Artigos Científicos - FACECON/ICSA
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Agenda ambiental na administração pública A3P: estudo da adesão e ação em uma universidade pública(Universidade da Amazônia, 2015-12) VIEGAS, Socorro de Fátima Souza da Silva; CABRAL, Eugênia Rosa; GOMES, Sérgio Castro; CARVALHO, André CutrimO artigo analisa as ações de uma Instituição de Ensino Superior Federal - IFES em relação às diretivas da Agenda Ambiental na Administração Pública - A3P, que expressa inclusão da temática ambiental na gestão. Em resposta às pressões, as IFES vêm aderindo à A3P mediante adoção de práticas sustentáveis. Trata-se de um estudo com abordagem qualitativa, baseado em pesquisa documental e aplicação de questionário junto aos gestores da organização. Os resultados mostram que a adequação da IFES à A3P é parcial, principalmente quanto à destinação de resíduos, à utilização dos recursos naturais e às compras sustentáveis. Maior congruência entre as diretivas da A3P e as ações da IFES pesquisada foi identifi cada nas ações que evidenciam qualidade de vida dos servidores no ambiente de trabalho. A despeito do baixo nível de congruência entre as ações da IFES e as diretivas da A3P, o estudo mostra a importância da agenda como fator condicionante à construção de uma organização sustentável.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Características socioeconômicas pré-industriais e a eclosão do processo de industrialização na Alemanha(Universidade Federal do Pará, 2014-10) CARVALHO, André Cutrim; DUARTE, Pedro Henrique Evangelista; CANO, WilsonO presente artigo procura identificar o rápido meio de transformação e desenvolvimento pelo qual a Alemanha passou. Cabe dizer que houve uma série de fatores favoráveis para que o processo de industrialização se iniciasse, tais como: potencial de recursos e trabalho subutilizados à procura de empresários dispostos a investir seu capital, e a influência do processo de industrialização inglesa que, ao mesmo tempo, levava à Alemanha novos produtos, criava mercados para os produtos deste país e incitava o interesse pela utilização de novas tecnologias. Além disso, outro aspecto fundamental da industrialização alemã era a prática do protecionismo. Enquanto que grandes partes dos países industrializados seguiam a lógica liberalizante em relação ao comércio internacional, a Alemanha seguiu o caminho oposto, protegendo sua indústria da concorrência internacional e limitando o acesso às tecnologias que desenvolvia. Percebe-se, portanto, que houve muitas forças propulsoras para o desenvolvimento industrial alemão, dentre elas: uma base bancária e comercial consolidada, uma tradição industrial, recursos naturais em larga escala que favoreciam o aprimoramento de tecnologias existentes, e, por fim, uma população bastante receptiva diante desta nova “onda” industrial, bem como um nacionalismo dinâmico à procura de expressão.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Certificações socioambientais: desenvolvimento sustentável e competitividade da indústria mineira na Amazônia(2005) ENRIQUEZ, Maria Amélia Rodrigues da Silva; DRUMMOND, José Augusto LeitãoEste estudo trata do crescimento econômico de um setor que consome recursos naturais não-renováveis, o setor minerometálico, e do processo de desenvolvimento sustentável na Amazônia oriental, no estado do Pará. Desde os anos 1980, o segmento minerometálico do Pará vem crescendo de forma acelerada. As empresas ali instaladas - Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), Mineração Rio do Norte (MRN) e Alumínio Brasileiro S.A. (Albras) - são líderes globais nas suas respectivas áreas de atuação e necessitam estar ajustadas às normas socioambientais; por isso, quase todas são certificadas social e ambientalmente. A conquista dessas certificações é um forte indício de que essas empresas compartilham dos preceitos da sustentabilidade. Dessa forma, o objetivo deste estudo é verificar a relação entre essas certificações e o processo de desenvolvimento sustentável das áreas onde essas empresas estão instaladas, considerando-se que são regiões carentes. A partir dos fundamentos conceituais do desenvolvimento sustentável e de uma perspectiva espacial e setorial, a pesquisa apresenta os principais indicadores do segmento minerometálico do Pará, além do perfil socioambiental de suas mais importantes empresas. É feito ainda um breve histórico da recente evolução do processo de certificações socioambientais no Brasil. A partir de uma série de indicadores, é discutido não apenas se essas certificações contribuem para o desenvolvimento sustentável, mas se também se são importantes para que essas organizações se mantenham competitivas. A conclusão é que os aspectos positivos dessas ações ainda são muito mais visíveis no desempenho econômico das empresas do que no desenvolvimento socioeconômico do entorno delas. Da mesma forma, é verificado que as certificações socioambientais inspiradas no desenvolvimento sustentável ainda têm um viés muito mais ecológico do que social.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Credit rationing and high interest rates: an application of structural vector autoregression and vector error-correction models(Universidade de São Paulo, 2014) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraÉ analisado o comportamento da política monetária de racionamento do crédito no Brasil, principalmente, o desempenho da oferta de crédito bancário privado diante das oscilações na taxa de inadimplência e da taxa de juros.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Crescimento econômico na fronteira e dinâmica urbana na Amazônia: uma abordagem histórica(2012-06) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André CutrimO objetivo deste artigo é traçar uma análise histórica dos efeitos de inserção da Amazônia paraense no contexto internacional e nacional, por intermédio das ações das políticas de articulação internacional e de integração nacional sobre a formação socioespacial do estado do Pará, principalmente, dando destaque ao processo de urbanização. A periodização adotada para descrever e analisar o processo de ocupação do espaço-território da economia paraense não segue o critério dos tradicionais ciclos de produtos, tais como o ciclo das drogas do sertão, borracha, pecuária e mineração, mas sim o critério da identificação das principais características dos padrões de ocupação e desenvolvimento econômico no espaço socioeconômico, que envolve determinações à formação do mercado nacional e do mercado internacional, com a mediação do Estado.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Crise financeira, recessão e risco de depressão no capitalismo globalizado do século XXI(Universidade Federal do Pará, 2012-04) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André CutrimA Grande Depressão da década de 1930 é considerada, até os dias atuais, como a mais grave doença do sistema econômico que pôs em risco a existência do capitalismo moderno. Até hoje, os economistas investigam as causas dessa terrível pandemia. Hyman Minsky, seguindo a trilha de John M. Keynes, desenvolveu as teorias da instabilidade e fragilidade financeiras que explicam as causas das crises financeiras do capitalismo contemporâneo. A atual grande recessão mundial tem sua origem na crise subprime que ocorreu em 2008 nos EUA e contagiou o resto do mundo. O objetivo do presente artigo é investigar as causas e efeitos da crise do capitalismo contemporânea que tem como epicentro os EUA e depois se propaga à Zona do Euro e para o resto do mundo, inclusive para o Brasil, com o risco de uma nova Grande Depressão no inicio do Século XXI.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) As críticas de Karl Marx e John Maynard Keynes à teoria (neo)clássica(Universidade Federal do Pará, 2013-12) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraA Lei de Say nada mais é do que um princípio ou axioma que até hoje serve de base para sustentar o arcabouço teórico da economia neoclássica. A crítica de Keynes contra esse princípio na Teoria Geral foi tão contundente que acabou provocando uma divisão na ciência econômica: a economia clássica (sustentada pelo princípio de Say) e a economia de Keynes (sustentada pelo princípio da demanda efetiva). Neste contexto, o presente artigo procura discutir a formulação original da Lei de Say, como o princípio básico de sustentação da economia dos clássicos e neoclássicos, e sua ligação com a formulação da Lei de Walras, bem como apresentar as críticas que John Maynard Keynes e Karl Marx fizeram contra esse axioma.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Desenvolvimento regional e a dinâmica das cidades na Amazônia paraense: uma abordagem histórica(Universidade Federal do Pará, 2012-07) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André Cutrim; OLIVEIRA, Cléo Conceição Resque deO objetivo deste ensaio é esboçar uma análise histórica dos efeitos da inserção da Amazônia paraense no contexto nacional e internacional recente, em seus traços gerais, por meio das ações das políticas de integração nacional sobre a formação sócio-espacial do Pará – Amazônia Paraense – com destaque sobre o processo de urbanização.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Desigualdades econômicas inter-regionais, capacidade tributária e esforço fiscal dos Estados da Amazônia (1970-2000): uma abordagem econométrica de fronteira estocástica(2007-12) CARVALHO, David Ferreira; OLIVEIRA, Cléo Conceição Resque de; CARVALHO, André CutrimO objetivo do presente trabalho é, portanto, apresentar uma análise dos efeitos das desigualdades econômicas inter-regionais sobre as desigualdades inter-regionais da arrecadação tributária estadual na esfera do federalismo fiscal. O problema da desigualdade interregional entre as regiões e os estados brasileiros sempre foi o principal foco de atenção dos economistas regionais. Entretanto, são relativamente escassos os estudos e as pesquisas que visam estudar os efeitos das desigualdades econômicas inter-regionais sobre as desigualdades tributárias inter-regionais da arrecadação efetiva e potencial entre os estados federativos brasileiros. Por resolveu-se analisar os resultados da medição da capacidade da arrecadação tributária dos estados brasileiros, com destaque para os estados da região Norte, para os anos de 1970 até 2006. A metodologia utilizada para estimar a capacidade de arrecadação tributária e determinar o esforço fiscal dos governos estaduais foi o modelo econométrico de fronteira estocástica, adaptado para esse fim.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Desindustrialização e reprimarização da economia brasileira contemporânea num contexto de crise financeira global: conceitos e evidências(Universidade Federal de Uberlândia, 2011-12) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André CutrimO objetivo do presente artigo é debater o significado de desindustrialização e avaliar de forma empírica até que ponto tem ocorrido um processo de desindustrialização na indústria manufatureira brasileira, principalmente num contexto atual de crise financeira global que teve início com a crise subprime do setor imobiliário em 2008 nos EUA. Além disso, o referido artigo procura abordar a questão da reprimarização decorrente da chamada “doença holandesa” que, como todo país rico em recursos naturais, poderia significar o risco de alterar a pauta do comércio exterior de bens primários em detrimento de bens manufaturados. A presente investigação cobre o período entre 2000-2011. A metodologia empírica realiza a análise tabular com base nos dados organizados em forma de tabelas e figuras. A principal conclusão, aqui antecipada, é de que há indícios que apontam para um processo de desindustrialização recente da indústria manufatureira no Brasil em decorrência do aumento do setor de serviços e da queda da produtividade industrial revelada pelo declínio das exportações de bens manufatureiros para o mercado exterior. Os dados apresentados neste trabalho revelaram uma mudança da pauta favorável às exportações de produtos primários que sugerem uma reprimarização. A razão para isso está ligada ao aumento da demanda mundial por commodities que elevou os preços dos alimentos e das matérias-primas provenientes de recursos naturais. Tal situação, entretanto, poderá ser revertida quando a taxa de câmbio nominal voltar a ser depreciada e os investimentos em infraestrutura logística e em inovações forem retomados.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Dos décadas de Neoliberalismo en México: resultados y retos(2008-12) COONEY, Paul JohnArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Economia extrativa mineral da Amazônia paraense: indústria-motriz ou economia de enclave (ainda)?(Universidade Salvador, 2017-08) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; FARIAS, André Luís Assunção de; AIRES, Alana Paula de AraújoO presente artigo procura estudar a dinâmica econômica do extrativismo mineral na Amazônia brasileira, sobretudo na Amazônia paraense, como principal indutor do desenvolvimento econômico regional. Na década de setenta, o Governo Federal havia criado uma grande expectativa no que tange a formação de complexos industriais minerais que possibilitasse o surgimento de cadeias produtivas primárias com alto grau de importância para a etapa de conclusão do processo de industrialização pesada da economia brasileira. Contudo, percebe-se que os efeitos não foram tão imediatos para a economia da Amazônia, de modo geral. Nos últimos anos, entretanto, é crescente o debate acerca da relação entre a atividade mineral e o desenvolvimento regional. Nesse contexto, o extrativismo mineral da economia paraense serve de base para a formação das cadeias produtivas dos diversos ramos da indústria manufatureira, que transformam as matérias primas em produtos industriais, porque são estes últimos que agregam mais valor aos diversos produtos acabados que usam matérias-primas minerais. Ademais, as indústrias de transformação geram mais empregos e renda às famílias proprietárias dos fatores de produção. A principal conclusão é que o extrativismo mineral, ainda, é fortemente dependente das importações de insumos considerados estratégicos, bem como bens de capital oriundos de outras regiões. Há, na verdade, um grande potencial no sentido da promoção do desenvolvimento econômico regional através da verticalização industrial, contudo, é nítido que a sua natureza como Economia de Enclave e, também, o uso intenso de capital acaba por limitar a propagação de efeitos sinérgicos para o restante da economia do Estado do Pará. Portanto, para romper o status quo, há que se definir uma política nacional de desenvolvimento regional que privilegie a formação de cadeias produtivas integradas verticalmente e uma política comércio exterior que estimule a exportação de produtos de maior de valor agregado para que os benefícios daí advindos possam ser internalizados na região na forma de renda e emprego.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A economia monetária da produção capitalista de keynes sob a perspectiva de compreensão da história e da teoria(Associação Brasileira de Pesquisadores em História Econômica, 2018-06) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraO objetivo fundamental do artigo é discutir, sob a perspectiva da história e da teoria, o papel da economia monetária da produção de John Maynard Keynes. Na época, a maior insatisfação de Keynes foi atribuída ao papel que os economistas (neo)clássicos atribuíam à moeda em uma economia capitalista. Ele, inclusive, não usa o termo economia capitalista, mas, sim, o termo economia monetária da produção para destacar a importância social da moeda em uma economia mercantil-monetária. A principal conclusão é que a economia monetária da produção de Keynes pode ser uma economia monetária da produção capitalista, ou uma economia monetário-financeira da produção capitalista dada a crescente importância dos fluxos de caixa registrados nos balanços e balancetes das empresas da economia capitalista contemporânea.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Economia solidária como estratégia de desenvolvimento territorial: o caso do baixo Tocantins com ênfase na experimentação de Igarapé-Miri/Pará(2013-06) ARAÚJO, Isaac Fonseca; SOUZA, Armando Lirio deEste texto analisa a trajetória da Economia Solidária no município de Igarapé-Miri (PA). O recorte analítico busca evidenciar a experimentação de “outra economia” no Território da Cidadania do Baixo Tocantins, enquanto estratégia de gestão e desenvolvimento territorial. O presente trabalho está estruturado em dois eixos analíticos: (i) a experimentação de outra economia enquanto movimento de sociedade civil organizada, por um lado, e (ii) o fomento a esse “modelo” alternativo de socioeconomia como política governamental, por outro. Em suma, compreendem-se os resultados desse processo político de organização dos trabalhadores no campo do desenvolvimento como um continuum de transitoriedades, cuja construção tem elevado a economia solidária do grau de experiência comunitária ao estágio de política pública municipal.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) El polo industrial de Barcarena en Pará, Brasil, como principal generador de externalidades económico-ambientales negativas(Servicios Académicos Intercontinentales S.L., 2018-04) ARAÚJO, Ana Cláudia de Sousa; CARVALHO, André CutrimArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Especialização produtiva primária e meio ambiente em período recente na Amazônia(2011-12) TRINDADE, José Raimundo Barreto; OLIVEIRA, Wesley Pereira deEste trabalho analisa a participação das exportações da região amazônica na pauta nacional de exportação de produtos básicos e sua relação com as questões ambientais da região, demonstrando a contradição entre sustentabilidade econômica e ambiental, claramente visível na relação entre superávits da balança comercial e avanço do desmatamento na Amazônia.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Evolução das disparidades da extração vegetal e da silvicultura na Amazônia Legal: uma aplicação da cadeia de Markov(2012-09) SANTOS, Ricardo Bruno Nascimento dos; BRAGA, Marcelo JoséO artigo analisa a convergência municipal da produtividade vegetal (extração vegetal e silvicultura) na região da Amazônia Legal entre os anos de 1996 e 2006. Para analisar a convergência, optou-se pela metodologia da matriz de transição de Markov (Processo Estacionário de Primeira Ordem de Markov). Os resultados mostram a existência de 13 classes de convergência da produtividade vegetal. No longo prazo, a hipótese de convergência absoluta não se mantém, visto que 68,23% dos municípios encontram-se numa classe inferior à média municipal, 33,54% em uma classe intermediária acima da média e 13,41% em uma classe superior acima da média.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Expansão da fronteira agropecuária e a dinâmica do desmatamento florestal na Amazônia paraense sob a ótica da Nova Economia Institucional(Universidade Federal de Campina Grande, 2014) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; SERRA, Maurício Aguiar; SILVEIRA, José Maria Ferreira Jardim daO presente artigo procura discutir a problemática do desmatamento florestal na Amazônia paraense sob a ótica da Nova Economia Institucional. Adiscussão sobre fronteira, instituiçõese mecanismo(s) de governançaéimportantepara estruturarum panorama histórico-institucionalista sobre este tema. Observa-se que o aparato legislativo contido na chamada Operação Amazônia deu origem a Amazônia Legal, ou seja, a fronteira é uma instituição produto da criação do Estado. Ahipótese básica é que a expansão da fronteira agropecuária é o elemento centraldo desmatamento florestal na Amazônia paraense, além de que esse avanço engloba, também, outros fatores ligados diretamente ao avanço do progresso econômico capitalista, tais como: crescimento econômico, incremento do rebanho bovino, estrutura fundiária concentrada, especulação sobre o preço da terra, crédito rural, Instituições, dentre outros. Entretanto, a principal atividade causadora dodesmatamento florestal na Amazônia paraense continua sendo a pecuária de corte em regime extensivo.Nestapesquisa, constatou-seque os mecanismos de governança adotados nas políticas federais e estaduais de gestão ambiental criados para combater o desmatamento florestal, fundamentalmente, comoos investimentos direcionados para a fiscalização, licenciamento e a rastreabilidade da cadeia bovina, contribuemde maneira eficaz para a redução do desmatamento na região.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Financiamento de investimentos em inovação tecnológica industrial(Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2014) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraNo ano de 1982, Schumpeter se inspira na ideia de Marx para esboçar a sua teoria da concorrência real, na qual a inovação tecnológica não é apenas uma arma da concorrência para conquistar novos mercados, mas também a principal responsável pelas mudanças estruturais por meio do processo da destruição criadora. Para Schumpeter, a economia capitalista é, antes de tudo, uma economia evolucionária na qual as inovações tecnológicas são indutoras do desenvolvimento econômico capitalista, que diz respeito ao emprego de meios produtivos, retirados dos usos convencionais que vinham tendo até um dado momento, em novos usos, não testados até então na prática, capazes de produzir novos produtos e processos de produção por meio de novas combinações de materiais e forças produtivas, isto é, de inovações tecnológicas. Somente as novas combinações que são descontínuas e que causam mutações industriais, a ponto de mudarem as estruturas de mercado numa economia capitalista, caracterizam o verdadeiro desenvolvimento econômico. O objetivo fundamental deste artigo é destacar a especificidade do financiamento do investimento em inovações tecnológicas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Financing investment in industrial innovation(Universidade Federal de Santa Maria, 2013-12) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraNo ano de 1982, Schumpeter esboça a sua teoria da concorrência real, na qual a inovação tecnológica não é apenas uma arma da concorrência para conquistar novos mercados, mas também a principal responsável pelas mudanças estruturais por meio do processo da destruição criadora. Ele tem em mente que a economia capitalista é, antes de tudo, uma economia evolucionária na qual as inovações tecnológicas, como novas formas de combinações de meios de produção, são indutoras do desenvolvimento econômico capitalista. Nesse contexto, o desenvolvimento econômico diz respeito ao emprego de meios produtivos, retirados dos usos convencionais que vinham tendo até um dado momento, em novos usos, não testados até então na prática, capazes de produzir novos produtos e processos de produção por meio de novas combinações de materiais e forças produtivas, isto é, de inovações tecnológicas, ou seja, o desenvolvimento econômico no sentido schumpeteriano é um fenômeno distinto e inteiramente estranho ao que pode ser observado no fluxo circular ou na tendência para o equilíbrio, já que têm início no produtor e não no consumidor, apesar da sua importância. Nesse contexto, o objetivo fundamental deste artigo é destacar a especificidade do financiamento do investimento em inovações tecnológicas.
