Argila, rio, pontes e narrativas: gestalt social de um recomeço

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01-09-2017

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Nova Revista Amazônica

Citar como

PORTUGAL, Jéssica Feiteiro; FERNANDES, Daniel dos Santos. Argila, rio, pontes e narrativas: gestalt social de um recomeço. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 5, n. 3, p. 149-158, set. 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v5i3.6311. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/12393. Acesso em:.

DOI

http://dx.doi.org/10.18542/nra.v5i3.6311
As áreas urbanas alagadiças de Altamira, município situado no sudoeste do Pará, estão localizadas às margens do principal componente hidrográfico da rodovia Transamazônica (BR-230), o Rio Xingu. Essas áreas, por onde atravessavam os igarapés afluentes do Xingu (igarapé Altamira, Ambé e Panelas), anualmente, em função do clima predominante na região, que varia de períodos de seca extrema às cheias de inverno, de fevereiro a abril, passavam por inundações periódicas decorrentes do regime hídrico do curso de água, as quais, resultavam em inúmeros impactos socioambientais às populações que residiam nessas localidades.

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Palavras-chave

ArgilaRioTransamazônica

Área de concentração

Linha de pesquisa

CNPq

País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

Sigla(s) da(s) Instituição(ões)

UFPA

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https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6311