Discriminação de Sílabas e Emergência de Leitura Recombinativa de Palavras em Cegos: Braille e Alfabeto Romano em Relevo

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Data

04-10-2019

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Orientador(es)

KATO, Olivia Misae Lattes

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Tipo de acesso

Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International

Contido em

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ALEXANDRE, Lara de Sousa. Discriminação de Sílabas e Emergência de Leitura Recombinativa de Palavras em Cegos: Braille e Alfabeto Romano em Relevo. Orientador: Olívia Misae Kato. 2019. 50 f. Dissertação (Mestrado em Teoria e Pesquisa do Comportamento) - Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade Federal do Pará, Belém, 2019. Disponível em: . Acesso em: .

DOI

A leitura para cegos tem sido ensinada por meio de procedimentos geralmente pouco eficientes, ocasionando déficits na aprendizagem ou até mesmo abandono antes de concluírem sua alfabetização. Vários estudos mostram que o ensino explícito de discriminação silábica promove a emergência de leitura textual e com compreensão das palavras e frases formadas por sílabas de ensino e recombinadas. O presente estudo se propôs a investigar o ensino de discriminações condicionais de sílabas para três participantes cegos, avaliando o seu efeito na emergência da leitura textual de sílabas de ensino e das novas sílabas com recombinação de letras; da leitura textual e com compreensão de palavras formadas pelas sílabas de ensino e recombinadas, além do desempenho em cópia e ditado. Para isto, foram utilizados o código Braille e letras do Alfabeto Romano em relevo. As tarefas realizadas foram: discriminações condicionais de sílabas, palavras e objetos; emissão de resposta ecóica diante de um modelo auditivo; nomeação oral de sílabas e leitura textual de palavras; e cópia e ditado com construção de palavras. O participante Paul apresentou percentuais de acertos acima de 70% nos testes de nomeação oral de sílabas e leitura textual de palavras, leitura com compreensão de palavras, e cópia e ditado destas palavras em Braille e Alfabeto Romano em relevo. Além disto, foi verificada a equivalência entre os conjuntos de palavras em Braille e em Alfabeto Romano em Relevo, sem ensino direto desta relação. Os participantes Lucy e George não concluíram o estudo, não atingindo o critério de acerto (100%) nas fases de ensino de discriminação de sílabas em Braille. Concluiu-se que o estudo é eficiente para promover a leitura recombinativa, no entanto, recomenda-se uma revisão da programação do ensino de Braille para a obtenção de melhores resultados com este conjunto.

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País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

Sigla(s) da(s) Instituição(ões)

UFPA

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https://www.ppgtpc.propesp.ufpa.br/index.php/br/teses-e-dissertacoes/dissertacoes