Paisagem, experiências e sentidos do habitar ribeirinho em Embara-Yó: sensibilidades ontológicas sob o regime de águas marajoaras (PA)

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05-02-2026

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SILVA, Felipe Kevin Ramos da. Paisagem, experiências e sentidos do habitar ribeirinho em Embara-Yó: sensibilidades ontológicas sob o regime de águas marajoaras. Orientador: Fábio Fonseca de Castro. 2026. 209 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido) - Núcleo de Altos Estudos Amazônicos, Universidade Federal do Pará, Belém, 2026. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18235 . Acesso em:.

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Esta tese busca analisar e descrever os diálogos/relação entre sociedadenatureza no contexto de uma comunidade ribeirinha do município de Muaná, em Embara-yó (Marajó) – batismo concebido pelos antigos habitantes do grande arquipélago, os Aruãs – mediados pela dinâmica da paisagem, experiências e sentidos de lugar. Com bases fenomenológicas e na interdisciplinaridade, a pesquisa destaca a premência das intersubjetividades amazônicas como ícones referenciais de pesquisas voltadas aos estudos socioambientais em contextos amazônicos. Movimento dialógico entre sensibilidades amazônicas em diversas sintonias existenciais e manifestações ôntico-ontológicas que expressam importantes contribuições para o campo do planejamento e gestão ambiental, tendo em vista as paisagens como finitude, maravilhamento e, ao mesmo tempo, transformação da realidade humana, sendo estas, por sua vez, constituídas por lugares, como um bem comum – para além da ideia utilitarista de “recurso” – que agrega sentidos de habitar, graphias, modos próprios de sentir a vida. Por meio da metodologia qualitativa com a observação participativa, entrevistas abertasespontâneas e registros fotográficos, o estudo justifica-se pela imprescindibilidade de superar dicotomias reducionistas direcionados aos estudos amazônicos referentes às comunidades que habitam as várzeas, em destaque para uma questão condutora: a temporalidade das águas. Nesta conjuntura amazônicomarajoara, propõem-se, portanto, uma fenomenologia das águas, destacando, em nosso caso, a primordialidade das experiências ribeirinhas aos estudos amazônicos, assumindo-as como importantes pilares de políticas públicas que dialoguem com as particularidades do habitar, promovendo, desta feita, articulações de caráter sustentável entre saberes e práticas tradicionais em prol de um bem-viver contextualizado com os sentidos de lugar.

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Brasil

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Universidade Federal do Pará

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