Dissertações em Agriculturas Amazônicas (Mestrado) - PPGAA/INEAF
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/2307
O Mestrado em Agriculturas Amazônicas teve início em 1996 anteriormente Curso de Mestrado em Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável e reconhecido em 2000 pela CAPES e funciona no Programa de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicas (PPGAA) da Universidade Federal do Pará (UFPA). É um curso interinstitucional, sendo sua oferta responsabilidade do Instituto Amazônico de Agriculturas Familiares - INEAF da UFPA e da EMBRAPA/CPATU – Amazônia Oriental.
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Navegando Dissertações em Agriculturas Amazônicas (Mestrado) - PPGAA/INEAF por Afiliação "IFPA-Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Adaptações de agroecossistemas familiares às mudanças no contexto socioeconômico e ambiental no Município de Curralinho, Marajó, Pará(Universidade Federal do Pará, 2013) CARVALHO, João Paulo Leão de; SILVA, Luis Mauro Santos; http://lattes.cnpq.br/7285459738695923RESUMO (dc.description.resumo) OPCIONAL E NÃO REPETITIVO - Fonte: PDF/ Pergamum/ Catálogo Teses Capes Utilizando o Marco de Avaliação de Sistemas de Manejo de Recursos Naturais Incorporando Indicadores de Sustentabilidade (MESMIS), uma ferramenta para avaliação de sustentabilidade em agroecossistemas familiares baseado nos pressupostos da abordagem sistêmica, este trabalho buscou compreender como os agroecossistemas familiares se adaptam às mudanças nos contextos socioeconômico e ambiental no Município de Curralinho, Marajó, Pará. Esse novo contexto apresenta mudanças nas relações de posse da terra; valorização de produtos florestais não-madeireiros, em especial do açaí; maiores volumes de recursos financeiros para atividades agrícolas; e cursos de capacitação tecnológica na perspectiva de inserir os agroextrativistas ao mercado formal. Com aporte teórico, se realizou uma etapa de adaptação do MESMIS ao contexto estudado. Desta forma, foram adaptados dez indicadores para avaliação da sustentabilidade de 19 agroecossistemas familiares escolhidos de forma intencional considerando o acesso à políticas de regularização fundiária, como por exemplo, crédito agrícola; compensação social (Bolsa Verde e Bolsa Família); seguro defeso; participação em capacitações tecnológicas; assim como o conhecimento do autor sobre a realidade da comunidade Boa Esperança, lócus desta pesquisa. Em acordo com outros estudos na Amazônia o MESMIS apresentou diferentes níveis de sustentabilidade em agroecossistemas familiares. Após uma caracterização dos agroecossistemas familiares foi possível identificar duas distintas lógicas familiares ligadas à produção de açaí: (i) uma lógica agroextrativista que mantém forte elemento extrativista, mais dependente do natural e, assim, apresentando maior processo de co-produção; (ii) outra lógica agroextrativista com maior inserção no mercado, apresentando maior intensificação de elementos técnicos produtivos. As diferentes lógicas podem ser reflexos da adaptação dos agroecossistemas familiares ao atual contexto socioeconômico e ambiental da região. As lógicas familiares de produção extrativista passam por profundas transformações.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Agricultura orgânica e a sustentabilidade de agroecossistemas familiares em Medicilândia-PA(Universidade Federal do Pará, 2013) SILVA, Michel Cleyton do Carmo; HERRERA, José Antônio; http://lattes.cnpq.br/3490178082968263; SILVA, Luis Mauro Santos; http://lattes.cnpq.br/7285459738695923; https://orcid.org/0000-0003-1311-1271A agricultura orgânica tem sido estimulada pelos movimentos sociais da região em que se insere este estudo, como alternativa capaz de corroborar com a consolidação de estratégias de agroecossistemas mais sustentáveis. Entendendo a agricultura orgânica como um sistema de produção baseado em relações mais harmonizadas com o meio ambiente e que proporciona maior equidade e rentabilidade, propôs-se analisar o rebatimento da produção orgânica na sustentabilidade de agroecossistemas familiares do município de Medicilândia, estado do Pará. Teve-se como hipótese central que a produção orgânica proporciona rebatimentos positivos na sustentabilidade dos agroecossistemas. Para tanto, optou-se pelo arranjo metodológico com procedimentos qualitativos, como observação de campo e entrevistas com os produtores membros da COPOAM – Cooperativa de Produtores Orgânicos da Amazônia, e procedimentos quantitativos, principalmente com a adaptação da ferramenta MESMIS (Marco para Avaliação de Sistemas de Manejo de Recursos Naturais Incorporando Indicadores de Sustentabilidades) à realidade dos agricultores familiares de Medicilândia. Com a avaliação de sustentabilidade dos agroecossistemas foi possível constatar que há o rebatimento da produção orgânica nos agroecossistemas estudados, incorrendo alterações nas dinâmicas produtivas bem como no modo de vida das famílias.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Gestão comunitária e individual dos recursos naturais nas várzeas do Baixo Tocantins: o caso do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Ilha de Sumaúma em Igarapé Miri / PA(Universidade Federal do Pará, 2011-09-05) SACRAMENTO, José Maria Cardoso; SCHMITZ, Heribert; http://lattes.cnpq.br/2294519993210835O trabalho analisa as regras na gestão comunitária dos bens comuns efetuada por camponeses da Ilha Sumaúma, antes e depois da regulamentação fundiária na ilha, através da modalidade de Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE). Sabe-se que o PAE tem como objetivo contemplar as reivindicações históricas das comunidades tradicionais, tais como: uma reforma agrária que não apenas garanta aos camponeses o direito à terra, mas também respeite o modo tradicional de vida e que tenha como princípio combinar a conservação dos recursos naturais com a realização de atividades agroextrativistas. Mais especificamente, a dissertação analisa a história da gestão dos recursos naturais na região do Baixo Tocantins antes e depois da chegada dos europeus que colonizaram a região no século XVI; as atividades que passaram a estabelecer nesse processo; a influência dessas atividades nas formas de relação de trabalho e produção agroextrativistas dos principais produtos da ilha atualmente. Demonstro, ainda, como as regras de convivência entre os moradores da ilha, que de certa forma se confundem com as regras de gestão dos recursos, foram sendo construídas ao longo do tempo, também analiso a influência da igreja católica na constituição de mecanismos que mediam a relação entre os camponeses, ou seja, as normas e arranjos institucionais para gerir coletivamente os recursos naturais. Concluo que, apesar da preocupação do PAE em valorizar a democracia e a participação através da valorização dos arranjos institucionais não formais desenvolvidos pela população, a forma de planejar a gestão comunitária dos recursos naturais contida no PAE ainda apresenta limitações significativas, principalmente, por não prever a possibilidade de algumas regras estabelecidas não serem cumpridas, e de outras não planejadas inicialmente serem incluídas no “plano de uso”.
