Artigos Científicos - FAPSI/IFCH
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Navegando Artigos Científicos - FAPSI/IFCH por Periódicos "Psicologia: Ciência e Profissão"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A ditadura que se perpetua: direitos humanos e a militarização da questão social(Universidade Federal do Pará, 2017) CRUZ, Ana Vládia Holanda; MATSUMOTO, Adriana Eiko; MINCHONI, Tatiana; ANDRADE, Soraya Souza deO presente artigo contempla um estudo teórico sobre os processos de permanência e de alastramento no corpo social, no tocante às políticas de segurança, dos elementos que se forjaram na história longa de nosso território brasileiro, desde a época da invasão colonial, dando ênfase ao acirramento de suas contradições na ditadura empresarial-militar e à contradição posta entre a militarização da questão social e a luta pela garantia dos direitos humanos na atualidade. A partir das reflexões da criminologia crítica ou radical e da análise do papel das ciências numa perspectiva materialista-histórico e dialética, buscou-se evidenciar os processos de construção da figura do inimigo interno hoje qualificado como “delinquente”, bem como os desdobramentos da constituição de processos de criminalização em determinados modos de sociabilidade e de subjetividades. Nesse sentido, compreende-se que à Psicologia, como ciência e profissão, cabe a tarefa de posicionar-se frente às expressões da desigualdade social buscando desvelar as determinações históricas e a relação com a totalidade da qual emergem tais contextos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Massacre e resistência Kaiowá e Guarani: interrogações às psicologias nos traçados do intolerável(Universidade Federal do Pará, 2013) LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GALINDO, Dolores Cristina GomesNeste artigo, problematizamos o acontecimento massacre e a resistência dos povos indígenas Kaiowá e Guarani às práticas racistas de biopoder que são empreendidas, tendo em vista a garantia do território e da sua terra sagrada. Nos estudos de Michel Foucault, encontramos algumas ferramentas históricas e políticas que nos auxiliam a pensar sobre essa situação e a interrogá-la no presente. O racismo parece estar sustentando tal realidade e a cumplicidade com o genocídio que está sendo feita, pois há demora em realizar a demarcação, negligência diante dos apelos desses povos, que já aconteceram de várias maneiras. A resistência desses povos interpela as práticas psicológicas, para que não sejam acionadas como dispositivos de normalização etnocidas pautados pela pacificação, que nega as dissidências, ou pela patologização, que nega a diversidade da vida como biopotência.
