Dissertações em Filosofia (Mestrado) - PPGFIL/IFCH
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/5863
O Mestrado Acadêmico iniciou-se em 2011, foi reconhecido pela CAPES nos termos da Portaria nº 84, de 22/12/2014 pertence ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGFIL) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Federal do Pará (UFPA).
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) A dança na filosofia de Nietzsche: um caminho para a superação da décadence(Universidade Federal do Pará, 2025-07-07) GUIMARÃES, Alan Barbosa; PONTES, Ivan Risafi de; http://lattes.cnpq.br/8592244270861493; https://orcid.org/0000-0002-1289-0341; SOUZA, Luiza Monteiro e; SILVA, Rafael Guimarães Tavares da; BARROS, Roberto de Almeida Pereira de; http://lattes.cnpq.br/1365524959135039; http://lattes.cnpq.br/7864336413389692; http://lattes.cnpq.br/4521253027948817; https://orcid.org/0000-0002-8985-8315; https://orcid.org/0000-0001-6142-450XO presente trabalho visa tratar da dança como meio de superação da décadence no pensamento do filósofo Friedrich Nietzsche. Com este propósito, nossa problematização buscou investigar o porquê e como a dança é utilizada por Nietzsche em oposição ao problema da décadence, concebido pelo filósofo como uma doença que degenera o corpo e o espírito dos homens, sobretudo os de sua contemporaneidade. Em nosso estudo, perscrutamos as principais passagens que envolvem a dança e os personagens que dançam, precisamente o deus Dioniso, assim como seus seguidores e Zaratustra, além da noção de corpo do filósofo, que também desempenha um papel importante de contraste com os antípodas de Nietzsche, os portadores da décadence, como veremos no decorrer de suas obras. Em nossa análise, identificamos que a dança é tratada de forma fragmentária pelo autor, assim, utilizamos tanto quanto possível o método estrutural, e o experimentalismo perspectivista e trágico, com o propósito de mostrar sua presença na relação com importantes conceitos ao longo dos escritos de Nietzsche, para resgatar a importância dessa arte para o debate acerca da décadence. Recorremos a diversas obras de Nietzsche, como O nascimento da tragédia, A gaia ciência, Assim falou Zaratustra e O crepúsculo dos Ídolos em função da necessária articulação entre os principais conceitos do autor com o problema sugerido. Nossa hipótese é de que as potências da arte de dançar, enquanto uma elevada expressão artística corporal, contribuem para a superação da décadence, sobretudo a partir das ações dos dançarinos evocados pelo filósofo, que alcançam sua máxima superação quando Zaratustra enuncia “eu só poderia crer num deus que pudesse dançar”. A pesquisa concluiu que as ações expressas pelos dançarinos na filosofia de Nietzsche estão diretamente associadas à produção de novos valores e perspectivas, novas formas de ser e viver, haja vista que as ações daqueles que dançam perante a cultura promovem o movimento, a leveza, a superação de si. Com esses elementos transformadores, a dança proporciona a superação da décadence à medida que, aliada ao entusiasmo de um deus, a arte da dança afirma a existência mesmo diante das mais negativas dificuldades, e impulsiona a valorização da vida em seu dionisíaco transbordamento.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A Psicologia Transvalorativa de Nietzsche: a fisiopsicologia e a genealogia como caminhos para a cultura verdadeira(Universidade Federal do Pará, 2025-08-18) SILVA, Antonio Joel Lima da; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825; https://orcid.org/0000-0002-8988-1910; VECCHIA, Ricardo Bazilio Dalla ; BURNETT JUNIOR, Henry Martin; http://lattes.cnpq.br/9476600097405010; http://lattes.cnpq.br/7370655734935231; https://orcid.org/0000-0002-0769-782X; https://orcid.org/0000-0001-6806-8333O objetivo desta dissertação é demonstrar como os procedimentos metodológicos adotados por Nietzsche em sua filosofia podem ser considerados como uma psicologia transvalorativa que se move através das abordagens fisiopsicológica e histórico-genealógica, a fim de transvalorar os valores da cultura moderna e abrir caminho para aquilo que Nietzsche entende como cultura verdadeira (eKGWB, NF – 1872, 19[33]). Nesse sentido, parte-se do pressuposto de que as assinalações feitas por Nietzsche em GD/CI (prefácio da transvaloração de todos os valores redigido em 30 de setembro de 1888) e GD/CI O que devo aos antigos 5 (onde Nietzsche aponta GT/NT como sua primeira transvaloração), seriam evidências de uma coesão temática que sugere a transvaloração enquanto tarefa presente em cada fase de seu pensamento; bem como sugerem, também, uma coesão metodológica a qual pretendemos demonstrar como sendo uma abordagem múltipla que usa a filologia, a psicologia e a fisiologia como meios para a efetivação da transvaloração dos valores culturais, conforme também aponta Germán Meléndez (2015). Trata-se, nesses termos, da análise (fisio)psicológica dos conceitos de cultura moderna e de cultura verdadeira, que descreve a primeira como resultado de valores fundados por doutrinas que desprezam o corpo e engendram interpretações hipostáticas que postulam um hiato entre corpo e consciência/alma - daí toda forma de falsificação da realidade seria imputada no imaginário humano, tais como: a ideia de unidade, a ideia de vontade livre e a ideia do eu. A segunda, por sua vez, seria aquilo que Nietzsche busca alcançar através de suas transvalorações, pois, uma cultura que gera valores fundados na coerência interna entre corpo e consciência, passa a engendrar valores, da mesma forma, coerentes com a natureza daqueles que os geraram. Por fim, será exposto, em função da coesão temática e metodológica, uma análise da primeira dissertação da GM/GM, pois, como o próprio Nietzsche sugere em EH/EH Genealogia da moral, a primeira dissertação trata da psicologia do cristianismo que descreve o seu nascimento a partir do páthos do ressentimento. Assim, tal obra seria o trabalho preliminar para uma transvaloração de todos os valores.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Abstração, moeda e dívida: uma análise das relações sociais capitalistas a partir de O Anti-Édipo de Deleuze e Guattari(Universidade Federal do Pará, 2025-06-05) SANCHES, Diego de Carvalho; BRITO, Maria dos Remédios de; http://lattes.cnpq.br/6896268801860211; https://orcid.org/0000-0002-0478-5285; BARROS, Roberto de Almeida Pereira de; BARBOSA, Mariana de Toledo; http://lattes.cnpq.br/4521253027948817; http://lattes.cnpq.br/0360247935656905; https://orcid.org/0000-0001-6142-450X; https://orcid.org/0000-0002-1589-0021No presente trabalho, buscamos investigar a atualidade da interpretação de Deleuze e Guattari acerca das relações sociais na máquina capitalista no contexto atual do capitalismo financeiro. Partindo de uma análise de O Anti Édipo (1972) e do papel desempenhado pelas noções de "desterritorialização ”, "axiomática" e "reterritorialização" como elementos constituintes do socius capitalista, objetivamos mostrar em que sentido o plano de imanência desta formação econômica faz com que as suas relações sociais passem necessariamente por um processo de abstração determinado, em última instância, pela natureza de sua forma monetária e por uma política da dívida. Sendo assim, analisamos, em primeiro lugar, os pressupostos filosóficos e antropológicos que subjazem à argumentação dos autores a respeito dos tipos de socius. Trata- se de fixar o sentido de opor Nietzsche a Mauss e Lévi Strauss quando da determinação das relações sociais como relações de dívida e não de troca; de demonstrar como podemos compreender a singularidade do sistema capitalista por meio de uma história universal das contingências; e de analisar os conceitos e noções pelos quais Deleuze e Guattari definem o que é uma sociedade e como ela funciona. A demais, vemos como os autores descrevem a formação do Estado, e como este acontecimento modifica radicalmente a forma e a qualidade das relações sociais. Dando ênfase no papel mediador do Estado entre a classe despótica e o povo, nos detemos nas práticas e tecnologias que daí derivam, como a moeda, a lei, o imposto e a sobrecodificação. Em terceiro lugar, nos voltamos para o socius capitalista, objetivando mostrar os pontos de conjunção entre Deleuze e Guattari e Marx no que concerne à sua formação. Assim, frisamos a sua relação particular com a história; a natureza descodificada e desterritorializada de seus fluxos, e como isso o diferencia substancialmente dos socii pré capitalistas; o seu funcionamento por meio de uma dualidade da forma monetária; e a importância de noções como “mais vali a”, “renda”, “salário”, “lei da baixa tendencial da taxa de lucro” e “antiprodução” para a determinação de seu campo de imanência. Por fim, fazemos um balanço das contribuições do pensamento de Deleuze e Guattari em O Anti-Édipo para a crítica do capitalismo, destacando que, não obstante a limitação histórica de suas análises, as categorias e as principais teses por eles formuladas são essenciais para darmos sentido à configuração atual do capitalismo financeirizado.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Alegria e pobreza nas representações Sanfranciscanas de Dante e Giotto(Universidade Federal do Pará, 2022-02-22) SILVA, Jonas Matheus Sousa da; MOLINARI, Jonathan; http://lattes.cnpq.br/3579284707222729Parte-se, no primeiro capítulo, de cunho historiográfico e filológico, de uma apresentação positiva do século XIII na Itália e do contexto do mecenato, passando por um status quaestionis sobre estética medieval e S. Boaventura, no qual se apresenta as suas obras Itinerarium Mentis in Deum, o argumento central da De Triplici Via, alias Incendium Amoris e o contexto histórico da Legenda Sancti Francisci, para evidenciar a recepção desses escritos em Giotto e Dante. A seguir, apresenta-se a historiografia sobre S. Francisco em Jacques Le Goff e em Auerbach; averígua-se o que seja alegria e pobreza nos Escritos de S. Francisco e nas Fontes Franciscanas; vai-se à análise de Massimo Cacciari sobre as ocorrências de tais conceitos nas representações sanfrancicanas, de Dante e de Giotto e chega-se à reflexão do motivo da cruz como ponto de intercessão da pobreza e da alegria. O capítulo seguinte discorre sobre a recepção da figura de S. Francisco na Commedia, de Dante, e sobre a novidade dessa representação. Ademais, expõe-se a biografia de Dante no seu contexto político; segue-se para a apresentação de aspectos da literatura dantesca conforme o intelectual italiano Francesco de Sanctis, na sua História da literatura italiana; evidencia-se a representação de S. Francisco na Commedia, sobretudo em Paradiso XI, e se conclui com a reflexão sobre o motivo da cruz nessa obra. O último capítulo trata da representação de S. Francisco nos 28 afrescos de Giotto no ciclo, da Basílica Superior de Assis. Nele, se ressalta a biografia de Giotto no seu contexto cultural; averígua-se, na representação pictórica de S. Francisco, no mencionado ciclo giottesco, as representações dos motivos de alegria e pobreza e a presença do motivo da cruz; culmina-se com hermenêuticas desses motivos nos afrescos do ciclo: Francisco escuta o crucifixo de São Damião, o Natal em Greccio e a recepção dos estigmas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Amor, beleza e reminiscência: sobre a educação erótico-filosófica da alma no "Fedro" de Platão(Universidade Federal do Pará, 2017-08-11) COSTA, Rafael Davi Melém da; SOUZA, Jovelina Maria Ramos de; http://lattes.cnpq.br/0475424515288539Nossa pesquisa procura explicitar de que maneira podemos reconhecer no diálogo Fedro, de Platão, a proposta de uma educação erótico-filosófica da alma (psiche), em que a associação entre amor (eros), beleza (kalon) e reminiscência (anamnesis) serve de base para a harmonização do psiquismo a partir de uma contribuição ativa das dimensões não-reflexivas da alma, junto à parte intelectiva, em busca da excelência (arete) e felicidade (eudaimonia) humanas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Uma análise do método de conjecturas e refutações Popperiano e de sua Aplicação ao ensino da Filosofia na educação básica(Universidade Federal do Pará, 2023) SIQUEIRA, Ailton dos Santos; DIAS, Elizabeth de Assis; http://lattes.cnpq.br/9610357600630781; https://orcid.org/0000-0003-0951-6313O objetivo deste trabalho é examinar se o método de conjecturas e refutações, que Popper propõe para a ciência pode ser aplicado ao ensino da Filosofia na educação básica, mais especificamente nos níveis fundamental e médio. Trata-se de uma problemática relacionada à educação e em particular à forma de se ensinar Filosofia. Entretanto, tal questão não está desvinculada de sua teoria da ciência. Nossa pretensão é mostrar que tal método, com algumas adaptações, pode ser um procedimento eficaz para suscitar a reflexão filosófica, na medida em que possibilita não apenas a problematização, mas também a discussão crítica das soluções propostas pelos filósofos. Em nossa análise, procuramos evidenciar que Popper critica e recusa a indução como método da ciência e propõe como alternativa, o de conjecturas e refutações. Elucidamos a natureza de tal procedimento e suas etapas. Posteriormente, procuramos destacar algumas reflexões do filósofo sobre a pedagogia de modo a respaldar nossas reflexões sobre a temática. Apresentamos, também, algumas propostas de aplicação das ideias de Popper à educação, como as de Bedoya e Duque (2019), que acreditam que o emprego do método de conjecturas e refutações na educação possibilita a formação de alunos que tenham consciência de que a ciência não é infalível e evidenciam como tal procedimento, pode melhorar o aprendizado em geral. Outra proposta, objeto de nossa análise, foi a de Oliveira (2008), que procura mostrar como a epistemologia popperiana pode fomentar uma abordagem falibilista no ensino das ciências. Examinamos, ainda, as sugestões de Segre (2009) para que se utilize o racionalismo crítico popperiano na didática acadêmica, como alternativa ao ensino dogmático e autoritário praticado no ensino universitário. E por fim, mostramos como o método proposto por Popper, pode ser aplicado ao ensino da Filosofia na educação básica.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Antagonismos e proximades entre a filosofia de Nietzsche e a filosofia de Platão(Universidade Federal do Pará, 2016-11-09) ARAÚJO, Allan Diego de; BARROS, Roberto de Almeida Pereira de; http://lattes.cnpq.br/4521253027948817Este trabalho procura apontar, dentre inúmeras, algumas proximidades existentes entre Nietzsche e Platão. Apesar dos antagonismos existentes, podemos encontrar na interlocução Nietzsche/Platão algumas semelhanças. Voltado contra a metafísica europeia, Nietzsche descobre cada vez mais a filosofia platônica para além das dicotomias socráticas, ou seja, Platão para além do platonismo. A fim de compreender a relação Nietzsche/Platão na sua face crítica — a ―transvaloração de todos os valores‖ como ―inversão do platonismo‖ — este trabalho mostra, através da crítica ao igualitarismo e da crítica à democracia, o quanto Platão é, para Nietzsche, uma fonte contínua de inspiração em seu combate ao platonismo vulgar da tradição ocidental.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Arte e intuição intelectual em Schelling(Universidade Federal do Pará, 2015-11-03) CECIM, Arthur Martins; CORÔA, Pedro Paulo da Costa; http://lattes.cnpq.br/3785172545288511O objetivo desta dissertação é investigar a relação entre arte e intuição intelectual em Schelling a partir da perspectiva das preleções da Filosofia da arte e do Sistema do idealismo transcendental. Dentro do conceito de filosofia da arte como construção do absoluto na forma da arte, pretendemos analisar a importância da absolutez da exposição simbólica para a objetividade das Ideias da filosofia. Assim, pelo lado desse modo absoluto de exposição, a arte pode realmente exibir os arquétipos da filosofia em um objeto concreto. Pelo lado da intuição, como nos mostra a sexta parte do Sistema do idealismo transcendental, isso significa que a produção da intuição estética é a única forma de objetivação da intuição intelectual, a qual permanece dubitável nas esferas teórica e prática por não haver objetos na experiência que correspondam ao objeto inteligível dessa intuição nesses dois âmbitos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Arte e natureza na teoria estética de Theodor W. Adorno(Universidade Federal do Pará, 2019-08-30) SANTOS, Carlos Henrique Hildebrando dos; BURNETT JUNIOR, Henry MartinAo longo da trajetória dos escritos filosóficos de Theodor W. Adorno se torna perceptível as diferentes formas com a qual ele se lançava nas reflexões materialistas e dialéticas sobre a natureza. Destacamos a conferência: A ideia de história natural de 1932 e a obra intitulada Dialética do esclarecimento, escrita na década de 1940. Por sua vez, naquela que seria sua última obra escrita e publicada postumamente no começo dos anos de 1970, a Teoria estética, essas questões retornam enquanto uma forma de pensar a natureza como categoria estética indispensável para uma teoria das obras de arte, o refúgio do comportamento mimético. Deste modo, nosso objetivo se inscreve na perspectiva de analisar o belo natural e sua relação com as obras de arte, a partir de sua obra tardia. Uma vez que ele retoma não apenas discussões da sua fase de juventude, mas também as considerações do belo natural presente na tradição estética alemã da virada do século XVIII para o XIX nos laçamos na análise dessa tradição sempre tomando como ponto de partida o posicionamento de Adorno. Com essa leitura, somos possibilitados a entender como ele ressignifica o belo na natureza e assim podermos nos lançar em algumas obras literárias que o autor se manteve atento e de que modo elas nos possibilitam a entender a importância desta categoria estética. Por fim, entendemos que ele pôde conferir a essa concepção de belo um novo e mais importante significado, sobretudo, para o seu projeto filosófico inserido em uma teoria crítica da sociedade.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Arthur Schopenhauer e o medo da morte(Universidade Federal do Pará, 2022-07-01) LOBATO, Milene Dayana Paes; DEBONA, Vilmar; http://lattes.cnpq.br/5992703653122811; https://orcid.org/0000-0002-0411-3358; PONTES, Ivan Risafi de; http://lattes.cnpq.br/8592244270861493udo o que se conhece no mundo fenomênico são formas de objetivação da Vontade. A Vontade é tratada por Schopenhauer como cega, arbitrária, tirânica e brutal, sendo responsável por todo o sofrimento da vida. Dentre os diversos medos e temores existenciais, a morte é o maior entre eles, a ideia de finitude é o que mais aterroriza o ser humano. Sabendo disso, Arthur Schopenhauer desenvolveu um pensamento filosófico acerca da morte que fornece uma resposta possível para a referida aflição comum à humanidade. Morte e vida seriam partições do mesmo ciclo no qual existem dois extremos de não-ser: o antes da vida e o pós-morte. Se a vida e a morte formam uma unidade, o que faz o indivíduo temer a morte, porém, não a vida (na mesma intensidade)? O pensamento schopenhaueriano mostra que deveriam da mesma forma temer a vida, visto que ela pode Sufferingser ainda pior. A morte para o sujeito é apenas um cessar da consciência, que é somente resultado da vida orgânica e não a causa dela. A falta de consciência da morte e a mera consciência do presente (nunc stans) tem como consequências angústias e frustrações de não conseguir alcançar a eternidade. Sendo assim, o presente trabalho problematiza a “filosofia da morte” em Schopenhauer e a relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si. Busca indicar possibilidades de amenização do medo da morte através de duas vias: a do autoconhecimento enquanto Vontade (metafísico/conhecimento) e a da busca de uma vida mais suportável e menos infeliz possível (eudemonológica). Assim, percebendo-se enquanto constituinte de um ser-em-si que é impossível de ser aniquilado com a morte, ou aceitando a impossibilidade de uma vida ausente de dores, Schopenhauer mostra vias diretas para a possível superação e amenização do medo de morrer – e de diversos outros medos existenciais.Dissertação Acesso aberto (Open Access) As objeções de Kant aos argumentos teístas na Dialética Transcendental da Crítica da Razão Pura: uma crítica a partir de aspectos da filosofia analítica da religião(Universidade Federal do Pará, 2025-01-28) SANTOS, Arthur Henrique Soares dos; SOUZA, Luís Eduardo Ramos de; http://lattes.cnpq.br/7892900979434696; CORÔA, Pedro Paulo da Costa; PORTUGAL, Agnaldo Cuoco; http://lattes.cnpq.br/3785172545288511; http://lattes.cnpq.br/1568859502052989Uma das investigações teológicas críticas de Kant é acerca das denominadas provas teístas: os argumentos ontológico, cosmológico e físico-teológico. Kant conclui, na Dialética Transcendental da Crítica da razão pura (1787), que provas satisfatórias são impossíveis a partir de tais argumentações da razão teórica. Isso se dá, de acordo com o filósofo, porque o argumento ontológico falha e, em última análise, como as provas cosmológica e físico-teológica dependem dele, isso implica a impossibilidade de todas as tentativas de demonstrar a existência de Deus. Historicamente, isso levou ao abandono das provas teístas na filosofia. Entretanto, estes argumentos ressurgiram com a chamada filosofia analítica da religião, através de filósofos como Alvin Plantinga (1974, 2012), Charles Malcolm (1960), Richard Swinburne (2019) e William Lane Craig (1979). Diante desta recente recepção crítica da Dialética Transcendental, a presente pesquisa investiga o seguinte problema: as objeções de Kant realmente impossibilitam os argumentos teístas da razão teórica? Com isso em vista, o objetivo geral desta dissertação é realizar uma crítica analítica às objeções de Kant contra os argumentos teístas da razão teórica, a fim de defender a hipótese de que a objeção de Kant aos argumentos teístas não consegue demonstrar a impossibilidade de tais argumentos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Autoridade e autoritarismo em Max Horkheimer(Universidade Federal do Pará, 2014) SILVA, Francivone Rodrigues da; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825A presente dissertação se concentra na análise do estudo de Max Horkheimer sobre o problema da autoridade e do autoritarismo presente no ensaio Autoridade e família de 1936. A presença constante deste fenômeno no convívio social é tratada por Horkheimer dentro de uma visão dialética e totalizante da história da sociedade ocidental. A visão do pensador frankfurtiano possui forte influência do pensamento de Hegel, Marx e Freud na compreensão da relação entre indivíduo e sociedade. Para elucidar melhor estes conceitos, fez-se necessário um estudo sobre a questão econômica como forte elo de ligação nas relações humanas, assim como, um estudo sobre o caráter coercitivo inerente à formação do ser social. A tomada de consciência sobre a presença da autoridade e do caráter autoritário é uma das exigências que leva o homem a saber enfrentá-las, visto que jamais serão extintas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A banalidade do mal e a faculdade de pensar: política e ética nas reflexões de Hanna Arendt(Universidade Federal do Pará, 2017-04-07) MOREIRA, Elzanira Rosa Mello; BARROS, Roberto de Almeida Pereira de; http://lattes.cnpq.br/4521253027948817Esse trabalho apresenta a compreensão de Hannah Arendt acerca do mal, e sua conexão com as faculdades de pensar e julgar, que ganharam um novo impulso por ocasião do julgamento do nazista Adolf Eichmann. A partir das reflexões sobre o problema do mal, Arendt volta-se para as atividades do espírito, suscitando questões acerca do pensamento, relacionados ao fenômeno do mal. Na análise de Arendt o pensamento tem como atividade a busca por significados e sua finalidade é a comunicação consigo mesmo. Afastando-se da ortodoxia dos textos Kantianos, em suas investigações sobre o juízo, Arendt depreende no juízo estético de Kant a condição política do juízo. Em interlocução constante com a obra de Kant, Arendt se ocupa de vários conceitos constantes na Crítica da Faculdade do Juízo, obra que considera abrigar a filosofia política de Kant. Hannah Arendt reinterpreta a faculdade do juízo no sentido de demonstrar sua função política, que serve aos cidadãos para distinguir o certo do errado. A obra kantiana nos permite a compreensão da percepção e do movimento interpretativo de Arendt. Por meio da análise das reflexões de Hannah Arendt buscamos compreender a percepção da autora acerca do funcionamento da faculdade de pensar e julgar os fatos políticos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O belo e o sublime em Kant nas fases pré-critica e crítica: ruptura ou continuidade?(Universidade Federal do Pará, 2017-04-17) SOUSA, Jeandersonn Pereira de; SOUZA, Luís Eduardo Ramos de; http://lattes.cnpq.br/7892900979434696O objetivo deste estudo é investigar os conceitos do belo e do sublime em Kant por meio do confronto entre duas obras da sua filosofia estética: uma do período pré-crítico, as Observações sobre o sentimento do belo e do sublime de 1764, e a outra do período crítico, a Crítica da Faculdade de Julgar de 1790. A questão central que se pretende investigar nesta pesquisa é a seguinte: há ruptura ou continuidade conceitual na reflexão de Kant sobre o belo e o sublime nestas duas obras pertencentes a períodos distintos da sua filosofia? O caminho seguido para esclarecer este problema foi dividido em três etapas: 1) analisar e discutir como os conceitos do belo e do sublime se constituem na obra da fase pré-crítica; 2) examinar e dissertar como os conceitos do belo e do sublime se constituem na obra da fase crítica; 3) Identificar e apresentar, as semelhanças e as dessemelhanças, no tratamento da matéria nas duas obras em particular. Ao final deste estudo, defender-se-á aqui a tese de que, apesar da subjetividade aparecer no primeiro escrito e ser parte essencial no segundo escrito, por caracterizar o fundamento de determinação no sujeito por meio do sentimento de prazer e desprazer, o cotejo entre os dois escritos considera haver uma ruptura, muito mais que uma continuidade, no modo de Kant pensar os conceitos do belo e do sublime nas referidas obras.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Biopolítica em Michel Foucault: da individualização do sujeito à governamentalidade da população(Universidade Federal do Pará, 2019-08-29) FREITAS, Felipe Sampaio de; BARROS, Roberto de Almeida Pereira de; http://lattes.cnpq.br/4521253027948817Biopolítica é um assunto complexo, que percorre os mais variados âmbitos acadêmicos: da medicina social ao direito, da economia política à estatística, etc. Esta pesquisa se caracteriza a partir do estudo do itinerário que este termo/conceito tem, na obra do filósofo francês contemporâneo Michel Foucault (1926-1984). Busca, através da análise de seus cursos e obras, elucidar os variados momentos em que o assunto se configura e reconfigura, na chamada “analítica do poder”, fase política da obra do francês. A biopolítica seria um tema ainda atual? Como, na obra de Michel Foucault, os estudos a respeito do poder, em sua relação com a verdade, sofrem um “alargamento teórico” e por quê? São estas as principais indagações que irão nortear nossa caminhada pelas veredas filosóficas de Michel Foucault. É claro, quando possível, irão ser apresentados recortes de momentos atuais que ilustrem, exemplifiquem e ressignifiquem a biopolítica para, assim, atestarmos sua atualidade nos debates em filosofia política.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Os "bons europeus" e a "nova síntese" no pensamento nietzschiano(Universidade Federal do Pará, 2021-04-26) FEITOSA, Wesley Leite; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825; https://orcid.org/0000-0002-8988-1910A presente dissertação consiste em uma análise hermenêutico-filológica a respeito dos desdobramentos filosóficos de Nietzsche sobre o conceito de “bom europeu” enquanto questão fundamental em sua tarefa de superação da moral. O termo “bom europeu” ocorre em dois períodos distintos de pensamento na obra de Nietzsche. A primeira menção está presente em seus textos intermediários (1876-1882), nos quais o autor discorre sobre o problema da linguagem, da metafísica e da cultura. Nesta ocasião, o filósofo discute sobre a formação do sujeito e os processos de coerção do indivíduo na cultura que condicionam o pensamento e o comportamento humano. Esta abordagem suscita em seu pensamento a necessidade da elaboração de uma tarefa de superação da moralidade/tradição, sobre o qual o conceito de “espírito livre” é formulado. Os conceitos de “espírito livre” e “bom europeu” são associados enquanto sinônimos na fase intermediária de seu pensamento, o segundo termo enfatiza a necessidade de distanciamento e superação das pátrias e discute sobre o nacionalismo alemão do século XIX. Em seus textos tardios (1883-1889), o conceito de “bom europeu” é reintroduzido em um novo contexto em que o autor desenvolve sua crítica à moral e superação da visão etnocêntrica no pensamento moderno europeu. Desta forma, Nietzsche estabelece níveis hierárquicos de visão e superação, quais sejam: 1. Europeu; 2. Supraeuropeu; 3. Oriental; 4. Grego. O supraeuropeu é um conceito que designa um nível perspectivo de visão segundo o qual a própria Europa deve ser superada. Nessa perspectiva o indivíduo não deve ser apenas supranacional, como também, supraeuropeu, na pretensão de sobrelevação de seu horizonte europeu e alcance de uma visão mais ampla acerca da construção cultural do Ocidente. Porém, para isso é necessário levar esta tarefa adiante. O autor na tentativa de extinguir sua parcialidade ocidental propõe a visão oriental da Europa através do conceito supra-asiático. O nível asiático representa um nível mais elevado de superação da moral europeia em relação supraeuropeu, este conceito caracteriza uma objeção mais radical ao Ocidente e seus valores enquanto consequência cultural da Europa. Com intenção à esta proposta, finalmente o pensador destaca a fundamentação grega como modelo teórico para os chamados “europeus do futuro” no denominado ideal grego. Este representa, em sua tarefa, uma visão de superação mais elevada que os demais níveis anteriores e caracteriza sua visão cosmopolita da cultura europeia, pela síntese cultural que esta simboliza. A partir dessa perspectiva, Nietzsche descreve um processo contínuo de superação segundo procedimentos atávicos e de diferenciação sobre o qual seja possível o surgimento de uma “nova síntese” cultural, linguística e fisiológica.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Ciência e ética em Karl Popper(Universidade Federal do Pará, 2022-03-24) DIAS, Leandro José dos Passos; DIAS, Elizabeth de Assis; http://lattes.cnpq.br/9610357600630781; https://orcid.org/0000-0003-0951-6313Os estudos mais tradicionais acerca da filosofia de Popper têm se concentrado em aspectos de sua teoria da ciência ou de sua filosofia política, ou então em estabelecer elos de ligação entre essas duas vertentes de seu pensamento. Mais recentemente, surgiram novos estudos que têm se direcionado para uma nova hermenêutica que procura evidenciar que a ética está na raiz de sua filosofia. Nosso trabalho, pressupondo que há uma ética na base de seu pensamento, pretende analisá-la sob uma perspectiva mais específica, a da própria ciência. Nesse sentido investigaremos a seguinte questão: podemos afirmar que a concepção de ciência de Popper envolve uma dimensão ética? Ou melhor, há uma relação entre ciência e ética no pensamento do filósofo? Iremos considerar que sua concepção de ciência pressupõe uma ética, que se manifesta, em suas pretensões de demarcar a ciência, nos princípios que a norteiam e nas responsabilidades que ele imputa aos cientistas. Nossa análise da questão pretende, partir do próprio racionalismo popperiano, que ele considera como fruto de uma decisão ética. Nesse sentido pretendemos analisar o seu caráter, distingui-lo de outras formas de racionalismo, contrapô-lo ao irracionalismo e trazer à tona seus fundamentos éticos tendo por base os estudos de Kiesewetter, Artigas e Oliveira. E também, estabelecer suas relações com a ética. Elucidados esses aspectos característico do racionalismo de Popper, procuraremos evidenciar de que forma a ética se faz presente em sua concepção de ciência. Iremos mostrar que o filósofo ao propor seu critério de cientificidade e complementá-lo com certas regras metodológicas, deixa transparecer que a adoção de tais regras envolve decisões dos cientistas pautadas em valores e que geram certos compromissos éticos. Pretendemos mostrar também, que a ética se faz presente nos princípios éticos que norteiam a ciência, como falibilidade, discussão sensata, busca da verdade, honestidade e que tais princípios estão intimamente relacionados à ideia de autocrítica e de tolerância. E por fim, iremos ainda tratar das responsabilidades éticas dos cientistas, dando ênfase, as ciências aplicadas. Iremos mostrar que Popper propõe uma nova ética para a ciência tendo por base o juramento de Hipócrates.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Ciência, conhecimento e naturalismo na filosofia de Nietzsche(Universidade Federal do Pará, 2024-03-08) JESUS, Francisco de Paula Santana de; BARROS, Roberto de Almeida Pereira de; http://lattes.cnpq.br/4521253027948817; https://orcid.org/0000-0001-6142-450XEsta dissertação tem como objetivo investigar, discutir e interpretar a questão do conhecimento na filosofia de Nietzsche. Para tanto, partimos do pressuposto que o filósofo tematiza o conhecimento e a ciência a partir de uma perspectiva naturalista ao destacar seus elementos meta-epistemológicos (como as influências biológicas, ou os compromissos sub-reptícios com valores morais). Nesse sentido, o recurso às ciências naturais serve ao filósofo como subsídio para uma investigação não metafísica a respeito das maneiras humanas de cognição. Importante, então, ressaltar os paralelos existentes entre a interpretação nietzschiana e os estudos de autores com os quais Nietzsche entrou em contato, como Mach, Boscovich e Ribot. O que demanda o estudo de fontes como recurso metodológico para determinarmos o sentido da noção de conhecimento na filosofia de Nietzsche. Assim, nossa pesquisa procura 1) esboçar uma história da noção de conhecimento a partir de O nascimento da tragédia; para, em seguida, 2) apresentar as perspectivas naturalistas do conhecimento; e, por fim, 3) interpretarmos como teriam se formado os principais modelos científico-filosóficos (o socrático e o sofístico) a partir da psicologia filosófica nietzschiana. Por fim, oferecemos um discurso sobre a noção de espaço implicada na hipótese nietzschiana da vontade de poder.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Ciência, religião e ilusão no discurso freudiano: uma leitura filosófica de O futuro de uma ilusão(Universidade Federal do Pará, 2014) OLIVEIRA, Lívia Maria Araújo Noronha de; SOUZA, Maurício Rodrigues de; http://lattes.cnpq.br/4730551301673902Em sua obra de 1927, O futuro de uma Ilusão, Freud tenta de uma maneira geral fundamentar a função das crenças religiosas no psiquismo humano e desmistificá-las como capazes de apreender a realidade. Para ele, a origem psíquica das ideias religiosas é a ilusão, que está profundamente ligada com a repressão dos desejos humanos e a negação dos mesmos, que se dá na civilização. Freud não pretende examinar o valor de verdade das doutrinas religiosas, mas afirma que elas, em sua natureza psicológica, não passam de ilusões. Trata-se de ajustar-se à realidade com o objetivo da busca de felicidade. Para ele tal tarefa deve ser fruto da ciência, não da religião. Freud ressalva que a religião é apenas uma etapa do processo evolutivo humano. Nota-se que Freud foi amplamente influenciado pelo forte valor que o positivismo possuía em sua época. Assim, defendia que a única maneira de se chegar à verdade era através da racionalidade. Nosso trabalho pretende, portanto, analisar o discurso cientificista freudiano, na sua relação com a religião compreendida como ilusão, a partir de uma leitura filosófica de O Futuro de Uma Ilusão e levando sempre em consideração a influência dos ideais iluministas sobre o pensamento de Freud e sua obra.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O conceito de ontologia no livro IV da metafísica de Aristóteles(Universidade Federal do Pará, 2023-09-04) SOARES, Élida Teixeira; CORÔA, Pedro Paulo da Costa; http://lattes.cnpq.br/3785172545288511A ontologia é um domínio que abrange toda a história da filosofia conhecida, desde os gregos até pensadores contemporâneos importantes, como Martin Heidegger e sua ontologia do Dasein. Mas, assim como cada sistema filosófico parece ser diferente um do outro, ao tentarmos conceituar a ontologia, surge uma certa confusão, afinal, como vemos em Heidegger, ele entende que na história da filosofia aconteceu o esquecimento do ser, ou seja, do próprio objeto da ontologia, na forma em que esta foi concebida. E um dos alvos da crítica de Heidegger ao esquecimento do ser é Aristóteles, como também Kant procura fazer correções ao sistema categorial com o qual as coisas são determinadas. Por essa razão, estamos propondo estudar o conceito de ontologia em Aristóteles, concentrando nossa análise no que ele diz sobre esta epistéme no Livro IV da sua obra Metafísica. Nosso objetivo, com essa proposta é saber se é possível encontrar em Aristóteles uma definição precisa de ontologia que nos guie no estudo dessa parte da filosofia.
