Qualidade de vida e desempenho cognitivo em idosos com e sem doença de alzheimer

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13-04-2016

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CARVALHO, Paula Danielle Palheta. Qualidade de vida e desempenho cognitivo em idosos com e sem doença de alzheimer. Orientador: Celina Maria Colino de Magalhães. 2016. 90 f. Tese (Doutorado em Teoria e Pesquisa do Comportamento) - Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade Federal do Pará, Belém, 2016. Disponível em: . Acesso em: .

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O objetivo do presente trabalho foi verificar se há correlação entre a autoavaliação da Qualidade de Vida (QV) e o desempenho cognitivo de idosos com e sem Doença de Alzheimer, partindo-se da hipótese de que idosos que melhor avaliem sua qualidade de vida tem também um melhor desempenho cognitivo. Para isso, participaram do estudo 21 idosos divididos em dois grupos: Grupo Doença de Alzheimer (DA, n = 13) e Grupo Sem Doença de Alzheimer (Grupo SDA, n = 8). Os instrumentos para mensuração da Qualidade de Vida e Desempenho Cognitivo foram, respectivamente: 1) Escalas de Qualidade de Vida na Doença de Alzheimer (QdV-DA), e 2) Escala Wechsler de Inteligência para Adultos Terceira Edição (WAIS-III). O procedimento foi realizado a partir da entrevista com os próprios idosos e seus cuidadores (no Grupo DA) através da aplicação dos instrumentos acima citados. Os dados foram tratados através do software SPSS, versão 20.0. Os resultados encontrados não apontaram correlações significativas entre a QV e o Desempenho Cognitivo, exceto entre a QV e o Índice de Memória Operacional (IMO), denotando que possivelmente os sistemas envolvidos na memória operacional (atenção, controle inibitório, codificação de informações) sejam aqueles que colaboram para a manutenção da qualidade de vida diária, uma vez que esta envolve o desempenho bem sucedido nas tarefas cotidianas. Embora a presente pesquisa não tenha confirmado sua hipótese, aponta-se sua contribuição para a importância do olhar sobre a qualidade de vida e o desempenho cognitivo de pessoas idosas com e sem doença de Alzheimer, explicitando o efeito de algumas variáveis intervenientes nesse processo (idade e escolaridade) e possibilitando discussões relevantes sobre seus papéis no processo de envelhecimento.

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Universidade Federal do Pará

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UFPA

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