Na palma da mão: o desenvolvimento do pensamento algébrico com estudante com cegueira nos anos inicias

Imagem de Miniatura

Data

26-02-2025

Afiliação

Grau

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Tema

Eixo temático

Coorientador(es)

FAUSTINO, Ana Carolina

Tipo de acesso

Acesso AbertoAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalaccess-logo

Agência de fomento

Contido em

Citar como

GELL, Ana Julia Franco. Na palma da mão: o desenvolvimento do pensamento algébrico com estudante com cegueira nos anos inicias. Orientador: Elielson Ribeiro de Sales. 2025. 147 f. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e Matemática) - Instituto de Educação Matemática e Científica, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em:https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18785. Acesso em:.

DOI

O objetivo central deste trabalho é investigar como um estudante com cegueira se engajou em processos de generalização nas aulas de matemática dos Anos Iniciais. A metodologia foi baseada em uma abordagem qualitativa. A produção de dados foi realizada em uma escola pública localizada na região metropolitana de Belém/Pará e teve como participantes estudantes com cegueira e videntes de uma turma dos anos iniciais, sendo 25 videntes e um estudante com cegueira. Durante três meses, a pesquisadora desenvolveu seis tarefas que buscaram o desenvolvimento do pensamento algébrico na turma do quinto, onde está matriculado o estudante com cegueira. Os dados foram capturados a partir da gravação de áudio, vídeos, captura de fotos, e utilizamos três celulares, um para gravação de áudio, um para filmagem e outro para registro do processo e por meio do registro das tarefas feito pelos estudantes. Durante a análise dos dados, foram escritos sete episódios sobre cada tarefa, incluindo os materiais utilizados, as tarefas desenvolvidas e os diálogos ocorridos dentro de sala de aula ao longo do processo. Os resultados destacam que o processo de generalização foi realizado pelo estudante de forma ampla e abstrata. Além disso, evidenciam a importância dos materiais táteis para tornar o ensino da matemática acessível e promover uma aprendizagem mais inclusiva e interativa para todos os estudantes. O uso de recursos manipuláveis beneficiou não apenas o estudante com cegueira, mas toda a turma, incentivando a participação ativa, a exploração concreta dos conceitos matemáticos e a colaboração entre os colegas. A pesquisa reforça que práticas pedagógicas acessíveis são essenciais para garantir equidade no ensino, tornando a matemática mais compreensível e estimulante para todos.

browse.metadata.ispartofseries

Área de concentração

País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

Sigla(s) da(s) Instituição(ões)

UFPA

item.page.isbn

Fonte

1 CD-ROM

item.page.dc.location.country

Fonte URI