Dissertações em Filosofia (Mestrado) - PPGFIL/IFCH
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/5863
O Mestrado Acadêmico iniciou-se em 2011, foi reconhecido pela CAPES nos termos da Portaria nº 84, de 22/12/2014 pertence ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGFIL) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Federal do Pará (UFPA).
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Navegando Dissertações em Filosofia (Mestrado) - PPGFIL/IFCH por Afiliação "UFPA - Universidade Federal do Pará"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Arthur Schopenhauer e o medo da morte(Universidade Federal do Pará, 2022-07-01) LOBATO, Milene Dayana Paes; DEBONA, Vilmar; http://lattes.cnpq.br/5992703653122811; https://orcid.org/0000-0002-0411-3358; PONTES, Ivan Risafi de; http://lattes.cnpq.br/8592244270861493udo o que se conhece no mundo fenomênico são formas de objetivação da Vontade. A Vontade é tratada por Schopenhauer como cega, arbitrária, tirânica e brutal, sendo responsável por todo o sofrimento da vida. Dentre os diversos medos e temores existenciais, a morte é o maior entre eles, a ideia de finitude é o que mais aterroriza o ser humano. Sabendo disso, Arthur Schopenhauer desenvolveu um pensamento filosófico acerca da morte que fornece uma resposta possível para a referida aflição comum à humanidade. Morte e vida seriam partições do mesmo ciclo no qual existem dois extremos de não-ser: o antes da vida e o pós-morte. Se a vida e a morte formam uma unidade, o que faz o indivíduo temer a morte, porém, não a vida (na mesma intensidade)? O pensamento schopenhaueriano mostra que deveriam da mesma forma temer a vida, visto que ela pode Sufferingser ainda pior. A morte para o sujeito é apenas um cessar da consciência, que é somente resultado da vida orgânica e não a causa dela. A falta de consciência da morte e a mera consciência do presente (nunc stans) tem como consequências angústias e frustrações de não conseguir alcançar a eternidade. Sendo assim, o presente trabalho problematiza a “filosofia da morte” em Schopenhauer e a relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si. Busca indicar possibilidades de amenização do medo da morte através de duas vias: a do autoconhecimento enquanto Vontade (metafísico/conhecimento) e a da busca de uma vida mais suportável e menos infeliz possível (eudemonológica). Assim, percebendo-se enquanto constituinte de um ser-em-si que é impossível de ser aniquilado com a morte, ou aceitando a impossibilidade de uma vida ausente de dores, Schopenhauer mostra vias diretas para a possível superação e amenização do medo de morrer – e de diversos outros medos existenciais.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Da epistemologia moderna à epistemologia complexa de Edgar Morin: repercussões sobre o humanismo(Universidade Federal do Pará, 2022-03-03) MONTEIRO NETO, Benedito da Conceição; NUNES, Antônio Sérgio da Costa; http://lattes.cnpq.br/2937593233363602; SOUZA, Luís Eduardo Ramos de; http://lattes.cnpq.br/7892900979434696Nosso objetivo, no presente trabalho, dedica-se a demonstrar os principais elementos epistemológicos da complexidade elaborado por Edgar Morin em contraste geral com os princípios do método moderno de Descartes. Partimos das seguintes questões norteadoras: como ocorre a passagem do conhecimento ordenado moderno para o conhecimento organizado complexo e de que maneira esses conhecimentos culminam em uma concepção de humanismo? A hipótese que defendemos é que os princípios da complexidade de Morin são expostos como um diálogo crítico sobre as limitações do método moderno, apontando de que modo este último repercute de forma ambivalente na ciência e na sociedade a título de um humanismo degenerado e de um humanismo regenerado. Metodologicamente, dissertamos, em primeiro lugar, sobre a concepção da ciência e do método na modernidade, iniciando pelos argumentos que precedem e formulam a organização de um método quantitativo do conhecimento, tendo como eixo central as contribuições de Descartes em suas principais obras (1952). A segunda parte do texto volta-se para a concepção de ciência e método segundo as contribuições da epistemologia da complexidade, proposta por Edgar Morin (1996, 2011, 2015, 2016), onde apresentamos as principais inteligibilidades da sua teoria: o princípio dialógico, o princípio recursivo, o princípio hologramático. Na terceira e última parte do texto, fazemos o cotejo entre o pensamento complexo e a modernidade tomando por base o conceito do humanismo. Inicialmente, expomos a leitura da modernidade pela complexidade, destacando a categoria de racionalização. Em seguida, explanamos o modo como método moderno repercute na contemporaneidade com o advento da ecologia da ação. Por último, apresentamos uma reconstrução de um método e de um conhecimento alternativo, capaz de lidar com as incertezas culminando com a proposta de uma regeneração o humanismo.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Ética do diálogo e o princípio político do comum(Universidade Federal do Pará, 2022-09-16) BRITO, Suellen Lima de; SANTIAGO, Maria Betânia do Nascimento; http://lattes.cnpq.br/2640094533229805; https://orcid.org/0000-0002-8822-1806; VERBICARO, Loiane Prado; http://lattes.cnpq.br/4100200759767576; https://orcid.org/0000-0002-3259-9906O presente estudo tem como objetivo analisar a ética do diálogo proposta pelo filósofo judeu Martin Buber (1923) e o princípio político do comum, formulado pelos autores Pierre Dardot e Christian Laval (2017), como alternativa, para compreender a problemática das relações na sociedade neoliberal contemporânea. Buber em sua obra principal intitulada Eu e Tu (1923), apresenta as duas palavras-princípios que fundamentam nossa existência e são inerentes à condição humana, a saber: o Eu-Tu e o Eu-Isso. A primeira apresenta-se como um relacionamento dialógico, um encontro entre dois seres mutuamente, em caráter ontológico e o segundo como um relacionamento monológico, baseado em experiências, utilização e o uso dos indivíduos como meros objetos, com um caráter objetivante. Dessa forma, se o mundo do Isso predominar e orientar as formas dos homens relacionarem-se levam estes à ruína, pois tais homens perdem-se em seu interior, ou seja, desvinculando-os drasticamente das relações inter-humanas no círculo da convivência dialógica, ocasionando uma profunda perda do sentido de comunidade, solidariedade, com relações mercantilizadas e impessoais, tal como vem se manifestando no modelo de sociedade neoliberal. Considerando esse cenário, o princípio político do comum mostra-se como uma alternativa ao sistema neoliberal de controle, por tratar-se de uma racionalidade coletiva, anticapitalista, uma esfera social comum e pertencente a todos, onde não há a descaracterização da humanidade dos homens. Nesse sentido, o princípio político do comum une-se a perspectiva buberiana no enfrentamento aos desafios que se configuram com o sistema neoliberal. A partir desse diagnóstico, nosso objetivo é elucidar a necessidade de resgatar a dialogicidade das relações na contemporaneidade buscando caminhos possíveis para uma sociedade saudável e humanizada, propondo como alternativa a inspiração da ética do diálogo formulada por Martin Buber juntamente com o princípio político do comum, formulado pelos autores Pierre Dardot e Christian Laval, como uma nova racionalidade anticapitalista mundial onde o imaginário social é uma realidade de práticas coletivas, opondo-se, portanto, a racionalidade neoliberal que mantém seu sistema à custa de uma vivência descaracterizada em nome do sucesso do capital, onde explora, instiga e legitima um sentimento de competição em detrimento da solidariedade e do companheirismo aprofundando o individualismo contemporâneo. Este estudo implica relacionar autores pertencentes a tradições filosóficas distintas por meio de análises de caráter exploratório, filosófico e bibliográfico para demonstrar que diferente do neoliberalismo, a ética do diálogo e o princípio político do comum aspiram para uma vivência saudável e dialógica.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O FR. 16 de Safo e o Banquete de Platão: a relação entre Eros e beleza(Universidade Federal do Pará, 2022-04-19) LACERDA, Marjore Mariana Lima; SOUZA, Jovelina Maria Ramos de; http://lattes.cnpq.br/0475424515288539; https://orcid.org/0000-0002-1249-1068Procuraremos mostrar ao longo desta dissertação que a concepção de eros e de beleza (to kalon), assim como a relação entre esses dois elementos, estão presentes nos materiais poéticos mais antigos gregos, tais quais os fragmentos de Safo de Lesbos, poeta mélica arcaica. Dessa maneira, ao analisarmos o seu Fr. 16, pontuaremos de que modo a concepção erótica se coaduna com a visão tradicional para, enfim, acentuarmos que o diálogo Banquete platônico, ao trazer à baila a conexão de eros com a beleza, resgata temas retratados na tradição, voltando-os, porém, para a filosofia.Dissertação Acesso aberto (Open Access) La política de los sin parte: una lectura desde Jacques Ranciére de las iniciativas y artísticas de las Madres de Soacha en Colombia(Universidade Federal do Pará, 2020-02-17) BURGOS, Diego Fernando Perez; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825Dissertação Acesso aberto (Open Access) A questão racial na constituição do self: análise crítica a partir de Seyla Benhabib e Sueli Carneiro(Universidade Federal do Pará, 2023-09-11) MACHADO, Juliana Pantoja; FRATESCHI, Yara Adario; http://lattes.cnpq.br/1917359676356798; VERBICARO, Loiane Prado; http://lattes.cnpq.br/4100200759767576; https://orcid.org/0000-0002-3259-9906O presente trabalho busca analisar a concepção de self que baseia a teoria do universalismo interativo de Seyla Benhabib, demonstrando que muito embora construa novas categorias para interpretar de forma mais completa e complexa a teoria do universalismo, o faz com ênfase na questão de gênero, sem, no entanto, apontar outro dispositivo igualmente importante e constitutivo do self, o dispositivo de racialidade, discutido por Sueli Carneiro (2023). Cruzase a potência reflexiva dessas duas filósofas a fim de se pensar uma filosofia política prática que consiga abarcar as questões estruturais da sociedade brasileira. É por esse motivo que se reformula nesse estudo a pergunta lançada por Benhabib ao buscar reconstituir o legado do universalismo moderno, questionando “o que está vivo e o que está morto nas teorias universalistas morais e políticas do presente após as críticas que lhes foram dirigidas por comunitaristas, feministas e pós-modernos?” (Benhabib, 2021, p. 30) por “o que está vivo e o que está morto na teoria do universalismo interativo após uma análise crítica sobre o racismo?”. Ao demonstrar tal limitação, apresentamos como a filosofia pensada por Sueli Carneiro demarca que a formação da identidade das pessoas negras em sociedades violentamente racistas, como a brasileira, atravessa uma combinação demasiadamente complexa dos marcadores gênero, raça e classe, o que despontou um déficit tanto teórico, quanto da prática política, impossibilitando a integração das diferentes expressões que constituem o self de mulheres negras em sociedades multirraciais e pluriculturais. Aproveitando o modelo de reflexão sobre a tradição filosófica moderna, implementado por Seyla Benhabib, em que ela se aproxima dos pontos positivos desse pensamento e se afasta daqueles que considera insuficientes para o aperfeiçoamento da crítica ao universalismo, colocando-se a favor e, ao mesmo tempo, contra o cânone filosófico, é que apontamos o problema do déficit racial em sua análise, pois a ética benhabibiana que se assenta no universalismo sensível aos contextos, o qual é precursor do continum entre o outro generalizado e o outro concreto, necessita ser interconectada com a crítica racial para sanar a lacuna descrita. Assim, a questão que o trabalho levanta é a de que o self precisa ser constituído através da grade racial tanto quanto necessita fundamentar-se na grade de gênero, pois essa é uma maneira de corporificarmos corretamente os sujeitos, levando em consideração os seus contextos, sua identidade e mais do que isso, abrindo as portas para a sua habilidade de autodeterminação ôntica e ontológica. O processo de destituição do ser das pessoas negras, através do epistemicídio e da consequente exclusão do campo educacional não pode ser deixado de fora dessa reflexão, posto que são formacionais para as condições de possibilidade que edificam a supremacia branca, constituinte do Eu hegemônico branco, historicamente central na arquitetura conceitual filosófica clássica, razão pela qual também se traz ao debate a defesa pelas cotas para ingresso nas universidades.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A recepção de Franz Kafka no pensamento político de Hannah Arendt(Universidade Federal do Pará, 2022-06-08) PICANÇO NETO, Ival de Andrade; PONTES, Ivan Risafi de; http://lattes.cnpq.br/8592244270861493Esta pesquisa busca analisar a recepção da obra do escritor judeu Franz Kafka no pensamento político de Hannah Arendt, uma vez que as menções ao autor e aos seus escritos ocorrem em diferentes momentos na obra da pensadora: em Entre o passado e o futuro (1961 – 1968), A vida do espírito (1977) e em ensaios como Franz Kafka: a Revaluation (1944), O judeu como pária (1944) e o ensaio sobre Walter Benjamin (1968). Partiremos do entendimento de que nos diversos momentos em que Kafka surge nas obras de Arendt é para, de alguma forma, elucidar o contexto contemporâneo de perplexidade decorrente da ruptura com a tradição, portanto pretendemos responder a seguinte questão: qual a profundidade desta recepção de Kafka para o pensamento político de Arendt, qual o significado de sua presença e o contexto em que ele surge nas obras da autora? Uma vez que Arendt vê no escritor um representante da tipificação do pária, o pária exemplar, como homem de boa vontade, que, por meio de sua figura e seus escritos, pensa as diferentes faces e camadas da fragmentação contemporânea.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A religião nos limites da crítica kantiana da razão(Universidade Federal do Pará, 2023-04-18) SANTOS, Fladerny Marques dos; MEIRELLES, Agostinho de Freitas; http://lattes.cnpq.br/7826494085324141A presente dissertação tem como propósito analisar a temática do mal radical (radikales Böse). Essa temática, conforme veremos, tem suas implicações com a filosofia prática de Kant, sobretudo após o filósofo ter consumado a formulação do Projeto Crítico, que envolve as três Críticas. Tais implicações antecedem o exame da temática realizada na obra A religião nos limites da simples razão (1793). Assim sendo, o referido vínculo está exposto de modo direto nessa obra, mas nela não é esgotado. Portanto, em nosso exame, inicialmente, interessa nos discorrer sobre os elementos principais da argumentação kantiana, os quais são condições necessárias e alargam o horizonte em que a temática religiosa conjugada à concepção do mal recebe o destaque merecido no panorama da filosofia transcendental. A noção de mal radical não deve ser resumida como uma tese religiosa ou antropológica; assim, a nossa pesquisa argumenta que o trabalho de Kant na Religião está de acordo com as suas obras anteriores sobre moralidade.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Sapientia Et Beatitudo: o humano como imago Dei em Santo Agostinho(Universidade Federal do Pará, 2023-04-13) SANTOS, Renan Santos dos; FERREIRA FILHO, Pedro Calixto; http://lattes.cnpq.br/0104971775700240; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825; https://orcid.org/0000-0002-8988-1910O tema da felicidade já havia sido abordado pelos filósofos antigos, mas no novo mundo cristão que surgia, devemos atentar para as peculiaridades, pois, na Idade Média, possuía-se dois vocábulos para designar a palavra felicidade, uma destas expressões era o vocábulo felicitas que indicava prosperidade e fecundidade e o outro termo era o vocábulo beatitudo que implicava na bem-aventurança, na posse do verdadeiro absoluto, representando uma espécie de felicidade ―eterna‖, ou ―última‖, ou ―final‖, assumindo a ideia de ―perfeição‖ – a igreja apropriou-se do vocábulo de origem grega makaría, eudaimonia e se concretizou na beatitudo (felicidade), dando-lhe um além do religioso que lhe era próprio, um sentido além disso cristão, por pensar o fim último da felicidade como comunhão (união íntima) com um Deus pensado agora como dom e, consequentemente, concebido agora como plenitude da bondade. Defenderemos que, de acordo com Agostinho, a felicidade implica em comunhão com aquilo que se deseja enquanto bem para si e para os outros, de modo que o indivíduo se afasta da miséria, pois, como poderia ser feliz aquele que vive diante daquilo que é temporalmente irrealizável para o outro e para si, por si mesmo, o homem sábio é aquele que reconhece sua natural debilidade, de sua fraqueza. Porém, o distúrbio da ordem original nos conduz a viver diante do irrealizável, visto que sua vontade se dirige apenas as coisas impossíveis e incompatíveis com a sua natureza. Esta é a posição defendida pelo jovem Agostinho. Por conseguinte, neste trabalho buscaremos apresentar todo este itinerário do humano para a felicidade destacando o papel que a sabedoria desempenha na configuração do homem como imagem de Deus na trajetória do pensamento agostiniano.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A suspensão da empiria estudos sobre a Psicologia da propaganda fascista nos anos 1940: Filosofia, Psicanálise e pesquisa empírica em Theodor Adorno(Universidade Federal do Pará, 2022-12-14) LIMA, Victor Hugo Amaro Moraes de; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825; https://orcid.org/0000-0002-8988-1910O objetivo desta dissertação é explorar os estudos elaborados pelo Instituto de Pesquisas Sociais sobre o antissemitismo nos anos 1940, com um enfoque nos textos de Theodor W. Adorno sobre a propaganda fascista. Busca-se por meio de três eixos os desdobramentos possíveis na temática específica da propaganda fascista, para relacioná-los de acordo com o sentido geral que elas possuem na obra de Adorno. O primeiro eixo refere-se a importância histórica da pesquisa empírica no cenário intelectual dos anos iniciais da Teoria Crítica ainda em Frankfurt, explorando as primeiras tentativas de projetos e compreensões sobre o tema, e de analisar como a experiência norte-americana de pesquisa afetou o pensamento Adorno sobre tal questão. O segundo eixo se refere a importância da teoria psicanalítica no pensamento de Adorno em suas pesquisas empíricas e teóricas, formalizando uma interpretação que demonstre a ligação entre psicanálise, filosofia e sociologia em seu pensamento, almejando entrelaçar suas principais inflexões teóricas, e como estas se organizam nestas três áreas distintas. E o terceiro eixo busca realizar uma subsequente leitura e interpretação dos textos decorrentes do financiamento da AJC ao Instituto em referência à pesquisa sobre o antissemitismo: “Antissemitismo e propaganda fascista”, “Elementos do Antissemitismo” e “Padrão de Propaganda Fascista”, discutindo como os conceitos de Adorno para o problema do ódio aos judeus se desenvolveram ao mesmo tempo em que uma pesquisa empírica e teórica foi realizada entre os anos 43-44, data da escrita dos Elementos do Antissemitismo e da sua participação no projeto empírico, buscando elaborar como a interpretação sociológica de Adorno media o problema da teoria e da empiria pelo prisma de uma teorização crítica da sociedade.
