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dc.creatorOLIVEIRA, Danilo Araújo de-
dc.date.accessioned2021-03-26T12:47:54Z-
dc.date.available2021-03-26T12:47:54Z-
dc.date.issued2017-12-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Danilo Araújo de. Discursos heteronormativos e produção de sujeitos generificados no currículo escolar. Margens, online, v. 11, n. 17, p. 92-107, dez. 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v11i17.5436. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13085. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13085-
dc.description.abstractThis article is a part from a master's research and aims to analyze the functioning of heteronormativity in the curriculum of a basic education school. The methodological approach was qualitative, based on a post-critical positioning. We conducted open interviews with seven teachers (five women and two men) and analyzed the data considering discourse as a theoretical category. The results of the research report that normalizing discourses function as educational demands, giving gender intelligibility to bodies, marking and regulating also those who perform, who distance themselves and break with gender norms. It was also observed that essentialist notions about gender and sexuality are triggered, learned and taught through the crossing of biological and religious discourses in the narratives, defining and fixing two possible and opposing gender identities: male-male / female-female. The discourses that go through the narratives reinforce the (re) production of compulsory heterosexualization in the curriculum investigated, with few experiences of subversions.en
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Santos (larissasilvasantos1307@gmail.com) on 2021-03-25T00:13:09Z No. of bitstreams: 2 Artigo_DiscursosHeteronormativosProducao.pdf: 552520 bytes, checksum: 035b94eacf3525d602ccee124b61bde2 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-03-26T12:47:54Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Artigo_DiscursosHeteronormativosProducao.pdf: 552520 bytes, checksum: 035b94eacf3525d602ccee124b61bde2 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Previous issue date: 2017-12en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/5436pt_BR
dc.subjectCurrículo escolarpt_BR
dc.subjectHeteronormatividadept_BR
dc.subjectNormas de gêneropt_BR
dc.subjectSchool curriculumen
dc.subjectHeteronormativityen
dc.subjectGender normsen
dc.titleDiscursos heteronormativos e produção de sujeitos generificados no currículo escolarpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0463409625851892pt_BR
dc.citation.volume11pt_BR
dc.citation.issue17pt_BR
dc.citation.spage92pt_BR
dcterms.citation.epage107pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/rmi.v11i17.5436pt_BR
dc.description.resumoEste artigo é um recorte de uma pesquisa de mestrado e tem por finalidade analisar o funcionamento da heteronormatividade no currículo de uma escola de educação básica. A abordagem metodológica foi qualitativa, a partir de um posicionamento pós-crítico. Realizamos entrevistas abertas com sete docentes (cinco mulheres e dois homens) e a análise dos dados considerando discurso como categoria teórica. Os resultados da pesquisa informam que discursos normalizadores funcionam como demandas educativas, conferindo inteligibilidade de gênero aos corpos, marcando e regulando também aqueles/as que apresentam performance as quais se distanciam e rompem com as normas de gênero. Também foi observado que noções essencialistas sobre gênero e sexualidade são acionadas, aprendidas e ensinadas, mediante o atravessamento de discursos biológico e religioso nas narrativas, definindo e fixando duas identidades de gênero possíveis e opostas: masculina-homem/feminina-mulher. Os discursos que atravessam as narrativas reforçam a (re)produção da heterossexualização compulsória no currículo investigado, com poucas experiências de subversões.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigos - Margens/UFPA

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