Marinho de Oliveira; FREIRE, Bárbara Íris Mascarenhas; RODRIGUES, Sofia Cunha; ANDRADE, Mariseth Carvalho de; FRANCO, Reinaldo Sérgio MonteiroContexto: Os aneurismas de aorta abdominal (AAAs) são os mais comuns. A incidência anual de ruptura do AAA é de oito casos por 100.000 habitantes. A detecção incidental pode beneficiar o paciente, desde que o diâmetro seja monitorado e o paciente receba o tratamento adequado. Objetivos: Estimar a prevalência do diagnóstico incidental de aneurisma de aorta torácica (AAT) e de AAA em tomografias computadorizadas (TCs); avaliar a prevalência de sexo e idade dos pacientes e determinar quais as artérias acometidas e as características morfológicas dos aneurismas; determinar quais as indicações de TC mais associadas ao diagnóstico incidental de aneurismas. Métodos: Estudo descritivo, retrospectivo e randomizado. Critérios de inclusão: pacientes com 50 anos ou mais submetidos a TC de tórax, abdome ou pelve. Critérios de exclusão: acompanhamento ou suspeita diagnóstica de aneurismas. Foram utilizados protocolos com questões sobre dados demográficos e anatômicos. Resultados: Foram analisados 1.202 laudos radiológicos. Detectados 27 aneurismas (prevalência de 2,2%). Pacientes: 60% do sexo masculino e 40% do sexo feminino (p < 0,05). Localização: 13 casos (48,2%) na aorta ascendente (AAT); 7 (25,9%) na aorta infrarrenal (AAA); 2 (7,4%) aorta na transição toracoabdominal (ATA); 2 (7,4%) na ilíaca comum; 1 (3,7%) na ilíaca interna; 1 (3,7%) na artéria esplênica; e 1 (3,7%) na artéria renal. Conclusões: A maioria dos pacientes foi do sexo masculino (60%); houve maior frequência de AAT (diâmetro médio de 4,1 cm), seguido de AAA (diâmetro médio de 4,0 cm) e ATA (diâmetro médio de 3,9 cm). A principal indicação para a realização de TC associada ao diagnóstico incidental de aneurismas foi em função de sintomas respiratórios.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Analysis of imatinib adherence in chronic myeloid leukemia: a retrospective study in a referral hospital in the brazilian amazon(Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, 2019-06) ANDRADE, Alan Rodrigues; PAZ, Igor Penha; EVANGELISTA, Talitta Ribeiro; MELLO, Vanessa Joia de; HAMOY, Moisés; LEITÃO, Daniel da SilvaFundo: Houve uma revolução no tratamento da Leucemia Mielóide Crônica desde a introdução do imatinibe. No entanto, a adesão do paciente tem um grande impacto na resposta obtida com o tratamento médico. O objetivo deste estudo foi analisar a adesão medicamentosa e os fatores que a influenciaram em pacientes com Leucemia Mielóide Crônica em um hospital de referência na Amazônia brasileira. Método: Este foi um estudo retrospectivo incluindo 120 pacientes com Leucemia Mielóide Crônica, de janeiro de 2002 a dezembro de 2014. A adesão foi estimada pela Proporção de Dias Cobertos e a persistência pela análise de Kaplan-Meier. Os dados foram analisados no software Epi Info 7 ® e a relação entre as variáveis foi analisada pelo teste exato de Fisher. Um valor p menor que 0,05 foi considerado significativo. Resultados: Vinte e sete pacientes (22,5%) foram considerados não aderentes. Houve uso irregular de medicamentos e desinteresse pelo tratamento em 20,83% ( n = 25), dos quais 13 foram considerados não aderentes ( p<0,001). Um total de 26,67% ( n = 32) abandonou o tratamento por um período. Destes, 56,25% ( n = 18) eram não aderentes ( p <0,001). Distância para o hospital, falta de medicação e efeitos colaterais foram todos não significativos para baixa adesão. Ao final de um seguimento de 360 dias, 44,16% ( n = 53) dos pacientes apresentaram quebra de persistência, cuja média foi de 255 dias. Conclusão: A adesão encontrada neste estudo foi semelhante à encontrada em outras do gênero. Os únicos fatores que influenciaram negativamente a adesão foram o desinteresse e o abandono do tratamento, o que pode refletir a necessidade de educar individualmente os pacientes com Leucemia Mielóide Crônica.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Anatomopathological aspects of acute Chagas myocarditis by oral transmission(Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2016-07) SOUZA, Dilma do Socorro Moraes de; ARAUJO, Marialva Tereza Ferreira de; SANTOS, Paulo Roberto Silva Garcez dos; FURTADO JUNIOR, Julio Cesar Branco; FIGUEIREDO, Maria Tereza Sanches; PÓVOA, Rui Manuel dos SantosA transmissão vetorial do Tripanossoma cruzi tem diminuído em países da América Latina, o que tem sido atribuído ao melhor controle epidemiológico dessa forma de transmissão, estimada em 8 a 10 milhões de casos crônicos, além da redução do número de casos novos.1,2 No entanto, ocorre o crescimento da incidência de casos agudos, predominando a transmissão por via oral, devido à ingesta de alimentos contaminados com fezes de triatomíneos, tanto em apresentações de casos isolados quanto em surtos de microepidemia familiar.3 Estudos de necrópsia que descrevem a miocardite na fase aguda da doença de Chagas são escassos, e os relatos existentes na literatura são de décadas passadas e envolviam a transmissão vetorial nas áreas endêmicas. O comprometimento cardíaco na fase aguda pode ter aspectos variados, principalmente em relação à lesão miocárdica, desde inaparente até evolução para insuficiência cardíaca aguda, com miocardite grave e óbito. O envolvimento cardíaco está presente em 90%, manifestando-se com miocardite e derrame pericárdico.4,5 A análise de série de casos de miocardite aguda apresentou mortalidade de 5,6%.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Antropometria de escolares ao ingresso no ensino fundamental na cidade de Belém, Pará, 2001(Universidade Federal do Pará, 2006-03) NEVES, Olga Maria Domingues das; BRASIL, Anne Lise Dias; BRASIL, Laélia Maria Barra Feio; TADDEI, José Augusto de Aguiar CarrazedoObjetivos: realizar a antropometria em escolares da primeira série da rede pública estadual em Belém, Pará, como instrumento de vigilância nutricional e estudar as associações entre o estado nutricional e características biológicas e socioeconômicas. Métodos: foram avaliados nutricionalmente 793 escolares, pelos escores z de estatura/idade e peso/estatura, segundo a Organização Mundial da Saúde. As variáveis biológicas e socioeconômicas foram: sexo, idade, naturalidade, idade de ingresso da criança na escola e escolaridade materna. Utilizou-se o teste quiquadrado ao relacionar o estado nutricional com as variáveis. Resultados: em 637 escolares observamos 16,6% de baixa estatura e risco de baixa estatura, 4,5% de desnutrição e risco de desnutrição, 7,4% de sobrepeso e obesidade. Não houve associação significante entre estado nutricional e sexo. A maioria das crianças nasceu na capital, ingressou tardiamente na escola e tinham mães com escolaridade >4 anos. Observou-se correlação significante entre obesidade e baixa estatura com menor escolaridade materna; risco de desnutrição e baixa estatura com o ingresso escolar tardio; e obesidade e estatura normal com o ingresso regular. Conclusões: a menor escolaridade materna e o ingresso tardio escolar estão associados à presença de desvios nutricionais. A vigilância nutricional escolar é importante para avaliar, tratar e prevenir os riscos para saúde e nutrição infantil.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Artrite enteropática no Brasil: dados do registro brasileiro de espondiloartrites(Universidade Federal do Pará, 2013-12) RESENDE, Gustavo Gomes; LANNA, Cristina Costa Duarte; BERTOLUZZO, Adriana Bruscato; GONÇALVES, Celio Roberto; XIMENES, Antonio Carlos; BERTOLO, Manoel Barros; KEISERMAN, Mauro Waldemar; MENIN, Rita de Cássia; SKARE, Thelma Larocca; CARNEIRO, Sueli Coelho da Silva; AZEVEDO, Valderílio Feijó; VIEIRA, Walber Pinto; BIANCHI, Washington Alves; BONFIGLIOLI, Rubens; CAMPANHOLO, Cristiano Barbosa; CARVALHO, Hellen Mary da Silveira de; COSTA, Izaias Pereira da; DUARTE, Angela Luzia Branco Pinto; KOHEM, Charles Lubianca; MEIRELLES, Eduardo de Souza; PEREIRA, Ivânio Alves; PINHEIRO, Marcelo de Medeiros; POLITO, Elizandra Tomazela Laurenti; ROCHA, Francisco Airton Castro da; SANTIAGO, Mittermayer Barreto; CUNHA, Maria de Fátima Lobato da; VALIM, Valéria; BARROS, Percival Degrava Sampaio; RIBEIRO, Sandra Lúcia Euzébio; SILVA, José Antonio Braga da; ALBUQUERQUE, Elisa N.; LEITE, Nocy; LIMA, Sonia A. L.As doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e retocolite ulcerativa) apresentam manifestações extraintestinais em um quarto dos pacientes, sendo a mais comum a artrite enteropática. MÉTODOS: Estudo prospectivo, observacional e multicêntrico, realizado com pacientes de 29 centros de referência participantes do Registro Brasileiro de Espondiloartrites (RBE), que se incorpora ao grupo RESPONDIA (Registro Ibero-americano de Espondiloartrites). Dados demográficos e clínicos de 1472 pacientes foram colhidos, e aplicaram-se questionários padronizados de avaliação de mobilidade axial, de qualidade de vida, de envolvimento entesítico, de atividade de doença e de capacidade funcional. Exames laboratoriais e radiográficos foram realizados. Objetivamos, neste presente artigo, comparar as características clínicas, epidemiológicas, genéticas, imagenológicas, de tratamento e prognóstico de enteroartríticos com os outros espondiloartríticos nesta grande coorte brasileira. RESULTADOS: Foram classificados como enteroartrite 3,2% dos pacientes, sendo que 2,5% tinham espondilite e 0,7%, artrite (predomínio periférico). O subgrupo de indivíduos com enteroartrite apresentava maior prevalência de mulheres (P < 0,001), menor incidência de dor axial inflamatória (P < 0,001) e de entesite (P = 0,004). O HLA-B27 foi menos frequente no grupo de enteroartríticos (P = 0,001), mesmo se considerado apenas aqueles com a forma axial pura. Houve menor prevalência de sacroiliíte radiológica (P = 0,009) e também menor escore radiográfico (BASRI) (P = 0,006) quando comparado aos pacientes com as demais espondiloartrites. Também fizeram mais uso de corticosteroides (P < 0,001) e sulfassalasina (P < 0,001) e menor uso de anti-inflamatórios não hormonais (P < 0,001) e metotrexato (P = 0,001). CONCLUSÃO: Foram encontradas diferenças entre as enteroartrites e as demais espondiloartrites, principalmente maior prevalência do sexo feminino, menor frequência do HLA-B27, associados a uma menor gravidade do acometimento axial.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação da tolerabilidade e do controle de ciclo de dois contraceptivos orais de baixa dose: estudo comparativo aberto(Universidade Federal do Pará, 1998-06) BARACAT, Edmund Chada; BARBOSA, Ione Cristina; MELO, Nilson Roberto de; PINHO NETO, João Sabino de Lima; TOMAZ, Geraldez; CAMPOS, Altamiro Araujo; HYPPOLITO, Sylvia B.; MUSSIELO, Rafael; NASSAR, RosivalRealizou-se um estudo aberto comparativo em nove centros brasileiros para avaliar a tolerabilidade e o controle de ciclo obtido com o uso de dois contraceptivos orais de baixa dose contendo 20 mg etinilestradiol/75 mg gestodeno e 20 mg etinilestradiol/150 mg desogestrel, durante seis ciclos de tratamento. Foram selecionadas 167 mulheres saudáveis com vida sexual ativa (77 no grupo do gestodeno e 90 no grupo do desogestrel), das quais 138 completaram os seis ciclos de tratamento. Em um subgrupo de novas usuárias realizou-se também perfil lipídico e hemostático. Foram avaliados 867 ciclos no total. Ocorreu sangramento irregular em 4,6% dos ciclos com gestodeno e em 8,1% com desogestrel. A tolerabilidade a ambas preparações foi boa, mas houve significativamente mais náusea no grupo do desogestrel. O controle de ciclo foi bom com os dois contraceptivos, sendo que houve freqüência significativamente menor de sangramento irregular no grupo do gestodeno quando se leva em conta que todos os ciclos foram considerados. Não houve alterações clinicamente significativas no perfil hemostático. O perfil lipídico mostrou tendência a tornar-se mais favorável após seis ciclos de tratamento com as duas preparações. Não ocorreu alteração no peso médio das mulheres no grupo do gestodeno; no grupo do desogestrel houve aumento significativo no peso médio de aproximadamente 1 kg após seis meses de tratamento. A adesão ao tratamento foi boa com as duas preparações. Os resultados deste estudo mostram que preparações contendo baixa dose de gestodeno ou desogestrel associados a 20 mg de etinilestradiol são contraceptivos bem tolerados que permitem bom controle de ciclo, sem efeitos colaterais significantes.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação das práticas e conhecimentos de profissionais da atenção primária à saúde sobre vigilância do desenvolvimento infantil(2003-12) FIGUEIRAS, Amira Consuêlo de Melo; PUCCINI, Rosana Fiorini; SILVA, Edina Mariko Koga da; PEDROMÔNICO, Márcia Regina MarcondesO objetivo desta pesquisa foi avaliar os conhecimentos e práticas relacionados à vigilância do desenvolvimento da criança de 160 profissionais que atuam na atenção primária à saúde, no Município de Belém, Pará. Foram selecionados 40 médicos e 40 enfermeiros de Unidades Municipais de Saúde (UMS), e 40 médicos e 40 enfermeiros do Programa da Família Saudável (PFS). Na avaliação dos conhecimentos por meio da aplicação de teste objetivo, o percentual de acerto foi de 63,7% para médicos das UMSs, 57,3% para médicos do PFS, 62,1% para os enfermeiros do PFS e 54,3% para enfermeiros das UMSs. Na avaliação das práticas, apenas 21,8% das mães informaram que foram indagadas sobre o desenvolvimento dos seus filhos, 27,6% que o profissional perguntou ou observou o desenvolvimento da sua criança e 14,4% que receberam orientação sobre como estimulá-las. Concluímos que médicos e enfermeiros da atenção primária no Município de Belém apresentam deficiências nos conhecimentos sobre desenvolvimento infantil e que a vigilância do desenvolvimento não é realizada de forma satisfatória, sendo necessárias sensibilização e capacitação dos profissionais para esta prática.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Cerebral hemodynamic and metabolic changes in fulminant hepatic failure(Universidade Federal do Pará, 2017-07) PASCHOAL JUNIOR, Fernando Mendes; NOGUEIRA, Ricardo de Carvalho; OLIVEIRA, Marcelo de Lima; PASCHOAL, Eric Homero Albuquerque; TEIXEIRA, Manoel Jacobsen; D’ALBUQUERQUE, Luiz Augusto Carneiro; Edson Bor-Seng-ShuO edema cerebral e a hipertensão intracraniana (HIC) são as principais causas de morbidade e mortalidade de pacientes com insuficiência hepática fulminante (IHF). A patogênese dessas complicações tem sido investigada no homem, em modelos experimentais e em sistemas celulares isolados. Atualmente, o mecanismo subjacente ao edema cerebral e HIC na presença de IHF é multifatorial em etiologia e pouco compreendido na literatura. O objetivo deste trabalho é revisar a fisiopatologia das alterações hemodinâmicas e metabólicas cerebrais na IHF, visando melhorar a compreensão da complicação da hemodinâmica encefálica na IHF.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A criança e o adolescente com problemas do desenvolvimento no ambulatório de pediatria(2003-06) MIRANDA, Luci Pfeiffer; RESEGUE, Rosa Miranda; FIGUEIRAS, Amira Consuêlo de MeloOBJETIVO: revisar a literatura e os princípios básicos sobre o atendimento ambulatorial da criança e do adolescente com alterações no desenvolvimento, salientando os aspectos da prevenção, detecção e intervenção precoce, inclusão e reabilitação. FONTE DE DADOS: pesquisa nas bases de dados Medline, Lilacs, nas publicações de comitês científicos, de instituições para portadores de necessidades especiais e protocolos sobre assistência ambulatorial em centros de referência para crianças e adolescentes portadores de deficiências. SÍNTESE DOS DADOS: esta população-alvo apresenta, além dos problemas de saúde típicos de sua faixa etária, os relacionados à sua patologia de base, ou às conseqüências dessas. Este artigo traz ao pediatra as principais causas de distúrbios de desenvolvimento e as características de cada forma de deficiência, ressaltando os cuidados necessários na sua abordagem nos ambulatórios de pediatria. CONCLUSÕES: o censo brasileiro de 2000 aponta que 14,5% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência, posicionando os problemas de desenvolvimento como um dos mais prevalentes agravos da infância e da adolescência. Assim sendo, todo pediatra há que estar atento ao desenvolvimento das crianças e adolescentes e aos fatores que possam influir sobre ele. Do pediatra depende a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento em tempo hábil, sendo insubstituível na coordenação da assistência multidisciplinar, bem como na inclusão desta clientela na assistência básica à saúde, fundamentais na definição do prognóstico e da qualidade de vida dos portadores de deficiências.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Depression after CABG: a prospective study(Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, 2013-12) NUNES, Joana Kátya Veras Rodrigues Sampaio; FIGUEIREDO NETO, José Albuquerque de; SOUSA, Rosângela Maria Lopes de; COSTA, Vera Lívia Xavier de Castro; SILVA, Flor de Maria Araújo Mendonça; HORA, Ana Flávia Lima Teles da; SILVA, Edna Lúcia Coutinho da; REIS, Lívia Mariane Castelo Branco
