UNESCO, mulheres e biopoder no Brasil: alguns apontamentos

Contido em

Fractal: Revista de Psicologia

Citar como

LEMOS, Flávia Cristina Silveira et al. |Unesco, mulheres e biopoder no Brasil: alguns apontamentos. Fractal: Revista de Psicologia, Rio de Janeiro, v. 29, n. 3, p. 224-230, set./dez. 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.22409/1984-0292/v29i3/1052. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11394. Acesso em:.

DOI

http://dx.doi.org/10.22409/1984-0292/v29i3/1052 
O texto interroga as práticas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) frente às mulheres brasileiras e opera uma analítica dos discursos racistas e utilitaristas que promovem disciplina e regulações securitárias com base na educação e cultura. A preocupação com os direitos violados nos países chamados em desenvolvimento pela UNESCO, e seus designados parceiros se, de um lado, constitui um importante anteparo às violências, de outro, cria condições para práticas disciplinares e securitárias de base neoliberal e mundializada que devem ser problematizadas. As mulheres entram na agenda da UNESCO sob o ângulo da segurança ameaçada e da segurança a realizar traduzido em políticas públicas dirigidas a elas e a seus filhos.

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CNPq

País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

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UFPA

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http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922017000300224&lng=pt&nrm=iso