Funcionalidade após hospitalização por COVID-19 não crítico: implicações à curto e médio prazo na independência funcional, atividades de vida diária, capacidade funcional e dessaturação ao exercício

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03-11-2021

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CRUZ, Soany de Jesus Valente. Funcionalidade após hospitalização por COVID-19 não crítico: implicações à curto e médio prazo na independência funcional, atividades de vida diária, capacidade funcional e dessaturação ao exercício. Orientadora: Laura Maria Tomazi Neves. 2021. 66 f. Dissertação (Mestrado em Ciências do Movimento Humano) - Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Pará, Belém, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17444. Acesso em:.

DOI

A doença Coronavírus 2019 (COVID-19) é uma doença altamente infecciosa, que pode levar a hospitalização. A doença pode comprometer o sistema musculoesquelético, cardiopulmonar e vascular, dentre outros, podendo resultar em impactos à mobilidade e capacidade funcional. Objetivo: Avaliar a funcionalidade após hospitalização por COVID-19 não crítico: implicações à curto e médio prazo na independência funcional, atividades de vida diária, capacidade funcional e dessaturação ao exercício. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, analítico e descritivo. Foram incluídos indivíduos com idade superior a 18 anos, diagnosticados com COVID-19 não crítico, que estiveram internados por ao menos 24 horas e que receberam alta hospitalar, no estado do Pará. Foi realizado avaliação da funcionalidade e atividades de vida diária (AVD’s) com aplicação de formulários eletrônicos de 30 a 180 dias pós alta hospitalar (Índice de Barthel e Escala London Chest Activity of Daily (LCADL) – (Artigo 1), e avaliação da capacidade funcional e dessaturação ao exercício de 90 a 180 dias pós hospitalização (Teste de caminhada de 6 minutos (TC6) – Artigo 2). Resultados: Foram recrutados 216 indivíduos, sendo incluídos 58 indivíduos no artigo 1 e 46 indivíduos no artigo 2. No artigo 1, houve diferença significativa no Índice de Barthel entre 1 e 6 meses pós hospitalização (p=0,042). Não foi observado diferença significativa na escala LCADL. Pessoas ativas fisicamente tem maior probabilidade de obter pontuações maiores no Índice de Barthel (OR 7,32, p=0,025). No artigo 2, indivíduos após 3 meses de alta hospitalar caminharam 420m no TC6, com 28% apresentando queda >=4% na SpO2. Após 6 meses, a distância percorrida foi de 442m, com 19,05% apresentando dessaturação. Não houve diferença entre os grupos. Conclusão: Foi observado dependência para realização de AVD’s, redução da capacidade funcional e dessaturação ao exercício em pacientes pós COVID-19 não critico a curto e médio prazo após alta hospitalar.

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