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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorSILVA, Maria de Nazaré Moraes da-
dc.creatorSILVA, Marília de Nazaré Ferreira-
dc.creatorSILVA, Walkyria Alydia Grahl Passos Magno e-
dc.date.accessioned2017-06-19T15:04:09Z-
dc.date.available2017-06-19T15:04:09Z-
dc.date.issued2017-04-
dc.identifier.citationSILVA, Maria de Nazaré Moraes da ; FERREIRA, Marília de Nazaré Silva ; SILVA, Walkyria Alydia Grahl Passos Magno e. Autonomia Parkatêjê para preservar sua língua nativa: me ikwy tekjê ri. Educação & Sociedade, Campinas, 2017. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302017005003101&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 19 jun. 2017. Epub 13-Abr-2017. <http://dx.doi.org/10.1590/es0101-73302016125693>.pt_BR
dc.identifier.issn1678-4626pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/8720-
dc.description.abstractAfter the 1988 Constitution, formal education in Brazil suffered many changes. Nowadays, schools tend to adapt their actions to the current educational paradigm, and indigenous communities take a stand in this matter. One said community is the Parkatêjê, inhabitants of the Mãe Maria Reservation Area, in Pará. This paper, based on published materials, gathers information about the initiative of this community to preserve its culture. It also brings data about the implementation of formal education among indigenous people and about autonomy, a phenomenon related to current pedagogical practices. This text highlights the fact that Indigenous Education has not yet matured with regards to the preservation of native languages and suggests that ethnographical studies should be carried out in indigenous schools. The text also aims at helping to spread the word about the Parkatêjê experience in valuing its own culture.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Luciana Alcantara (lalcantara@ufpa.br) on 2017-06-19T15:03:19Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Artigo_AutonomiaParkatejePreservar.pdf: 239198 bytes, checksum: 22860e7c852c4c63eea1aba1158d2483 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofEducação & Sociedadept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLíngua parkatejêpt_BR
dc.subjectEducação indígenapt_BR
dc.subjectComunidade indígenapt_BR
dc.subjectPreservação de línguas nativaspt_BR
dc.subjectPráticas pedagógicaspt_BR
dc.titleAutonomia parkatêjê para preservar sua língua nativa: me ikwy tekjê ript_BR
dc.title.alternativeParkatêjê autonomy to help preserve their native language: me ikwy tekjê ript_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.citation.spage1pt_BR
dcterms.citation.epage17pt_BR
dc.description.resumoA partir da Constituição de 1988, o ensino formal no Brasil passou por modificações e, hoje em dia, as escolas buscam adequar suas ações ao atual paradigma educacional. As comunidades indígenas demarcam lugar nessa discussão, a exemplo dos Parkatêjê, habitantes da Reserva Mãe Maria, no Pará. O presente artigo caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica que reúne informações acerca da iniciativa desse povo para preservar a sua cultura. Também levanta dados sobre a implantação do ensino formal no país e sobre a autonomia, um fenômeno relacionado às práticas pedagógicas contemporâneas. Destaca-se que a Educação Escolar Indígena (EEI) ainda se mostra embrionária em relação à preservação de línguas nativas, por isso a necessidade de estudos etnográficos em escolas indígenas. Por fim, o artigo ressalta a importância de divulgação da experiência Parkatêjê sobre a validação de sua própria cultura.pt_BR
Aparece en las colecciones: Artigos Científicos - ILC

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