A inundação sazonal e a topografia como indicadoras ambientais da regeneração natural em uma floresta ombrófila densa aluvial na Amazônia Oriental

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13-01-2016

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SILVA, Julie Andrews de França e. A inundação sazonal e a topografia como indicadoras ambientais da regeneração natural em uma floresta ombrófila densa aluvial na Amazônia Oriental. Orientador: Mario Augusto Gonçalves Jardim. 2016. 81 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais) – Instituto de Geociências, Universidade Federal do Pará, Museu Paraense Emílio Goeldi, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Belém, 2016. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11019. Acesso em:.

DOI

O objetivo da pesquisa foi avaliar os efeitos da inundação sazonal e da topografia na composição florística, na estrutura e na forma de vida da regeneração natural em uma floresta ombrófila densa aluvial na Amazônia Oriental. Na Área de Proteção Ambiental, Ilha do Combu, foram instaladas quatro parcela permanentes de 20 x 20 m, divididas em subparcelas de 1 x 1 m. Entre os meses de dezembro/2014 a julho/2015, as espécies e os seus indivíduos foram identificados, quantificados, agrupados em categorias de tamanho (CT): (CT1 = altura < 15 cm; CT2= 15,1 < altura < 30 cm; CT3= 30,1 < altura < 1 m) e posteriormente classificados quanto à forma de vida. Os parâmetros fitossociológicos calculados foram densidade e frequência relativas, categoria de tamanho relativa, regeneração natural relativa e diversidade. Foi realizada a similaridade florística das parcelas pelo índice de Bray-Curtis e o dendograma por UPGMA utilizando o Programa Estatístico R 3.1.1. Em cada parcela foram fixadas cinco varas de 1,5 m para o monitoramento diário do nível de maré em dois períodos, período chuvoso (fevereiro a abril/2015) e período menos chuvoso (maio a julho/2015). Foram contabilizados no período chuvoso 10.217 indivíduos, 30 famílias, 49 gêneros e 63 espécies, com a média de inundação de 2,88 cm; o período menos chuvoso com 10.124 indivíduos, 29 famílias, 46 gêneros e 59 espécies não ocorreu inundação nas parcelas. Em ambos os períodos, a composição florística foi similar, não havendo diferença significativa. Espécies como Pariana campestris, Anthurius sinuatum, Costus spicatus e Costus arabicus foram as mais representativas, demonstrando serem adaptadas aos dois períodos sazonais. A forma de vida árvore foi dominante em número de espécies e a forma de vida herbácea em indivíduos. A CT1 apresentou a menor quantidade de indivíduos, ao contrário de CT2. Dessa forma, os níveis de maré não interferiram na regeneração natural, indicando a sobrevivência das espécies entre os períodos. A análise topográfica foi realizada com o auxílio de um GPS geodésico Garmin GPS Map, modelo 62s, com a coleta de 20 pontos de altitude nas quatro parcelas. A variação da topografia influenciou no número de famílias, gêneros e espécies, onde as parcelas mais altas apresentaram os maiores valores de famílias, gêneros e espécies. Em número de espécies, a forma de vida árvore foi predominante e herbácea em indivíduos. Pariana campestris e Anthurium sinuatum foram dominantes em todas as parcelas, indicando que não sofreram influência da variação de altitude.

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País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
Museu Paraense Emílio Goeldi

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