Dissertações em Neurociências e Comportamento (Mestrado) - PPGNC/NTPC
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) O efeito das vocalizações de phlegopsis nigromaculata (aves, thamnophilidae) na detectabilidade de outras aves seguidoras de correição no parque ecológico de gunma.(Universidade Federal do Pará, 2016-09-15) LIMA, Hilário Póvoas de; HENRIQUES, Alda Loureiro; http://lattes.cnpq.br/6031840881584358; SILVA, Maria Luisa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108Formigas de correição são espécies nômades que quando forrageiam afugentam insetos que vivem no solo da floresta, tornando-os presas fáceis para outros animais. Há espécies de aves que seguem e se alimentam ao redor de correições e são consideradas seguidoras obrigatórias ou podem ser menos especializadas, se alimentando em correições apenas quando estas passam em seus territórios. Realizamos então experimentos para verificar se os sons emitidos por uma espécie seguidora de correição especializada, Phlegopsis nigromaculata, influencia o comportamento de outras espécies de aves seguidoras especializadas ou menos especializadas em seguir correições. O presente estudo foi realizado no Parque Ecológico de GUNMA (PEG) e investigamos se o playback (PB) de vocalizações de Phlegopsis nigromaculata pode aumentar a detectabilidade de outras espécies no local e se estas espécies afetadas tem alguma ligação com o forrageio em correições. Em locais diferentes no PEG, foram gravados 5 minutos do som ambiente sem emissão de PB e 5 minutos no mesmo ambiente com a emissão de PB. Os resultados mostraram que o PB aumentou significativamente a detectabilidade, onde 94% das espécies com maior detectabilidade no pós PB frequentam bandos mistos e que 28% são seguidoras de correição. Na pontuação que correlacionava as espécies que foram mais detectadas no momento pós PB de P. nigromaculata com comportamentos de seguir bandos mistos e correição, as espécies Glyphorynchus spirurus, Isleria hauxwelli, Pyriglena leuconota, Lanio surinamus, Lepidothrix iris, Veniliornis affinis, e Willisornis vidua obtiveram as maiores pontuações, sendo que todas elas frequentam bando misto e 71 % frequentam correição, sugerindo que a maior detectabilidade delas no pós PB está ligada ao forrageio em correições. Os resultados indicam que 18 podem ser influenciadas por vocalizações de Phlegopsis nigromaculata já que esta pode ter um papel significativo no forrageio de outras aves insetívoras, que seguem correição ou que frequentam bandos mistos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O efeito das vocalizações de Phlegopsis nigromaculata (Aves, Thamnophilidae) na detectabilidade de outras aves seguidoras de correição no Parque Ecológico de Gunma.(Universidade Federal do Pará, 2016-09-15) LIMA, Hilário Póvoas de; HENRIQUES, Alda Loureiro; http://lattes.cnpq.br/6031840881584358; SILVA, Maria Luisa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108; https://orcid.org/0000-0002-8949-5622; CONTRERA, Felipe Andrés León; GALVÃO, Olavo de Faria; GOULART, Paulo Roney Kilpp; http://lattes.cnpq.br/0888006271965925; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075; http://lattes.cnpq.br/7800966999068746; https://orcid.org/0000-0002-7078-5048; https://orcid.org/0000-0001-9912-3833Formigas de correição são espécies nômades que quando forrageiam afugentam insetos que vivem no solo da floresta, tornando-os presas fáceis para outros animais. Há espécies de aves que seguem e se alimentam ao redor de correições e são consideradas seguidoras obrigatórias ou podem ser menos especializadas, se alimentando em correições apenas quando estas passam em seus territórios. Realizamos então experimentos para verificar se os sons emitidos por uma espécie seguidora de correição especializada, Phlegopsis nigromaculata, influencia o comportamento de outras espécies de aves seguidoras especializadas ou menos especializadas em seguir correições. O presente estudo foi realizado no Parque Ecológico de GUNMA (PEG) e investigamos se o playback (PB) de vocalizações de Phlegopsis nigromaculata pode aumentar a detectabilidade de outras espécies no local e se estas espécies afetadas tem alguma ligação com o forrageio em correições. Em locais diferentes no PEG, foram gravados 5 minutos do som ambiente sem emissão de PB e 5 minutos no mesmo ambiente com a emissão de PB. Os resultados mostraram que o PB aumentou significativamente a detectabilidade, onde 94% das espécies com maior detectabilidade no pós PB frequentam bandos mistos e que 28% são seguidoras de correição. Na pontuação que correlacionava as espécies que foram mais detectadas no momento pós PB de P. nigromaculata com comportamentos de seguir bandos mistos e correição, as espécies Glyphorynchus spirurus, Isleria hauxwelli, Pyriglena leuconota, Lanio surinamus, Lepidothrix iris, Veniliornis affinis, e Willisornis vidua obtiveram as maiores pontuações, sendo que todas elas frequentam bando misto e 71 % frequentam correição, sugerindo que a maior detectabilidade delas no pós PB está ligada ao forrageio em correições. Os resultados indicam que 18 podem ser influenciadas por vocalizações de Phlegopsis nigromaculata já que esta pode ter um papel significativo no forrageio de outras aves insetívoras, que seguem correição ou que frequentam bandos mistosDissertação Acesso aberto (Open Access) Testes de simetria e transitividade em macaco-prego(Universidade Federal do Pará, 2016-09-29) LIMA, Raquel Leite Castro de; SILVA, Maria Luísa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966Uma das formas de investigação do comportamento simbólico e seus pré-requisitos envolve o ensino de relações arbitrárias entre estímulos em um modelo de treino de escolha condicional visando à aplicação de testes de desempenhos emergentes. O objetivo deste estudo foi testar desempenho emergente de simetria e transitividade em um macaco-prego, programando-se antes dos testes, condições de ensino aplicadas em estudos que obtiveram desempenho emergente em não humanos. O sujeito experimental foi um macaco-prego da Escola Experimental de Primatas (NTPC-UFPA), macho adulto, com ampla experiência em tarefas de escolha. Na fase 1 do experimento, foram retreinadas relações arbitrárias A-B, B-A e A-C, estabelecidas em experimento prévio, alternando-se o treino dessas relações em procedimentos de matching-to-sample (MTS) simultâneo e com atraso. Na fase 2, foram treinadas, na mesma sessão, tentativas das mesmas relações arbitrárias A-B, B-A e A-C intercaladas à tentativas das relações de identidade A-A, B-B e C-C, também com alternância de procedimentos. Na fase 3, foi reduzida a probabilidade de reforçamento nesse tipo de sessão, como preparação para as sessões de testes que envolveriam algumas tentativas aplicadas sem reforço programado. Na fase 4, foram testadas as relações C-A, B-C e C-B. Em todas as fases de treino, o critério exigido era de desempenho mínimo de 90% de acertos e, no máximo, um erro por relação treinada. Os desempenhos foram avaliados em termos de porcentagens de acerto no total de tentativas. Na Fase 1, o sujeito apresentou os desempenhos mais precisos no MTS com atraso (mínimo de 75% e máximo de 100% de acertos), provavelmente em função de que sua história experimental prévia envolvia geralmente o treino nessa tarefa; no MTS simultâneo, a variação de desempenho ficou entre 64,44% e 97,78%, sendo o total de sessões para critério maior no MTS simultâneo. Foram aplicadas 23 sessões na Fase 2, com desempenho médio de 89,32% de acertos no MTS com atraso (total de seis sessões) e 87,75% (em 11 sessões) no MTS simultâneo. O sujeito encontrou mais dificuldades nas tentativas de MTS simultâneo, particularmente nas de treino das relações de identidade, em que dois estímulos iguais permaneciam na tela do computador. Essa configuração de tentativa gerou erros que foram sanados por restrições dos locais de apresentação do modelo. Na Fase 3, foram necessárias apenas 7 sessões experimentais para o alcance do critério, sendo o desempenho médio de 91,66% no MTS simultâneo em quatro sessões e 91,10% no MTS com atraso, em três sessões. Na Fase 4, os testes mostraram dados negativos para a emergência das relações C-A. A média de acertos nestas tentativas foi de 23,33%. Foi observada ainda queda no desempenho na linha de base e reações emocionais no sujeito provavelmente em razão da ausência de reforçamento, que foram sanadas com sessões com correção e entrega de duas pelotas para cada acerto. Nos testes das relações B-C, a média de acertos nas tentativas de teste foi de 71%, indicando desempenhos emergentes. Os resultados nos testes das relações C-B foram negativos. O desempenho nessas tentativas de teste teve média de apenas 12% de acertos. O procedimento utilizado foi suficiente para que se verificasse a emergência apenas de relações transitivas (B-C). Consistente com a literatura, não humanos parecem apresentar a emergência de relações transitivas mais prontamente do que de relações simétricas. Estudos futuros envolverão o treino das relações C-A e posterior re-teste da emergência de relações C-B.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Testes de simetria e transitividade em macaco-prego(Universidade Federal do Pará, 2016-09-29) LIMA, Raquel Leite Castro de; SILVA, Maria Luisa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108; https://orcid.org/0000-0002-8949-5622; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966; GALVÃO, Olavo de Faria; DOMENICONI, Camila; GOULART, Paulo Roney Kilpp; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075; http://lattes.cnpq.br/9684535663947328; http://lattes.cnpq.br/7800966999068746; https://orcid.org/0000-0001-9912-3833Uma das formas de investigação do comportamento simbólico e seus pré-requisitos envolve o ensino de relações arbitrárias entre estímulos em um modelo de treino de escolha condicional visando à aplicação de testes de desempenhos emergentes. O objetivo deste estudo foi testar desempenho emergente de simetria e transitividade em um macaco-prego, programando-se antes dos testes, condições de ensino aplicadas em estudos que obtiveram desempenho emergente em não humanos. O sujeito experimental foi um macaco-prego da Escola Experimental de Primatas (NTPC-UFPA), macho adulto, com ampla experiência em tarefas de escolha. Na fase 1 do experimento, foram retreinadas relações arbitrárias A-B, B-A e A-C, estabelecidas em experimento prévio, alternando-se o treino dessas relações em procedimentos de matching-to-sample (MTS) simultâneo e com atraso. Na fase 2, foram treinadas, na mesma sessão, tentativas das mesmas relações arbitrárias A-B, B-A e A-C intercaladas à tentativas das relações de identidade A-A, B-B e C-C, também com alternância de procedimentos. Na fase 3, foi reduzida a probabilidade de reforçamento nesse tipo de sessão, como preparação para as sessões de testes que envolveriam algumas tentativas aplicadas sem reforço programado. Na fase 4, foram testadas as relações C-A, B-C e C-B. Em todas as fases de treino, o critério exigido era de desempenho mínimo de 90% de acertos e, no máximo, um erro por relação treinada. Os desempenhos foram avaliados em termos de porcentagens de acerto no total de tentativas. Na Fase 1, o sujeito apresentou os desempenhos mais precisos no MTS com atraso (mínimo de 75% e máximo de 100% de acertos), provavelmente em função de que sua história experimental prévia envolvia geralmente o treino nessa tarefa; no MTS simultâneo, a variação de desempenho ficou entre 64,44% e 97,78%, sendo o total de sessões para critério maior no MTS simultâneo. Foram aplicadas 23 sessões na Fase 2, com desempenho médio de 89,32% de acertos no MTS com atraso (total de seis sessões) e 87,75% (em 11 sessões) no MTS simultâneo. O sujeito encontrou mais dificuldades nas tentativas de MTS simultâneo, particularmente nas de treino das relações de identidade, em que dois estímulos iguais permaneciam na tela do computador. Essa configuração de tentativa gerou erros que foram sanados por restrições dos locais de apresentação do modelo. Na Fase 3, foram necessárias apenas 7 sessões experimentais para o alcance do critério, sendo o desempenho médio de 91,66% no MTS simultâneo em quatro sessões e 91,10% no MTS com atraso, em três sessões. Na Fase 4, os testes mostraram dados negativos para a emergência das relações C-A. A média de acertos nestas tentativas foi de 23,33%. Foi observada ainda queda no desempenho na linha de base e reações emocionais no sujeito provavelmente em razão da ausência de reforçamento, que foram sanadas com sessões com correção e entrega de duas pelotas para cada acerto. Nos testes das relações B-C, a média de acertos nas tentativas de teste foi de 71%, indicando desempenhos emergentes. Os resultados nos testes das relações C-B foram negativos. O desempenho nessas tentativas de teste teve média de apenas 12% de acertos. O procedimento utilizado foi suficiente para que se verificasse a emergência apenas de relações transitivas (B-C). Consistente com a literatura, não humanos parecem apresentar a emergência de relações transitivas mais prontamente do que de relações simétricas. Estudos futuros envolverão o treino das relações C-A e posterior re-teste da emergência de relações C-B.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos da estrutura gramatical e da entonação da voz na identificação de frases do tipo ordem e sugestão.(Universidade Federal do Pará, 2016-10-06) PANTOJA, Maelly Larissa Mendes; SILVA, Maria Luisa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; lattes.cnpq.br/9018003546303132O presente estudo objetivou avaliar se Estrutura Gramatical e a Entonação da voz são variáveis relevantes para a identificação de um estímulo verbal como uma Ordem e/ou uma Sugestão, qual dessas duas características é mais relevante para essa identificação. Participaram do estudo 180 universitários, entre 18 e 30 anos, de vários cursos de graduação, que foram expostos a sete diferentes frases que variavam em conteúdo, Estrutura Gramatical e Entonação. As frases em português eram apresentadas com a Estrutura Gramatical de Ordem (três frases) e Sugestão (três frases), sendo cada uma apresentada com duas Entonações – Ordem e Sugestão - uma frase em Mandarim também era apresentada com as duas entonações; totalizando 14 frases. As frases foram apresentadas em ordem imprevisível aos participantes, através de uma gravação de áudio. A tarefa era registrar em uma folha de respostas a opção correspondente à forma que identificava ser a frase: Ordem, Sugestão ou Nenhuma das Anteriores. Os participantes foram divididos em dois grupos, Grupo I e Grupo II, que diferiram apenas quanto à voz utilizada na gravação de áudio. Os resultados do Conjunto 1 - constituído pelas frases com Estrutura de Ordem e Entonação de Sugestão e Ordem - mostraram que os participantes do Grupo I escolheram 55,2% e do Grupo II 58,9% das vezes a opção Ordem quando a Estrutura Gramatical não correspondia à Entonação, e que 93,3% e 93,7% das respostas de escolhas dos participantes dos Grupos I e II, respectivamente, foi a opção Ordem quando a Estrutura Gramatical correspondia à Entonação. Os resultados do Conjunto 2 - constituído pelas frases com Estrutura de Sugestão e Entonação de Sugestão e Ordem - indicaram que no Grupo I 48,5% das frases foram identificadas como Ordem e no Grupo II 54,4% como Sugestão quando a Estrutura Gramatical não correspondia à Entonação, e que nos Grupos I e II 91,1% e 89,3% das frases, respectivamente, foram identificadas como Sugestão quando a Estrutura Gramatical correspondia à Entonação. Os resultados do Conjunto 3 - constituído pelas frases em Mandarim com Entonação de Ordem e Sugestão - mostraram que os participantes do Grupo I marcaram 85,6% e do Grupo II 70% das vezes a opção Nenhuma das Anteriores quando a Entonação era de Ordem e que os participantes do Grupo II marcaram 85,6% do Grupo I e 82,2% a opção Nenhuma das Anteriores quando a Entonação era Sugestão. Estes resultados indicam que o controle pela Estrutura Gramatical foi bastante reduzido quando a Entonação da voz era inconsistenteDissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos da Estrutura Gramatical e da Entonação da voz na Identificação de frases do tipo ordem e sugestão(Universidade Federal do Pará, 2016-10-06) PANTOJA, Maelly Larissa Mendes; SILVA, Maria Luisa; http://lattes.cnpq.br/2668069877000911; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva Paracampo; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; PINTO, Ana Raquel; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/2268370803567328; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189; https://orcid.org/0000-0002-6220-6173O presente estudo objetivou avaliar se Estrutura Gramatical e a Entonação da voz são variáveis relevantes para a identificação de um estímulo verbal como uma Ordem e/ou uma Sugestão, qual dessas duas características é mais relevante para essa identificação. Participaram do estudo 180 universitários, entre 18 e 30 anos, de vários cursos de graduação, que foram expostos a sete diferentes frases que variavam em conteúdo, Estrutura Gramatical e Entonação. As frases em português eram apresentadas com a Estrutura Gramatical de Ordem (três frases) e Sugestão (três frases), sendo cada uma apresentada com duas Entonações – Ordem e Sugestão - uma frase em Mandarim também era apresentada com as duas entonações; totalizando 14 frases. As frases foram apresentadas em ordem imprevisível aos participantes, através de uma gravação de áudio. A tarefa era registrar em uma folha de respostas a opção correspondente à forma que identificava ser a frase: Ordem, Sugestão ou Nenhuma das Anteriores. Os participantes foram divididos em dois grupos, Grupo I e Grupo II, que diferiram apenas quanto à voz utilizada na gravação de áudio. Os resultados do Conjunto 1 - constituído pelas frases com Estrutura de Ordem e Entonação de Sugestão e Ordem - mostraram que os participantes do Grupo I escolheram 55,2% e do Grupo II 58,9% das vezes a opção Ordem quando a Estrutura Gramatical não correspondia à Entonação, e que 93,3% e 93,7% das respostas de escolhas dos participantes dos Grupos I e II, respectivamente, foi a opção Ordem quando a Estrutura Gramatical correspondia à Entonação. Os resultados do Conjunto 2 - constituído pelas frases com Estrutura de Sugestão e Entonação de Sugestão e Ordem - indicaram que no Grupo I 48,5% das frases foram identificadas como Ordem e no Grupo II 54,4% como Sugestão quando a Estrutura Gramatical não correspondia à Entonação, e que nos Grupos I e II 91,1% e 89,3% das frases, respectivamente, foram identificadas como Sugestão quando a Estrutura Gramatical correspondia à Entonação. Os resultados do Conjunto 3 - constituído pelas frases em Mandarim com Entonação de Ordem e Sugestão - mostraram que os participantes do Grupo I marcaram 85,6% e do Grupo II 70% das vezes a opção Nenhuma das Anteriores quando a Entonação era de Ordem e que os participantes do Grupo II marcaram 85,6% do Grupo I e 82,2% a opção Nenhuma das Anteriores quando a Entonação era Sugestão. Estes resultados indicam que o controle pela Estrutura Gramatical foi bastante reduzido quando a Entonação da voz era inconsistente.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos da liberação de reforçadores durante o intervalo entre tentativas sobre desempenho no emparelhamento ao modelo com atraso em sapajus spp.(Universidade Federal do Pará, 2016-10-10) LEAL, Tamyres Roberta Colares; ROCHA, Fernando Allan de Farias; http://lattes.cnpq.br/3882851981484245; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966Estudos com pombos apontam que a liberação de estímulos reforçadores no Intervalo entre Tentativas (IET) em tarefas de discriminação simples e condicional pode produzir deterioração de controle de estímulos. No caso de discriminações condicionais, a literatura sugere que as condições que deterioram o desempenho envolvem a liberação de reforço ao final ou durante todo o IET, isto é, quando o reforço é liberado próximo ao início de uma nova tentativa. O presente estudo teve por objetivo investigar os efeitos da liberação de reforçadores durante o IET sobre o desempenho no emparelhamento ao modelo por identidade com atraso (identity delayed-matching-to-sample: DMTS) em três macacos-prego (Sapajus spp.). Cada tentativa era iniciada com a apresentação de um estímulo modelo; após a emissão de cinco toques ao modelo, iniciava-se um atraso e, ao término do atraso, estímulos de comparação eram apresentados para que a resposta de escolha ocorresse. Respostas corretas eram seguidas pela liberação de uma pelota de banana de 190 mg e pelo IET e respostas incorretas eram seguidas apenas pelo IET. As sessões eram compostas por tentativas com atrasos de 1 s, 5 s, e 20 s e IET de 30 s. Para estudar os efeitos da liberação livre de reforçadores, a pelota de 190 mg era liberada também durante o IET, conforme cinco condições, cuja ordem era aleatória e diferiu entre sujeitos: Início – liberação do reforçador após 5 s do início do IET; Meio – liberação após 15 s do início do IET; Fim – liberação após 25 s do início do IET; Todo – liberação após 5 s, 15 s, e 25 s do início do IET; e Nenhum – não havia liberação de reforço durante o IET. As condições foram aplicadas em dois procedimentos. No primeiro, denominado Manutenção, apenas um conjunto de estímulos foi vii utilizado em todas as condições de manipulação de liberação de reforço no IET; no segundo, denominado Aquisição, cada condição de manipulação apresentava um conjunto de estímulos específico. Não foi observado efeito das diferentes condições de liberação de reforço no IET sobre o desempenho geral dos sujeitos. No entanto, no procedimento de Aquisição, verificouse queda de desempenho nas tentativas de atraso máximo, de 20 s, embora as condições de liberação de reforço que afetaram o desempenho nessas tentativas diferiram entre os sujeitos. Um dos três sujeitos apresentou resultado semelhante ao encontrado na literatura, com deterioração de desempenho nas tentativas com o maior atraso, de 20 s, nas condições de liberação de reforço ao final e durante todo o IET. Os outros participantes apresentaram queda nas condições em que não havia liberação de reforço no IET ou quando a liberação ocorria no início ou fim do IET. Sugere-se, para novas pesquisas, testar os mesmos desempenhos nas mesmas condições com novos conjuntos de estímulos buscando-se replicação intra-sujeito e, posteriormente, utilizar tentativas com atrasos mais longos do que os 20 s, de acordo com a história de treino em diferentes atrasos de cada um dos sujeitosDissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos da liberação de reforçadores durante o intervalo entre tentativas sobre o desempenho no emparelhamento ao modelo com atraso em sapajus SPP(Universidade Federal do Pará, 2016-10-27) LEAL, Tamyres Roberta Colares; ROCHA, Fernando Allan de Farias Rocha; http://lattes.cnpq.br/3882851981484245; https://orcid.org/0000-0002-6148-1050; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966; GALVÃO, Olavo De Faria; MIJARES, Miriam Garcia; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075; http://lattes.cnpq.br/7653437611275971; https://orcid.org/0000-0001-9912-3833Estudos com pombos apontam que a liberação de estímulos reforçadores no Intervalo entre Tentativas (IET) em tarefas de discriminação simples e condicional pode produzir deterioração de controle de estímulos. No caso de discriminações condicionais, a literatura sugere que as condições que deterioram o desempenho envolvem a liberação de reforço ao final ou durante todo o IET, isto é, quando o reforço é liberado próximo ao início de uma nova tentativa. O presente estudo teve por objetivo investigar os efeitos da liberação de reforçadores durante o IET sobre o desempenho no emparelhamento ao modelo por identidade com atraso (identity delayed-matching-to-sample: DMTS) em três macacos-prego (Sapajus spp.). Cada tentativa era iniciada com a apresentação de um estímulo modelo; após a emissão de cinco toques ao modelo, iniciava-se um atraso e, ao término do atraso, estímulos de comparação eram apresentados para que a resposta de escolha ocorresse. Respostas corretas eram seguidas pela liberação de uma pelota de banana de 190 mg e pelo IET e respostas incorretas eram seguidas apenas pelo IET. As sessões eram compostas por tentativas com atrasos de 1 s, 5 s, e 20 s e IET de 30 s. Para estudar os efeitos da liberação livre de reforçadores, a pelota de 190 mg era liberada também durante o IET, conforme cinco condições, cuja ordem era aleatória e diferiu entre sujeitos: Início – liberação do reforçador após 5 s do início do IET; Meio – liberação após 15 s do início do IET; Fim – liberação após 25 s do início do IET; Todo – liberação após 5 s, 15 s, e 25 s do início do IET; e Nenhum – não havia liberação de reforço durante o IET. As condições foram aplicadas em dois procedimentos. No primeiro, denominado Manutenção, apenas um conjunto de estímulos foi utilizado em todas as condições de manipulação de liberação de reforço no IET; no segundo, denominado Aquisição, cada condição de manipulação apresentava um conjunto de estímulos específico. Não foi observado efeito das diferentes condições de liberação de reforço no IET sobre o desempenho geral dos sujeitos. No entanto, no procedimento de Aquisição, verificou se queda de desempenho nas tentativas de atraso máximo, de 20 s, embora as condições de liberação de reforço que afetaram o desempenho nessas tentativas diferiram entre os sujeitos. Um dos três sujeitos apresentou resultado semelhante ao encontrado na literatura, com deterioração de desempenho nas tentativas com o maior atraso, de 20 s, nas condições de liberação de reforço ao final e durante todo o IET. Os outros participantes apresentaram queda nas condições em que não havia liberação de reforço no IET ou quando a liberação ocorria no início ou fim do IET. Sugere-se, para novas pesquisas, testar os mesmos desempenhos nas mesmas condições com novos conjuntos de estímulos buscando-se replicação intra-sujeito e, posteriormente, utilizar tentativas com atrasos mais longos do que os 20 s, de acordo com a história de treino em diferentes atrasos de cada um dos sujeitos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Modelagem da resposta de arrastar um cursor numa tela sensível ao toque em macacosprego (Sapajus spp.).(Universidade Federal do Pará, 2016-11-07) SERIQUE, Igor Dias; MONTEIRO, Dionne Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/4423219093583221; GALVÃO, Olavo de Faria; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075Nos animais longevos ocorre grande desenvolvimento motor ao longo da vida, e os movimentos finos são importantes na adaptação ao ambiente. Os movimentos melhoram com a prática de antecipar obstáculos e corrigi-los conforme os resultados. Com as novas tecnologias de informática interativa, o uso da tela sensível ao toque passou a requerer diversos movimentos para executar tarefas que exigem compreensão dos estímulos visualizados. A habilidade manual e o uso de ferramentas por macacosprego já foram descritas, indicando que além do toque na tela, resposta usada no modelo atual de estudos do potencial simbólico, o macaco-prego seria capaz, por exemplo, de aprender a arrastar um estímulo na tela entre dois pontos definidos, permitindo ampliar o modelo de estudos do potencial simbólico. Este estudo é uma experiência original de ensinar macacos-prego a arrastar estímulos até um alvo, que corresponde a um primeiro passo para estudos posteriores de discriminação entre alvos e pistas falsas. Usando-se quatro macacos-prego do gênero Sapajus spp. foi feita a modelagem, com reforçamento diferencial por aproximações sucessivas da resposta de arrastar, em uma touchscreen, um estímulo apresentado no centro da tela até uma barreira circular em torno dele, cuja distância aumentava gradualmente. Os sujeitos adquiriram a resposta. Demonstrou-se que podemos usar a resposta de arrastar, aumentando o escopo das pesquisas sobre cognição e potencial simbólico do macaco-prego com tarefas que envolvem arrastar estímulos para alvos, ensinar novos repertórios relacionais e testar relações emergentes.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Modelagem da resposta de arrastar um cursor numa tela sensível ao toque em macacos prego (Sapajus spp.)(Universidade Federal do Pará, 2016-11-07) SERIQUE, Igor Dias; MONTEIRO, Dionne Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/4423219093583221; https://orcid.org/0000-0002-3115-2571; GALVÃO, Olavo de Faria; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075; https://orcid.org/0000-0001-9912-3833; NEVES, Laura Maria Tomazi; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/4235603520707156; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966; https://orcid.org/0000-0002-3115-2571Nos animais longevos ocorre grande desenvolvimento motor ao longo da vida, e os movimentos finos são importantes na adaptação ao ambiente. Os movimentos melhoram com a prática de antecipar obstáculos e corrigi-los conforme os resultados. Com as novas tecnologias de informática interativa, o uso da tela sensível ao toque passou a requerer diversos movimentos para executar tarefas que exigem compreensão dos estímulos visualizados. A habilidade manual e o uso de ferramentas por macacos prego já foram descritas, indicando que além do toque na tela, resposta usada no modelo atual de estudos do potencial simbólico, o macaco-prego seria capaz, por exemplo, de aprender a arrastar um estímulo na tela entre dois pontos definidos, permitindo ampliar o modelo de estudos do potencial simbólico. Este estudo é uma experiência original de ensinar macacos-prego a arrastar estímulos até um alvo, que corresponde a um primeiro passo para estudos posteriores de discriminação entre alvos e pistas falsas. Usando-se quatro macacos-prego do gênero Sapajus spp. foi feita a modelagem, com reforçamento diferencial por aproximações sucessivas da resposta de arrastar, em uma touchscreen, um estímulo apresentado no centro da tela até uma barreira circular em torno dele, cuja distância aumentava gradualmente. Os sujeitos adquiriram a resposta. Demonstrou-se que podemos usar a resposta de arrastar, aumentando o escopo das pesquisas sobre cognição e potencial simbólico do macaco-prego com tarefas que envolvem arrastar estímulos para alvos, ensinar novos repertórios relacionais e testar relações emergentes.
