Educação ambiental e suas interfaces na Reserva Extrativista Marinha Gurupí Piriá, na Amazônia Costeira Brasileira.

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15-09-2025

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RIBEIRO, Marcilenia de Jesus Silva. Educação Ambiental e suas interfaces na Reserva Extrativista Marinha Gurupí Piriá, na Amazônia Costeira Brasileira. Orientadora: Marilena Loureiro da Silva. 2025. 205 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido) - Núcleo de Altos Estudos Amazônicos, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18079 . Acesso em:.

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Este trabalho busca compreender as interfaces de educação ambiental na Reserva Extrativista Gurupí Piriá, assim como as possibilidades de sustentabilidade e de melhor qualidade de vida sociocultural e ambiental amazônica, propondo medidas de gestão integrada. A mesma será desenvolvida na Reserva Extrativista (RESEX) Marinha Gurupí Piriá. Este estudo foi realizado em 02 (duas) comunidades do município de Viseu, sendo: Basilia, localizada próximo à região estuarina do Rio Piriá, usuária, com predominância, deste estuário, e Fernandes Belo, comunidade onde a sede funcional da RESEX se encontra, localizada às margens das reentrâncias oceânicas, mas usuária também do rio Piriá. O estudo etnográfico fundamentou a pesquisa, pois é necessário conviver para entender. Este estudo foi realizado através de pesquisa bibliográfica, pesquisa documental e a pesquisa de campo. Na pesquisa de campo, os instrumentos da coleta de dados foram: a observação direta; registros fotográficos; conversas informais e estudo da história de vida de usuários da RESEX Gurupí Piriá. Isto através de visitas e convivência com famílias, escolas, RESEX e outras organizações sociais atuantes nas duas comunidades. Como resultado, pode-se afirmar que a educação ambiental acontece nas comunidades usuárias da RESEX Gurupí Piriá através da educação formal, desde o início da década de 2000, com aulas teóricas e práticas, como visitas em rios, onde as comunidades costumam usar para atividades domésticas; através da educação informal com saberes passados de gerações em gerações através da pesca artesanal, da agricultura familiar, do uso dos rios e da convivência social, e através da educação não formal através de instituições como a Igreja Católica Apostólica Romana e da RESEX Gurupí Piriá. Estas diferentes práticas da educação ambiental precisam de mais apoio de políticas públicas e mais sensibilidade da comunidade local para continuar lutando pelo equilíbrio ambiental local e global e, em consequência, buscando melhores qualidades de vida na RESEX e no planeta.

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Brasil

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Universidade Federal do Pará

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UFPA

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