Química mineral de titanitas de granitos paleoproterozóicos da Província Carajás

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21-09-2025

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VIEIRA, Jhessica Malvina Araújo. Química mineral de titanitas de granitos paleoproterozóicos da Província Carajás. Orientador: Claudio Nery Lamarão. 2025. xiii, 85 f. Dissertação (Mestrado em Geoquímica e Petrologia) - Programa de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímica, Instituto de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em: . Acesso em:.

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Os Granitos Anorogênicos Paleoproterozoicos das Suítes Jamon, Serra dos Carajás e Velho Guilherme, integrantes da Província Carajás, foram formados em ambientes tectônicos extensionais e apresentam condições de cristalização variáveis, resultando em diferenças quanto ao grau de oxidação e o potencial metalogenético. A titanita (CaTiSiO5), pode ser um importante indicador petrológico e metalogenético, devido à sua capacidade de incorporar elementos traço e terras raras (ETR) durante sua cristalização. Foram analisadas as assinaturas geoquímicas das titanitas primárias e secundárias de granitos oxidados da Suítes Jamon e de granitos reduzidos da Suíte Velho Guilherme, utilizando-se estudos de morfologia, textura e composição química dos cristais e destacando suas relações com os processos magmáticos e hidrotermais. As titanitas primárias em granitos oxidados, como os da Suíte Jamon, são predominantemente euédricas a subédricas e mais enriquecidas em Ca+Ti, enquanto nos granitos reduzidos da Suíte Velho Guilherme, são restritas ao Granito Serra da Queimada. As titanitas secundárias se formam principalmente a partir da alteração de minerais ferromagnesianos e exibem enriquecimento em Al, Fe, Ta Sn e W, associado à interação com fluidos hidrotermais, conforme se observa pela retenção dos elementos terras rara (Sm+La), (Gd+Yb) e Y.

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CNPq

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Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

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