Mapeamento das áreas vulneráveis às inundações em setores costeiros de competência da Spu: Gleba Mazagão, Amapá

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29-06-2022

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COSTA, Syanne Baia da. Mapeamento das áreas vulneráveis às inundações em setores costeiros de competência da Spu: Gleba Mazagão, Amapá. Orientador: Edson José Paulino da Rocha. 2022. 75 f.: il. color. Dissertação (Mestrado em Gestão de Riscos e Desastres Naturais na Amazônia) - Programa de Pós-Graduação em Gestão de Riscos e Desastres Naturais na Amazônia, Instituto de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 2022. Disponível em: . Acesso em:.

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Desde o início das colonizações das terras brasileiras os núcleos ocupacionais se encontravam próximos aos corpos hídricos de grande expressão como mares e rios, a ocupação nessas áreas tinham como finalidade o estreitamento das relações comercias e logísticos, o estabelecimento dessas comunidades ocorriam em áreas inapropriadas, que estavam propensas a sofrerem com os perigos naturais, a relação concomitante das ocupações nas planícies de inundações e/ou margem dos rios com os perigos naturais, acarretam possíveis desastres naturais. Este trabalho visa realizar o mapeamento das áreas potenciais a sofrerem com as inundações e realizar a correlação das áreas presumidas da SPU com o processo arrecadação de gleba. O mapeamento das áreas vulneráveis se originou por meio de uma análise ambiental com o uso na análise hierárquica de processos (AHP), que realizou a comparação pariátrica dos indicadores ambientais de altimetria, cobertura do solo, declividade e pedologia, foram agrupados pesos para cada indicador, e posteriormente realizado a classificação das variáveis de cada indicador em relação ao seu grau de importância, e seguidamente realizado a álgebra de mapas no software de SIG Qgis. Ademais, a análise da de relação das áreas presumidas da SPU com o processo de arrecadação de terra, utilizou-se da base legal da Lei n.º 10.304/2001, onde foram realizadas as exclusões das áreas de incidência de objetos já destinados. Com a análise pode observar a dinâmica existente na gleba, o mapa de altimetria demostrou a variação das cotas altimétricas, a cobertura do solo demostrou as formas de uso e consequentemente das ações do homem no meio, assim como, a classificação da declividade com base no manual da Embrapa, ouve a variação de classes de plano a forte montanhoso, e também a classificação pedologia demostrou o grau de suscetibilidade do terreno, demostrando a fragilidade do solo. O mapa de áreas vulneráveis e da área remanescente possibilitou essa analise multidisciplinar, que servirão para a gestão integrada do governo estadual, este trabalho possibilitou levantar informações ambientais e fundiárias e áreas quase, inexistente mente, exploradas pela literatura, e principalmente, pouco noticiadas, recomendo mais estudos que abrangem maiores áreas, para suprir essa carência de informação, proporcionando assim uma gestão pública mais eficiente, direcionando os equipamentos públicos para áreas mais necessitadas, além de medidas paliativas e/ou mitigadoras a possíveis eventos hidrometereológicos.

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