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dc.creatorMATOS, Saulo Monteiro Martinho de-
dc.date.accessioned2023-08-09T12:44:27Z-
dc.date.available2023-08-09T12:44:27Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationMATOS, Saulo Monteiro Martinho de. Dignidade humana, humilhação e forma de vida. Revista Direito e Práxis, online, v. 10, n. 3, p. 1863-1888, 2019. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/2179-8966/2018/34008. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15838. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2179-8966pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15838-
dc.description.abstractIn normative terms, human dignity usually implies two consequences: (a) human beings cannot be treated in some particular ways due to their condition as humans; and (b) some forms of life do not correspond to the ideal life of our community. This study consists in discussing the meaning of this idea of human dignity in contrast to the concept of humiliation in the context of institutional, i.e. political and legal, rights. Two concepts of human dignity will be discussed. The first absolute/necessary and formal/transcendental concept implies the proposition “because human beings have dignity, the following cluster of rights is valid.” Conversely, the second contingent and material concept corresponds to the thought “for being able to live in dignity, we must respect the following rights.” This paper claims that human dignity should be understood as the right to be protected from humiliation. Humiliation is the experience of incapacity or absence of self-determination.en
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2023-08-09T12:44:15Z No. of bitstreams: 2 34008-124469-3-PB.pdf: 535755 bytes, checksum: a4d30c79a3559fc9091ba12ab7510d3a (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade do Estado do Rio de Janeiropt_BR
dc.relation.ispartofRevista Direito e Práxispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/*
dc.source.urihttps://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistaceaju/article/view/34008pt_BR
dc.subjectDignidade humanapt_BR
dc.subjectHumilhaçãopt_BR
dc.subjectForma de vidapt_BR
dc.subjectHuman dignityen
dc.subjectHumiliationen
dc.subjectForm of lifeen
dc.titleDignidade humana, humilhação e forma de vidapt_BR
dc.title.alternativeHuman dignity, humiliation and form of lifeen
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1755999011402142pt_BR
dc.citation.volume10pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage1863pt_BR
dc.identifier.doi10.1590/2179-8966/2018/34008pt_BR
dc.description.resumoEm termos normativos, a dignidade humana costuma apresentar duas implicações imediatas: (a) todo ser humano não deve ser tratado de determinadas formas pelo simples fato de se tratar de seres humanos; e (b) determinadas formas de vida não correspondem ao ideal de vida de nossa comunidade. O objeto formal deste estudo consiste em discutir o sentido desta ideia de dignidade humana como oposição à noção de humilhação no contexto dos direitos institucionais (políticos e jurídicos). Dois conceitos de dignidade humana serão contrapostos. O primeiro, absoluto/necessário e formal/transcendental, compreende a dignidade humana a partir do pensamento: “Porque os seres humanos possuem dignidade, os seguintes direitos são válidos.”. O segundo, contingente e material, corresponde ao desenvolvimento da seguinte assertiva: “Para que os seres humanos possam viver com dignidade, precisamos respeitar os seguintes direitos.”. A hipótese principal consiste na defesa da dignidade como o direito de não ser humilhado, sendo a humilhação a experiência da incapacidade ou ausência de poder para autodeterminar-se.pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-4396-7276pt_BR
dc.citation.epage1888pt_BR
Aparece en las colecciones: Artigos Científicos - ICJ

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